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Estratégias de Manejo para Minimizar o Descarte de Leite na Mastite

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A produtividade é uma prioridade em qualquer setor, e a pecuária não é exceção. Para alcançá-la, é fundamental manter um rigoroso controle de custos, que inclui o mapeamento de perdas. Essa abordagem é crucial para que os gestores adotem soluções adequadas, especialmente quando se trata de situações que podem causar perdas significativas, como o descarte de leite durante o tratamento de vacas doentes.

A mastite, inflamação das glândulas mamárias, é um dos problemas mais comuns na pecuária leiteira e frequentemente exige que o leite das vacas afetadas seja descartado durante o tratamento, além do período de carência indicado na bula do medicamento utilizado. Para reduzir a incidência dessa doença, que gera não apenas prejuízos financeiros, mas também sofrimento aos animais—contrariando os princípios do bem-estar animal—é recomendada a adoção de práticas de manejo adequadas.

Uma vez diagnosticada a mastite, é crucial seguir um protocolo que inclua o uso do antibiótico apropriado para o agente causador da doença, preferencialmente optando por medicamentos com um menor período de descarte. “É importante que o produtor adote uma abordagem estratégica e planeje suas ações. Isso permitirá reduzir as perdas de leite, pois a vaca retornará mais rapidamente à ordenha”, explica Daniel Cesar Miranda, zootecnista e gerente de produtos da linha Leite da Zoetis.

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Impacto Financeiro do Descarte de Leite

O cálculo das perdas financeiras associadas ao descarte de leite é bastante simples. Considerando um preço médio de R$ 2 por litro e uma produção diária de 25 litros por vaca, um tratamento completo de mastite com SYNULOX®LC, por exemplo, exige o descarte do leite por seis dias: três dias de tratamento e três dias de carência. Em uma propriedade com cinco vacas em tratamento, o cálculo é o seguinte: 6 dias x 25 litros x R$ 2 = R$ 300 por vaca, totalizando R$ 1.500 para cinco animais. “Um dia adicional de descarte resulta em um impacto financeiro significativo para o produtor, cerca de R$ 50 por vaca ao dia”, ressalta Miranda.

O SYNULOX®LC é um tratamento intramamário indicado para a mastite clínica em vacas em lactação. Sua fórmula, que combina amoxicilina e ácido clavulânico com o anti-inflamatório prednisolona, visa reduzir o inchaço e a dor local, proporcionando maior conforto ao animal. “Esse diferencial assegura um tratamento rápido e eficaz. Em geral, apenas três dias após a última aplicação, a vaca já pode retornar à ordenha, diminuindo assim o descarte de leite”, conclui o zootecnista.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Escola recebe plantio de mudas de árvores frutíferas e fortalece educação ambiental no Pedra 90

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A Escola Municipal de Educação Básica do Campo (Emebec) Herbert de Souza, localizada no bairro Pedra 90, recebeu, na manhã desta quarta-feira (4), o plantio de 22 mudas frutíferas por meio do Projeto Pomar nas Escolas. A iniciativa é desenvolvida pela Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, com apoio do Horto Florestal Tote Garcia e da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), Projeto Verde Novo, do Tribunal de Justiça, e Águas Cuiabá.

A ação integra a programação da Semana do Meio Ambiente e contou com a participação dos estudantes no plantio, que também receberam orientações sobre preservação ambiental, arborização urbana e cuidados com as mudas. O Projeto Pomar nas Escolas foi lançado na terça-feira (3), na EMEB Dom Bosco do Praeirinho, e prevê a implantação de pomares em unidades da rede municipal de ensino.

Durante a atividade, o secretário municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, José Afonso Botura Portocarrero, destacou a importância da união entre instituições públicas e privadas para ampliar as ações de arborização e conscientização ambiental.

“Essa ação aqui na Emebec Herbert de Souza representa a integração entre Prefeitura, Tribunal de Contas, Tribunal de Justiça, Águas Cuiabá e demais parceiros em torno de um objetivo comum, que é promover mais qualidade ambiental e conscientizar as novas gerações sobre a importância de cuidar do lugar onde vivemos”, afirmou.

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Segundo o secretário, o plantio de árvores é uma das estratégias para ampliar a cobertura vegetal da capital, especialmente em regiões que passaram por acelerado processo de urbanização.

“Muitas áreas da cidade cresceram rapidamente e o espaço que antes era ocupado pelo verde deu lugar a construções, ruas e asfaltamento. Recuperar parte dessa cobertura vegetal é fundamental para garantir mais conforto térmico, qualidade de vida e equilíbrio ambiental. Plantar árvores é uma ação simples, mas extremamente importante para o futuro da cidade”, ressaltou.

A coordenadora da Emebec Herbert de Souza, Suzan Mara da Costa Corrêa, enfatizou o papel da escola na formação de cidadãos conscientes e o potencial das crianças como multiplicadoras do conhecimento.

“É uma iniciativa muito importante devido à questão ambiental, que é muito relevante. As crianças levam esse conhecimento para casa e para a comunidade, tornando-se multiplicadoras dos saberes. Toda ação voltada à preservação do meio ambiente fortalece a consciência coletiva”, afirmou.

Ela destacou ainda que a unidade já desenvolve atividades relacionadas à educação ambiental, especialmente por atender uma comunidade com características rurais.

“As questões ambientais já fazem parte do nosso currículo. Também contamos com uma horta escolar, que integra o processo de aprendizagem dos estudantes. Recentemente, a equipe do projeto realizou uma revitalização desse espaço, tornando-o ainda mais adequado para as atividades educativas”, explicou.

De acordo com a consultora jurídica da Comissão de Meio Ambiente do TCE, Fabrícia Ely Gouvea, por meio da educação ambiental é possível levar conscientização para as crianças e, por consequência, para as famílias e a comunidade, transformando o meio em que vivem para melhor.

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Além de contribuir para a arborização da escola, o Projeto Pomar nas Escolas estimula a conscientização sobre sustentabilidade, cuidado com os recursos naturais e sentimento de pertencimento, permitindo que os estudantes acompanhem o desenvolvimento das árvores que ajudaram a plantar.

A diretora da escola, Luciane Pinto de Almeida, acompanhou a atividade e elogiou o projeto. “O projeto é lindo e tem um valor reconhecido para o ambiente escolar e para a comunidade”, declarou.

O secretário Portocarrero despertou o entusiasmo e a alegria dos alunos ao escrever o nome deles na ripa de madeira que sustenta a muda até que ela alcance um porte maior.

Portocarrero também realizou uma dinâmica com as turmas, simbolizando o crescimento das árvores até a formação de um pomar ou de uma floresta. Todos estavam sentados e ele sugeriu que fossem se levantando devagar até ficarem totalmente de pé. “Assim são as árvores, vão crescendo aos poucos até ficarem grandes. E todas juntas têm mais força e formam as florestas”, explicou. A exemplificação agradou os estudantes, que concordaram entre si.

Além do Projeto Pomar, a unidade receberá reforço para impulsionar a horta escolar.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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