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Espírito Madeira 2024: Dia de Campo Demonstra Inovações em Equipamentos Florestais na Fazenda Pindobas

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No próximo dia 7 de novembro, durante a Feira Espírito Madeira – Design de Origem 2024, a PenzSaur promoverá um Dia de Campo especial na Fazenda Pindobas, situada no recém-inaugurado Distrito Turístico de Pindobas, em Venda Nova do Imigrante (ES). O evento, que ocorrerá pela manhã, proporcionará aos participantes a oportunidade de conhecer de perto as operações florestais e observar em campo a durabilidade e eficiência dos equipamentos da PenzSaur, referência no setor de máquinas florestais.

A demonstração está programada para as 9h e contará com a presença de Rodrigo Rubin, coordenador comercial da linha florestal da PenzSaur, que apresentará os equipamentos em operação. Desde 2006, a empresa tem fornecido maquinário para o Complexo Agroindustrial Pindobas, destacando a robustez e a longevidade de suas soluções, que serão exibidas em uso direto nas atividades florestais da fazenda.

Essa é a segunda participação da PenzSaur na Espírito Madeira. Formada em 2000 a partir de uma parceria entre a empresa gaúcha Saur e a austríaca Penz, a PenzSaur se destaca por oferecer soluções inovadoras para o setor florestal e de movimentação de cargas, com raízes que remontam à fundação da Saur em 1926.

A Fazenda Pindobas desempenha um papel relevante no turismo do Espírito Santo, sendo o primeiro distrito turístico oficial do estado, reconhecido por suas iniciativas em agroturismo e turismo de experiência. Além de ser uma área produtiva, o local é uma atração turística significativa, com foco na imigração italiana e na história local.

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O Dia de Campo da PenzSaur representa uma oportunidade única para os participantes da Espírito Madeira conhecerem as máquinas que impulsionam o setor florestal capixaba, além de interagir com especialistas e líderes da indústria. A demonstração prática enfatiza a importância do evento como uma plataforma de inovação e troca de conhecimentos no mercado florestal.

Sobre a Feira Espírito Madeira

A Espírito Madeira foi idealizada para conectar toda a cadeia produtiva da madeira em um único evento, abrangendo desde a área florestal até o alto design. Em sua primeira edição em 2023, a feira se consolidou como o mais completo evento do setor de madeira do Brasil, organizado pelo Montanhas Capixabas Convention & Visitors Bureau. O evento conta com o apoio de grandes instituições e inclui palestras, painéis e workshops ministrados por profissionais altamente qualificados, além de uma feira expositora com 60 expositores já confirmados, com uma expectativa de geração de R$ 54 milhões em negócios.

O sucesso da edição inaugural, que atraiu mais de 10 mil pessoas e movimentou R$ 26 milhões, reafirma a importância de um evento setorizado em uma região reconhecida por seu potencial turístico e pelo valor do agronegócio nacional. A programação da Espírito Madeira 2024 incluirá 30 madeireiras da região Amazônica, organizadas pelo Centro de Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem), além de diversas atividades como o Espaço Maker, as Olimpíadas da Madeira, e o espaço “Faça Você Mesmo”, com oficinas de casaca.

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O evento também destacará inovações sustentáveis na construção, florestas nativas plantadas, construções modulares com madeira, aço, vidro e pedras ornamentais, além de design de ponta. A programação completa, com 40 palestrantes e mais de 51 horas de conteúdo, promete enriquecer a experiência dos participantes e reforçar a relevância do setor.

