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Estiagem em Patos de Minas (MG) Impacta Safrinha de Sorgo com Expectativa de Quebra de 44%

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Patos de Minas, localizada no centro-oeste de Minas Gerais, enfrenta uma estiagem que já perdura há 60 dias, intensificando as preocupações com a safrinha de sorgo. De acordo com informações da Emater, a quebra na produção deve alcançar 44%.

O engenheiro-agrônomo Oswaldo Ferreira Filho explica que, em uma área cultivada de 13 mil hectares, a expectativa é de que o rendimento das lavouras atinja apenas 2.700 quilos por hectare, significativamente abaixo dos 4.800 quilos inicialmente projetados. A falta de umidade e as altas temperaturas têm prejudicado o desenvolvimento das plantações.

Atualmente, as lavouras estão divididas entre as fases de maturação (60%) e enchimento de grãos (40%). As áreas que foram plantadas mais tarde são as que devem sofrer mais impactos devido à ausência de precipitações. A previsão é que a colheita possa começar na região a partir do mês de agosto.

Segundo levantamento da Safras & Mercado, a produção de sorgo safrinha em Minas Gerais na safra 2023/24 deverá totalizar 1,278 milhão de toneladas, uma redução em relação às 1,442 milhão de toneladas colhidas na safra anterior. A produtividade média esperada é de 2.230 quilos por hectare, abaixo dos 2.664 quilos por hectare obtidos na safra 2022/23. A área cultivada está estimada em 573,480 mil hectares para a temporada 2023/24, superior aos 541,300 mil hectares registrados na safra anterior.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Secretário apresenta à Câmara empréstimo com juros até 88% menores que propostas anteriores

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O secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, apresentou nesta quarta-feira (15) à Câmara Municipal de Cuiabá os detalhes do empréstimo proposto pela Prefeitura, destacando a economia estimada de R$ 48,78 milhões em comparação a operações anteriores como principal vantagem da nova modelagem financeira.

Enquanto em 2019 o custo total projetado chegava a R$ 252 milhões, a nova modelagem reduz esse valor para aproximadamente R$ 203 milhões, mesmo com montante financiado semelhante. Esse ganho financeiro é o principal argumento levado ao Legislativo.

A apresentação ocorreu no gabinete da presidência da Câmara, sob condução da presidente Paula Calil, reunindo diversos vereadores. Na ocasião, o secretário municipal de Economia, Marcelo Bussiki, detalhou os números e as condições da operação, destacando o caráter competitivo do processo que definiu o Banco Santander como vencedor.

O financiamento proposto é de R$ 111,6 milhões, com prazo de 10 anos e 12 meses de carência, a uma taxa de CDI + 0,86% ao ano, considerada a menor já registrada no país para operações desse tipo em 2026. Segundo a equipe econômica, essa condição só foi possível graças à adesão de Cuiabá ao Plano de Promoção do Equilíbrio Fiscal (PEF), que garantiu o aval da União. Com essa garantia federal, o risco para os bancos diminui, permitindo juros significativamente mais baixos.

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Durante a explanação, Bussiki também apresentou comparativos com tentativas anteriores. Em 2024, por exemplo, uma operação chegou a ser aprovada e depois revogada com taxa de CDI + 7% ao ano, ou seja cerca de 88% maior que a atual gestão. Já em 2019, o município contratou crédito com CDI + 5,40%. A diferença evidencia, segundo ele, um “salto de qualidade fiscal” da atual gestão.

Outro ponto ressaltado foi a transparência do processo. Cinco instituições financeiras foram consultadas e participaram de três rodadas de negociação. O Santander manteve a melhor proposta em todas as etapas, superando concorrentes como Caixa e Banco do Brasil.

A gestão municipal defende que o empréstimo é resultado direto do ajuste das contas públicas e não um risco fiscal. Pelo contrário, argumenta que o equilíbrio alcançado permitiu acessar condições mais vantajosas no mercado.

Os recursos, conforme apresentado, serão destinados principalmente a obras de infraestrutura, com destaque para o asfaltamento de 19 bairros de Cuiabá, além de investimentos em saúde e educação. A proposta segue agora em análise na Câmara, onde deve ser debatida antes de eventual aprovação.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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