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Etanol amplia queda no Brasil e pressão aumenta sobre preços em São Paulo

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O mercado brasileiro de etanol encerrou mais uma semana em queda, reforçando o movimento de desvalorização observado desde abril. Dados do Cepea/Esalq mostram que os preços do etanol hidratado e anidro recuaram no período entre 4 e 8 de maio, pressionados pelo avanço da safra de cana-de-açúcar no Centro-Sul e pelo aumento gradual da oferta no mercado interno.

O etanol hidratado combustível foi negociado a R$ 2,2704 por litro no indicador semanal, registrando retração de 1,96% em relação à semana anterior. O desempenho confirma o cenário de mercado mais ofertado e consumo ainda moderado, limitando a sustentação dos preços.

Já o etanol anidro também apresentou queda significativa no período. O indicador semanal fechou cotado a R$ 2,6015 por litro, com recuo de 3,49%, acompanhando o ajuste observado no setor de biocombustíveis.

Paulínia mantém movimento de baixa no início de maio

No mercado paulista, referência importante para o setor sucroenergético, o Indicador Diário Paulínia apontou o etanol hidratado a R$ 2.365,50 por metro cúbico na sexta-feira (8), registrando desvalorização diária de 0,61%.

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Com o novo recuo, o indicador acumula queda de 1,68% neste início de maio, mantendo o viés negativo das negociações.

Segundo agentes do setor, a combinação entre maior disponibilidade de produto e ritmo mais lento da demanda segue pressionando as cotações. Além disso, o avanço da moagem de cana nas usinas do Centro-Sul amplia a expectativa de aumento da oferta nas próximas semanas.

Mercado segue com baixa liquidez

O mercado de etanol também continua operando com baixa liquidez, cenário que contribui para a manutenção da pressão baixista sobre os preços.

A expectativa do setor agora se concentra no comportamento da demanda doméstica e na evolução da safra 2025/26, fatores que devem seguir determinando o ritmo das negociações ao longo de maio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão sobe no Brasil com oferta limitada e atraso na colheita no Paraná

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Os preços do feijão seguem firmes no mercado brasileiro neste início de maio, impulsionados pela menor oferta do grão e pelo atraso na colheita da segunda safra no Paraná, principal estado produtor do país. Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, as cotações do feijão carioca e do feijão preto avançaram nas principais regiões acompanhadas pelo centro de pesquisas.

De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento mais tardio das lavouras paranaenses e as chuvas irregulares registradas nas últimas semanas reduziram o ritmo das colheitas, mantendo limitada a disponibilidade de produto no mercado. Esse cenário tem reforçado a sustentação dos preços, especialmente diante da demanda ativa por lotes de melhor qualidade.

Além da oferta enxuta, novas revisões para baixo nas projeções da safra 2025/26 do Paraná aumentaram a atenção dos agentes do setor. O mercado também monitora as condições climáticas na região Sul, principalmente com a aproximação de uma frente fria, fator que pode impactar ainda mais o andamento das atividades no campo.

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No caso do feijão carioca, os preços permanecem em trajetória de alta, embora o volume de negociações siga moderado. Segundo o Cepea, compradores e vendedores adotaram postura cautelosa diante das cotações mais elevadas e da incerteza sobre a entrada mais consistente da nova oferta.

Já o feijão preto ganhou maior destaque no mercado interno, com aumento do interesse comprador e maior procura por grãos da segunda safra. A demanda aquecida e a oferta restrita contribuíram para a valorização do produto nas últimas semanas.

O cenário reforça a expectativa de manutenção da firmeza dos preços no curto prazo, especialmente enquanto a colheita no Paraná continuar avançando lentamente e a disponibilidade permanecer limitada nas regiões produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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