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Estudo Avança em Tecnologias para Integração de Parques Eólicos Offshore à Rede Elétrica Nacional

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O desafio de integrar parques eólicos offshore à rede elétrica nacional, bem como fornecer eletricidade para plataformas de óleo e gás em águas brasileiras, ganha destaque em um novo projeto liderado pelo Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa (RCGI), com financiamento da TotalEnergies.

Duas Frentes, um Objetivo: Conectar por Mar, Alimentar com Energia

O projeto, denominado “Investigação das tecnologias de transmissão offshore na costa brasileira aplicadas na exploração de óleo e gás e na integração de fazendas eólicas (TransBRcoast)”, coordenado pelo engenheiro eletricista Renato Machado Monaro, da Poli-USP, busca soluções tanto para a transmissão de energia dos parques eólicos até a costa quanto para abastecer as plataformas de exploração marítima.

Desafios e Distâncias: Adaptando Tecnologias às Necessidades

Os parques eólicos offshore serão construídos a distâncias relativamente curtas da costa, enquanto as plataformas de petróleo estão situadas em locais mais distantes, em águas profundas ou ultraprofundas. O projeto visa avaliar as tecnologias mais adequadas para cada situação, considerando fatores como distância, custo e eficiência energética.

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Transição Energética e Sustentabilidade Ambiental

Com a eletrificação das plataformas de petróleo e gás, o projeto busca reduzir a dependência de combustíveis fósseis e mitigar as emissões de CO2, alinhando-se aos esforços globais de transição para uma economia de baixo carbono.

Investigação e Perspectivas Futuras

Os pesquisadores do RCGI estão analisando três tecnologias principais: transmissão em alta tensão em corrente alternada, transmissão em baixa frequência e transmissão em corrente contínua de alta tensão. Cada uma dessas tecnologias apresenta vantagens e limitações, e o projeto visa fornecer insights valiosos para orientar futuros investimentos e desenvolvimentos na área.

Conclusão: Rumo a um Futuro Energético Sustentável

Embora os resultados definitivos ainda estejam por vir, o projeto marca um importante passo inicial na busca por soluções inovadoras e sustentáveis para a integração de fontes de energia renovável e aprimoramento das operações offshore no Brasil.

Com informações do RCGI.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mutirão leva regularização fundiária ao bairro Dr. Fábio Leite II a partir desta quarta (29)

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária, realiza, a partir desta quarta-feira (29) até o dia 6 de maio, com exceção do feriado do Dia do Trabalhador, um mutirão de cadastramento voltado aos moradores do bairro Dr. Fábio Leite II que desejam regularizar seus imóveis.

O atendimento será realizado das 09h às 16h, na Rua dos Trabalhadores, quadra 77, casa 18. Para dar início ao processo de regularização, é necessário apresentar os documentos originais, conforme o estado civil. Confira os documentos necessários ao final da matéria.

A iniciativa tem como objetivo garantir o acesso ao título definitivo de propriedade, assegurando mais segurança jurídica às famílias e contribuindo para a valorização dos imóveis. Durante o mutirão, os moradores poderão receber orientações sobre a documentação necessária, entregar documentos pendentes e contar com o apoio da equipe social para dar andamento ao processo de regularização fundiária.

De acordo com a secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Michelle Dreher, a ação busca facilitar o acesso da população ao direito à moradia regularizada, aproximando os serviços da Prefeitura da comunidade e agilizando os procedimentos. “O atendimento começa nesta quarta-feira (29), vai até quinta-feira e retorna de segunda a quarta-feira (6), na próxima semana”, afirmou a secretária.

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Confira abaixo os documentos necessários para dar início ao processo de regularização:

Para solteiros: certidão de nascimento, RG e CPF;
Para casados: certidão de casamento, RG e CPF de ambos;
Para divorciados: certidão de casamento com averbação do divórcio, RG e CPF apenas de quem está requerendo e partilha de bens ou formal de partilha (se houver);
Para viúvos: certidão de casamento e certidão de óbito do cônjuge falecido, RG e CPF de quem está requerendo e partilha de bens ou formal de partilha (se houver);
União estável: escritura pública de cartório ou homologação dessa condição feita em juízo, certidão de nascimento, RG e CPF de ambos.

Trazer também:

Contrato de compra e venda da casa ou outro documento do imóvel (é necessário constar quadra e lote, por exemplo: título de posse antigo, IPTU etc.);
Comprovante de endereço da casa a ser regularizada (água, luz, telefone etc.);
Comprovante de renda de todos os moradores da casa dos últimos três meses.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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