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Estabilidade nos preços do frango entre atacado e varejo desde dezembro de 2019

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A análise comparativa dos preços do frango abatido entre atacado e varejo, na cidade de São Paulo, revela uma paridade praticamente inalterada em outubro passado em relação a dezembro de 2019, quase quatro anos após. O preço médio do frango resfriado apresentou uma variação de aproximadamente 37% no varejo e 35% no atacado, mantendo uma diferença de cerca de dois pontos percentuais, praticamente inalterada ao longo desse período.

Detalhando os dados, durante o Natal de 2019, a margem entre atacado e varejo para o frango resfriado foi de aproximadamente 39%, com preços subindo de R$5,37/kg para R$7,46/kg. Em outubro passado, esses valores foram R$7,25/kg e R$10,21/kg, resultando em uma margem de 41%, dois pontos percentuais a mais.

Entre o segundo semestre de 2020 e a maior parte do segundo semestre de 2022, essa paridade persistiu, com momentos raros em que os preços no atacado evoluíram mais do que no varejo.

No entanto, posteriormente, os preços no varejo para os consumidores paulistanos aumentaram significativamente mais do que no atacado, ou tiveram quedas de preço bem menores. Em janeiro de 2022, por exemplo, em apenas um trimestre, os preços no atacado retrocederam quase 27%, enquanto a redução no varejo foi inferior a metade desse valor (12,9%). A margem entre os dois pontos, neste caso, atingiu 76%.

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O recorde desse período ocorreu em abril de 2020, quando o consumidor pagou pelo frango resfriado o mesmo valor registrado quatro meses antes, no Natal de 2019. No atacado, houve uma queda de quase 25%. A margem superou os 80%, indicando que as baixas registradas no atacado nem sempre são totalmente repassadas ao consumidor final.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Paraná exporta 6,72 milhões de toneladas de soja e registra alta de 8% no complexo soja em 2026

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Colheita do milho impulsiona vendas de soja no Paraná

O ritmo acelerado da colheita da segunda safra de milho no Paraná tem impactado diretamente o mercado de soja no Estado. Produtores estão intensificando as vendas do grão para liberar espaço nos armazéns, em preparação para o recebimento da nova produção.

De acordo com o Boletim Conjuntural divulgado pelo Deral, vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, o Estado exportou 6,72 milhões de toneladas do complexo soja nos cinco primeiros meses de 2026.

O volume representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo período de 2025, refletindo tanto a demanda externa quanto o bom desempenho logístico do setor no Estado.

Soja em grão lidera embarques do complexo

Entre os produtos exportados, a soja em grão respondeu pela maior fatia dos embarques, com 71% do total. O farelo de soja representou 24%, enquanto o óleo de soja participou com 5% das exportações no período analisado.

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O destaque do período ficou justamente para o óleo de soja, que registrou o maior crescimento proporcional dentro do complexo. As exportações somaram 338 mil toneladas entre janeiro e maio, alta de 59% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior.

Receita das exportações cresce e reforça importância do setor

Em termos financeiros, o desempenho também foi positivo. Segundo o Deral, as exportações do complexo soja geraram aproximadamente US$ 2,94 bilhões para a balança comercial paranaense nos cinco primeiros meses de 2026, um avanço de 18% em comparação com igual período de 2025.

O resultado reforça a relevância da cadeia da soja para a economia do Paraná, especialmente em um momento de forte movimentação logística ligada à colheita do milho e à necessidade de escoamento da produção agrícola.

Brasil também registra crescimento nas exportações de soja

No cenário nacional, o desempenho segue a mesma tendência. No acumulado de 2026 até maio, o Brasil exportou 66,2 milhões de toneladas do complexo soja, crescimento de 7% em volume.

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Em termos de receita, as exportações brasileiras somaram US$ 27,62 bilhões no período, alta de 15% em relação ao ano anterior, segundo dados consolidados do comércio exterior.

Perspectivas para o mercado de soja

Com a colheita do milho avançando no Paraná e a necessidade de liberação de armazenagem, a tendência é de manutenção do ritmo de comercialização da soja nas próximas semanas. No mercado externo, a demanda global segue firme, sustentando o fluxo de exportações brasileiras do complexo soja, que continua sendo um dos principais pilares da balança comercial do país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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