Presenças confirmadas incluem instituições como Aderes, Amade, Act!On, BMV, Cipem, Ufes, Sistema Faes/Senar, Heringer, FNBF, Findes/Sesi/Senai, HFort, Idaf, IJSN, Jowat Adesivos, Maciel Soluções Empresariais, Maretto Produtos e Serviços Florestais, Minusa Forest, Nicola Marcenaria & Design, Paulete Almeida Arquitetura, PenzSaur, Placas do Brasil, Sebrae, Senai, Sindimol, SindMadeira, SindMóveis, Torabras, Teak Resources Company, Vantec e a Prefeitura Municipal de Venda Nova do Imigrante.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Projeto que dá poder de veto ao Mapa contra ‘canetadas’ ambientais avança na Câmara

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O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 5900/2025, uma proposta que cria um “freio de arrumação” na edição de normas federais e estabelece uma etapa obrigatória de avaliação técnica para qualquer medida que impacte o agronegócio.

Fruto de uma articulação direta da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), o texto determina que regras sobre produção, cultivo, manejo, transporte ou comercialização no campo passem pelo crivo prévio do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A medida ataca a insegurança jurídica que vinha travando licenças ambientais e linhas de crédito rural no País.

O projeto, de autoria do presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, traz como principal trunfo o caráter vinculante da manifestação do Mapa. Na prática, a análise econômica e de abastecimento feita pela pasta da Agricultura terá peso decisivo. Atos federais editados por outros órgãos (como o Ministério do Meio Ambiente ou Ibama) sem essa consulta prévia perderão a validade jurídica em relação às atividades produtivas afetadas.

A movimentação da FPA ocorreu em resposta a um gargalo que vinha tirando o sono dos produtores: o enquadramento de espécies de altíssima relevância econômica em regimes regulatórios restritivos por órgãos ambientais, tratando culturas tradicionais quase como ameaças ou invasoras.

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A coordenação de Meio Ambiente da bancada, que relatou o projeto por meio do deputado Pezenti (MDB-SC), sustentou que a falta de uma análise técnica integrada vinha gerando prejuízos severos na base produtiva, dificultando a renovação de licenças e fazendo com que bancos questionassem a liberação de custeio. Com o texto costurado pela frente parlamentar, ficam protegidas contra restrições surpresas cadeias como:

  • Aquicultura e Pesca: Cultivos de tilápia, tambaqui e camarão cinza;

  • Silvicultura: Florestas plantadas de eucalipto e pinus;

  • Fruticultura Tropical: Pomares de manga, goiaba e outras variedades;

  • Pecuária: Pastagens de brachiaria, base da carne bovina nacional.

A tese defendida pela FPA é de que a conservação ambiental e a produção agropecuária não são agendas excludentes, mas complementares. O foco do trabalho institucional foi blindar quem produz de normas redigidas por corpos burocráticos sem diálogo com a realidade prática do campo.

Para garantir que a proposta não fosse derrubada por vício de iniciativa (quando o Legislativo tenta interferir diretamente na estrutura interna do Poder Executivo), a FPA desenhou uma estratégia jurídica rigorosa no substitutivo aprovado em Plenário.

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Em vez de propor alterações na lei de organização dos ministérios, a bancada deslocou a nova regra diretamente para a Lei nº 8.171/1991, que institui a Política Agrícola Nacional. Essa engenharia jurídica protege o projeto contra futuros questionamentos nos tribunais e consolida a coordenação institucional como um princípio definitivo da política de Estado para o campo. A aprovação foi defendida pelos membros da frente como uma qualificação da tutela ambiental, obrigando o governo federal a sentar à mesa de forma coordenada antes de emitir qualquer portaria ou decreto normativo.

A aprovação do projeto pela Câmara representa uma vitória institucional robusta para a FPA e sinaliza estabilidade para o planejamento de longo prazo do setor, fator essencial para o fechamento de contratos internacionais e atração de capital privado para o agro.

Ao exigir uma análise de impacto socioeconômico antes de qualquer nova exigência regulatória, a medida estruturada pela bancada visa evitar o desabastecimento, proteger postos de trabalho no interior e impedir o encarecimento de alimentos fundamentais na mesa dos brasileiros. O texto segue agora para as próximas etapas de tramitação no rito legislativo.

Fonte: Pensar Agro

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