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Estância da Gruta Apresenta Genética de Alta Qualidade da Raça Montana em Pelotas

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A Estância da Gruta, localizada em Capão do Leão (RS), realizará no dia 8 de outubro a 26ª edição do Leilão Montana RS, onde serão ofertados exemplares de alta qualidade da raça Montana. O evento, que integra a programação da 98ª Expofeira de Pelotas, terá início às 19h na pista da Associação Rural de Pelotas, com transmissão ao vivo pelo Lance Rural e com a leiloeira Knorr Leilões à frente do martelo.

Anna Luiza Berchon Quinto Di Cameli, engenheira-agrônoma e proprietária da estância, destaca que o leilão apresentará animais que refletem o comprometimento da propriedade com a criação da raça Montana. “Há mais de vinte anos, nos dedicamos a essa raça e trabalhamos com a heterose, promovendo cruzamentos estruturados que resultam nas melhores características de cada linhagem. O resultado é um animal adaptado, precoce e de excelente qualidade carniceira, proporcionando uma proteína saborosa e saudável”, explica.

Entre os destaques deste ano está o touro do lote 1 (TAT 1756), nomeado Zorba da Gruta. Ele possui o maior Índice Montana do leilão, um critério fundamental no processo de seleção genética, que avalia os atributos superiores da raça. “Esse exemplar se destacou no teste de progênie e certamente trará precocidade e fertilidade para qualquer rebanho”, finaliza.

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Todos os machos disponíveis no leilão estão assegurados com um seguro de vida, que também cobre o transporte até 30 de julho de 2025. O frete será gratuito para distâncias de até 250 quilômetros de Pelotas (RS), com a entrega sendo realizada no Sindicato Rural da cidade.

As condições de pagamento são facilitadas, permitindo parcelamento em 20 vezes (2+2+2+2+2+10), com um desconto de 7% para pagamentos à vista. Aqueles que optarem pelo Plano Safra terão um desconto de 20% à vista, com o saldo podendo ser pago até 30 de maio de 2025. Adicionalmente, a Estância da Gruta oferece o “Desconto Fidelidade”, que é um abatimento progressivo e acumulativo para compradores de edições anteriores, com 1% de desconto ao ano, até o limite de 10%.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Pesquisadores alertam: EL Niño vem turbinado e vai afetar calendário agrícola no Brasil

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Pesquisadores e centros meteorológicos internacionais identificaram sinais de que o El Niño de 2026 pode entrar para o grupo dos mais intensos das últimas décadas e permanecer ativo até o início de 2027. O fenômeno, potencializado pelo aquecimento global, tende a alterar o calendário agrícola brasileiro, com risco de atraso no plantio da soja no Centro-Oeste e no Matopiba e excesso de chuvas no Sul, principal região produtora de trigo do País.

As projeções divulgadas entre maio e junho consolidaram a expectativa de um evento persistente. Em algumas áreas próximas à costa da América do Sul, o aquecimento da superfície do oceano chegou a ficar entre 2°C e 3°C acima da média, enquanto a região central do Pacífico registrava anomalias em torno de 0,7°C.

Diferentemente dos grandes eventos de 1982-83, 1997-98 e 2015-16, o El Niño de 2026 se desenvolve em um cenário de aquecimento mais generalizado dos oceanos. Com menos contraste entre águas quentes e frias, os pesquisadores passaram a utilizar novos indicadores para medir a intensidade do fenômeno. Por esse critério, o episódio atual já apresenta características semelhantes às observadas em alguns dos eventos mais severos do registro histórico.

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No Brasil, os efeitos costumam variar entre as regiões. No Sul, a combinação entre o El Niño e outros padrões atmosféricos pode favorecer volumes de chuva acima da média durante a primavera e o verão. Para culturas de inverno, como o trigo, a distribuição das precipitações ao longo do ciclo tende a ser mais importante que o volume acumulado, já que excesso de umidade durante a fase reprodutiva e na colheita pode afetar a qualidade dos grãos.

No Centro-Oeste e no Matopiba, o comportamento tradicional do fenômeno é diferente. As chuvas costumam se tornar mais irregulares no início da primavera, período que marca a abertura do plantio da soja. Eventuais atrasos na semeadura podem reduzir a janela ideal para o milho de segunda safra em 2027, responsável por cerca de 80% da produção brasileira do cereal.

O País entra nesse cenário após uma safra recorde. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) projeta produção de 358,6 milhões de toneladas de grãos em 2025/26, além de uma colheita de 66,7 milhões de sacas de café e mais de 700 milhões de toneladas de cana-de-açúcar.

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Segundo os especialistas, os impactos do fenômeno tendem a ser mais regionais do que nacionais. Enquanto parte das áreas produtoras pode registrar condições favoráveis, regiões dependentes da regularidade das chuvas, como Centro-Oeste e Matopiba, e áreas mais suscetíveis ao excesso de precipitações, como o Sul, devem concentrar maior atenção ao comportamento do clima ao longo da safra 2026/27.

Fonte: Pensar Agro

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