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Entregue pela gestão Emanuel Pinheiro, o novo Pronto-Socorro, localizado no HMC, celebra 5 anos como referência em saúde pública no estado

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Há exatos cinco anos, a saúde pública de Cuiabá deu um salto de qualidade e humanização com a inauguração da última etapa do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC): o novo e moderno Pronto-Socorro da capital, obra realizada integralmente pela gestão Emanuel Pinheiro. Com a inauguração da urgência e emergência, em 18 de novembro de 2019, o hospital consolidou-se como um marco nos atendimentos de média e alta complexidade no Sistema Único de Saúde (SUS), desempenhando papel essencial em momentos críticos, especialmente durante a pandemia de Covid-19.

Durante a crise sanitária global, o HMC assumiu a responsabilidade de atender todos os pacientes vítimas de acidentes ou com outros problemas de saúde não relacionados à Covid-19, oriundos de Cuiabá e de cidades do interior do estado. Essa decisão foi fundamental para garantir que as unidades de saúde dedicadas ao enfrentamento do coronavírus pudessem concentrar-se exclusivamente no combate à doença.

“O Hospital Municipal de Cuiabá vai além de ser um marco para nossa capital; ele é uma referência em saúde para todo o estado, que enfrenta grandes desafios na assistência médica. Sob a gestão da Prefeitura de Cuiabá, o HMC segue salvando vidas e oferecendo atendimento de qualidade. Durante a pandemia, demonstrou sua força ao servir como uma base sólida para a saúde da nossa população e, atualmente, continua exercendo com excelência seu papel como o maior hospital do estado”, destacou o prefeito Emanuel Pinheiro.

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Desde a abertura de sua estrutura física, em dezembro de 2018, o HMC tem sido reconhecido por sua grandiosidade. Em fevereiro de 2018, o hospital iniciou suas operações com a abertura do ambulatório de especialidades médicas. Em abril do mesmo ano, foram inauguradas as primeiras enfermarias. Já em maio, novos leitos de enfermaria entraram em funcionamento, juntamente com a abertura de um centro de exames de imagem. Em julho e agosto, os primeiros 40 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) começaram a operar. A última etapa foi marcada pela abertura do Pronto-Socorro e dos últimos 20 leitos de UTI. Com essa inauguração, o HMC tornou-se o maior hospital do estado, com 315 leitos, distribuídos entre adulto masculino, feminino e pediátrico, 60 UTIs, 38 leitos de emergência, 20 do CTQ, 13 de recuperação pós-anestésica e 6 salas de cirurgia. Atualmente, o HMC conta também com 6 UTIs pediátricas.

A construção do HMC foi viabilizada por um investimento federal de R$ 100 milhões, obtidos por meio do programa Chave de Ouro, lançado pelo Governo Federal em 2018. O ex-presidente Michel Temer foi peça-chave para a conclusão desse projeto.

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Hoje, o hospital segue atendendo milhares de pacientes por mês, reafirmando seu compromisso com a saúde e o bem-estar da população. “Ao completar cinco anos de funcionamento total, o HMC celebra sua trajetória de excelência e prepara-se para continuar sendo uma referência na área da saúde para as próximas gerações”, finalizou o prefeito.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Etanol hidratado cai em São Paulo e se aproxima do custo de produção, aponta Cepea

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O preço médio do etanol hidratado nas usinas do estado de São Paulo voltou a registrar queda na última semana, ainda que em ritmo menos intenso do que o observado em abril e maio. Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), as cotações já se aproximam dos custos de produção das unidades industriais, o que reduz a pressão vendedora no mercado spot.

O movimento confirma um cenário de enfraquecimento gradual dos preços do biocombustível, em meio ao aumento da oferta e à maior competitividade entre etanol e açúcar no mix produtivo das usinas.

Etanol hidratado atinge menor nível desde março de 2024

De acordo com o Cepea, o etanol hidratado registrou recuo de 0,67% na comparação semanal, sendo negociado a R$ 2,2166 por litro. Trata-se da segunda queda consecutiva e do menor patamar nominal desde março de 2024.

Desde o início de março, o combustível acumula desvalorização próxima de 25% na média das usinas paulistas, refletindo um ambiente de maior oferta no mercado interno.

A retração é explicada principalmente pelo aumento da moagem de cana-de-açúcar na região Centro-Sul e pela maior destinação da matéria-prima para a produção de etanol, em um cenário em que o açúcar também apresenta preços limitados de valorização.

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Maior oferta e etanol de milho ampliam pressão sobre preços

Além da maior disponibilidade de cana-de-açúcar, o mercado também é impactado pelo crescimento da produção de etanol de milho, que reforça a oferta total do biocombustível no país.

Segundo o Cepea, a combinação desses fatores sinaliza para um cenário de produção recorde em 2026, o que tende a manter o ambiente de preços pressionados no médio prazo.

Dados do setor apontam que, no Centro-Sul, a moagem de cana cresceu cerca de 34% no início da safra entre abril e meados de maio, enquanto a produção de etanol avançou 46,7% no mesmo período.

Usinas operam próximas do ponto de equilíbrio

Com a forte queda das cotações, agentes do mercado relatam que os preços atuais já se aproximam dos custos de produção das usinas, especialmente em unidades com menor eficiência industrial.

Diante desse cenário, parte dos vendedores optou por reduzir a participação no mercado spot, adotando postura mais cautelosa e aguardando sinais de recuperação das cotações.

A estratégia reflete a tentativa de evitar vendas em níveis considerados pouco remuneradores, em um ambiente de margens mais apertadas para o setor sucroenergético.

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Etanol anidro também registra retração

O etanol anidro, utilizado na mistura com gasolina, também acompanhou o movimento de baixa.

O indicador do Cepea registrou média de R$ 2,5108 por litro, valor líquido de impostos (sem PIS/Cofins), com recuo de 2,11% na comparação semanal.

A queda reforça a tendência de enfraquecimento geral do mercado de combustíveis derivados da cana-de-açúcar, ainda que em ritmos distintos entre os diferentes tipos de etanol.

Perspectiva do mercado segue atrelada à oferta de cana

O comportamento dos preços nas próximas semanas deve continuar fortemente influenciado pelo ritmo da moagem de cana no Centro-Sul, pela competitividade com o açúcar e pelo avanço da produção de etanol de milho.

Com oferta elevada e demanda relativamente estável, analistas avaliam que o mercado tende a permanecer sensível a ajustes de curto prazo, com oscilações limitadas enquanto não houver mudança significativa no equilíbrio entre produção e consumo.

O cenário reforça a necessidade de gestão mais cautelosa por parte das usinas, que enfrentam um período de margens comprimidas e maior competição entre produtos dentro da própria cadeia sucroenergética.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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