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Expectativa de movimentação no mercado doméstico de café

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O mercado interno de café no Brasil está previsto para ter mais um dia de negócios agitados. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures US), os preços estão subindo mais de 1% no momento, enquanto o dólar opera perto da estabilidade. Diante desses indicadores, os produtores estão inclinados a aproveitar as oportunidades de preços favoráveis para realizar mais negociações.

Variações nos Preços

Na terça-feira (26), o mercado brasileiro de café viu os preços subirem, impulsionados pela valorização do arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) e do robusta em Londres. No entanto, no segmento arábica, os ganhos não foram completamente acompanhados pelo comprador, o que limitou um aumento mais expressivo nos preços. A Safras Consultoria relata que o comprador demonstrou menos interesse no mercado à vista, preferindo negociações com entrega futura.

Perspectivas dos Produtores

Em relação ao café conilon, os produtores mantiveram a oferta controlada, resultando em alguns negócios. No entanto, eles aguardam por cotações mais elevadas antes de realizar vendas adicionais.

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Indicadores de Preços

Os preços do café arábica apresentaram variações. Na região do cerrado mineiro, o arábica bebida dura com 15% de catação foi negociado a R$ 1.040,00/1.045,00 a saca. Enquanto isso, o café arábica tipo “rio” na Zona da Mata de Minas Gerais, com 20% de catação, foi vendido a R$ 925,00/930,00 a saca.

Situação em Nova York

Na Bolsa de Mercadorias de Nova York (ICE), os contratos com entrega em maio/24 registraram alta de 1,30%, cotados a 189,70 centavos de dólar por libra-peso.

Outros Indicadores Financeiros

As principais bolsas asiáticas encerraram de forma mista, enquanto as bolsas europeias operam com variações. O petróleo está operando em baixa, com o barril de maio do WTI em NY cotado a US$ 81,08 (-0,66%).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Exportações de café do Brasil devem bater recorde em 2026/27, projeta Eisa

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As exportações brasileiras de café devem atingir um novo recorde na safra 2026/27 (julho a junho), impulsionadas pela expectativa de uma colheita considerada a maior da história do país. A projeção é do diretor comercial da exportadora Eisa, uma das maiores do setor global.

O cenário positivo é sustentado pelo avanço da colheita atual e pela perspectiva de forte disponibilidade de grãos nos próximos meses, o que deve ampliar os embarques e reforçar a posição do Brasil como líder mundial na produção e exportação de café.

Safra recorde deve impulsionar volume exportado

Segundo o diretor comercial da Eisa, Carlos Santana, o país vive um momento de forte otimismo no setor.

“Estamos bastante otimistas. Muito provavelmente o Brasil vai ter a maior safra da história. E isso rapidamente a gente vai começar a ver nos embarques, talvez em julho ou agosto”, afirmou durante o Seminário Internacional do Café, em Santos.

A avaliação é de que o aumento da oferta deve se refletir de forma mais intensa ao longo da safra 2026/27, com potencial de recorde nas exportações brasileiras.

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Colheita avança e já sinaliza safra robusta

O Brasil, maior produtor e exportador global de café, já iniciou a colheita da safra 2026/27, com cerca de 5% da produção colhida até o momento.

O destaque inicial fica para o café canéfora (robusta e conilon), com avanço dos trabalhos principalmente em Rondônia e no Espírito Santo, regiões que tradicionalmente antecipam a colheita em relação ao café arábica.

Estoques globais baixos podem ampliar demanda por café brasileiro

De acordo com o setor exportador, a entrada da nova safra brasileira deve contribuir para a recomposição dos estoques globais, que atualmente se encontram em níveis reduzidos.

Esse movimento tende a favorecer a demanda pelo café brasileiro nos próximos meses, com expectativa de embarques mais fortes especialmente no segundo semestre de 2026.

A combinação entre alta produção, recomposição de estoques e demanda internacional aquecida deve sustentar um cenário positivo para as exportações, com possibilidade de “surpresas positivas” no desempenho do país no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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