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Estudo da UERJ indica potencial do açaí no tratamento da ansiedade

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Pesquisadores da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) estão avançando em estudos que podem oferecer novas perspectivas no tratamento dos transtornos de ansiedade. Investigando as propriedades da semente de açaí, uma fruta nativa da região amazônica, a pesquisa tem se concentrado em explorar os benefícios do seu extrato.

Propriedades do Extrato da Semente de Açaí

O estudo liderado pelo grupo de pesquisa Farmacologia Cardiovascular e Plantas Medicinais, do Instituto de Biologia Roberto Alcantara Gomes (Ibrag) da UERJ, destaca que o extrato da semente de açaí é rico em polifenóis, substâncias que demonstraram ter propriedades benéficas, incluindo ação ansiolítica. Essa abordagem inovadora se diferencia de muitas pesquisas anteriores que se concentraram apenas na polpa do fruto.

Impacto da Ansiedade

A ansiedade é um problema global de saúde pública, sendo ainda mais prevalente no Brasil, onde afeta cerca de 9,3% da população. Diante desse cenário preocupante, a pesquisa da UERJ traz esperança ao oferecer uma potencial alternativa de tratamento, especialmente considerando os desafios associados aos efeitos colaterais dos medicamentos convencionais.

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Resultados Promissores

Testes realizados com animais têm demonstrado resultados encorajadores. Em um estudo recente publicado na revista “Applied Physiology, Nutrition, and Metabolism”, os pesquisadores observaram uma redução significativa nos sintomas de ansiedade em ratos tratados com o extrato da semente de açaí. Além disso, o extrato também mostrou potencial na prevenção de doenças neurodegenerativas.

Próximos Passos

Os pesquisadores estão agora trabalhando no registro e patenteamento do extrato da semente de açaí, conhecido como ASE (Açaí Seed Extract), e planejam iniciar testes em seres humanos em colaboração com a indústria farmacêutica. Parcerias com importantes agências de fomento, como CNPq, Faperj e Capes, são fundamentais para impulsionar essa pesquisa e oferecer novas soluções para os desafios de saúde enfrentados pela sociedade.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Dia do Boi: Brasil lidera produção mundial de carne bovina em 2026 e reforça protagonismo no agro

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Avanço da produção, crescimento do rebanho e papel estratégico da carne bovina na alimentação colocam o Brasil no centro do mercado global, com atenção à saúde e ao consumo equilibrado.

Brasil assume liderança global na produção de carne bovina

Celebrado em 24 de abril, o Dia do Boi marca um momento histórico para o agronegócio brasileiro. O país consolidou sua posição como maior produtor mundial de carne bovina em 2025, superando os Estados Unidos e reforçando sua relevância no cenário global.

Dados recentes apontam que a produção nacional atingiu 11,1 milhões de toneladas em abates fiscalizados, crescimento de 7,2% em relação a 2024, segundo o IBGE. Quando considerados os abates informais, o volume total chega a 12,3 milhões de toneladas, conforme estimativas do setor.

Pecuária brasileira cresce com força e amplia presença nacional

A força da pecuária se distribui por todo o território nacional, com destaque para o Mato Grosso, que mantém a liderança com cerca de 14,4% do rebanho brasileiro.

Outros estados, como Bahia, Pará e Tocantins, também registram crescimento expressivo no número de animais, ampliando a base produtiva e fortalecendo a cadeia da carne bovina no país.

Consumo interno segue elevado no Brasil

No mercado doméstico, a carne bovina continua sendo um dos principais itens da dieta do brasileiro. O consumo médio anual gira em torno de 30 quilos por pessoa, segundo a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec).

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Esse patamar reforça a importância da proteína animal tanto para a alimentação quanto para a economia nacional, movimentando toda a cadeia produtiva.

Consumo equilibrado é essencial para a saúde

Especialistas destacam que, apesar dos benefícios nutricionais, o consumo de carne vermelha deve ser feito com moderação, especialmente por grupos específicos.

A recomendação geral indica ingestão semanal entre 350 e 500 gramas de carne vermelha já preparada, o equivalente a duas a três porções.

Pessoas com risco cardiovascular, histórico de câncer colorretal, doenças renais ou condições metabólicas devem ter atenção redobrada, priorizando cortes magros e evitando o consumo excessivo.

Escolha de cortes influencia qualidade da dieta

A diferença entre os cortes está diretamente relacionada ao teor de gordura e ao valor calórico.

Cortes magros como patinho, coxão mole, lagarto, músculo e filé mignon são mais indicados para o consumo frequente. Já opções com maior teor de gordura, como picanha, costela e cupim, devem ser consumidas com menor frequência.

Além disso, práticas como retirar a gordura aparente, evitar frituras e reduzir o consumo de carnes muito tostadas contribuem para uma alimentação mais saudável.

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Benefícios nutricionais reforçam importância da carne bovina

Quando consumida de forma equilibrada, a carne bovina pode trazer benefícios relevantes para a saúde. Entre os principais destaques estão:

  • Proteína de alto valor biológico, essencial para manutenção e ganho de massa muscular
  • Fonte de ferro heme, com alta absorção pelo organismo
  • Rica em vitamina B12, importante para o sistema nervoso
  • Presença de zinco, que contribui para a imunidade
  • Aporte de nutrientes essenciais, especialmente em dietas com alimentos de origem animal

Especialistas reforçam que não existe um único padrão alimentar ideal, e que a dieta deve ser individualizada, considerando necessidades, estilo de vida e preferências de cada pessoa.

Conclusão: liderança global e consumo consciente caminham juntos

O avanço da produção de carne bovina coloca o Brasil em posição de destaque no cenário global do agronegócio, consolidando a força da pecuária nacional.

Ao mesmo tempo, o equilíbrio entre produção, consumo e saúde se torna cada vez mais relevante, reforçando a importância de práticas sustentáveis e de uma alimentação consciente para garantir o futuro do setor.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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