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Entidades alertam para risco de crise e perda de empregos na indústria química brasileira em 2026

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Entidades sindicais e empresariais do setor químico e petroquímico divulgaram uma carta-manifestação dirigida ao vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, alertando para o risco de uma crise generalizada na indústria química nacional.

O documento expressa preocupação com a indefinição do Regime Especial da Indústria Química (REIQ) para 2026, que, segundo as organizações, já vem provocando efeitos imediatos negativos, como fechamento de unidades industriais, redução de turnos e demissões em massa em diferentes regiões do país.

A falta de uma decisão clara sobre o regime tributário — que concede incentivos à produção nacional de insumos químicos — é apontada como ameaça à competitividade e à sobrevivência de empresas brasileiras frente à concorrência internacional.

Organizações sindicais e empresariais unidas pelo setor

A manifestação é assinada por importantes entidades representativas, entre elas:

  • Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo (Fequimfar);
  • Secretaria Nacional dos Químicos;
  • Confederação Nacional do Ramo Químico (CNQ);
  • Federação dos Trabalhadores do Ramo Químico no Estado de São Paulo (Fetquim);
  • Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).
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As entidades afirmam que a ausência de uma solução definitiva para o REIQ está provocando o fechamento de plantas industriais, afetando cadeias produtivas inteiras e comprometendo empregos altamente qualificados.

“Esses postos de trabalho, uma vez perdidos, dificilmente são recompostos, o que agrava os impactos sociais e econômicos”, destaca o texto da carta.

Desindustrialização e risco para o complexo petroquímico nacional

De acordo com as organizações, o setor químico brasileiro enfrenta uma das piores crises das últimas décadas, com risco de desindustrialização acelerada.

A carta alerta que o problema pode se estender ao núcleo do complexo petroquímico nacional, considerado essencial para a base industrial e tecnológica do país.

A instabilidade regulatória e a ausência de previsibilidade tributária são apontadas como fatores que enfraquecem a confiança dos investidores e comprometem a integração das cadeias produtivas.

Além disso, o documento cita o cenário global adverso, marcado por excesso de oferta em outros países, subsídios externos e práticas comerciais desleais, que têm pressionado as margens de lucro das empresas brasileiras.

Fechamentos e demissões no polo industrial de São Paulo

O estado de São Paulo, principal polo químico do país, já registra encerramento de operações industriais em cidades como Cubatão e Guarujá, segundo as entidades.

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Esses fechamentos resultaram na eliminação de vagas de trabalho diretas e indiretas, reduzindo a arrecadação e enfraquecendo economias locais.

As lideranças sindicais alertam que, sem uma política industrial sólida e estável, o Brasil corre o risco de perder parte significativa de sua base produtiva, ficando cada vez mais dependente de importações de produtos químicos e petroquímicos.

Setor cobra previsibilidade e medidas de proteção

No documento, as entidades pedem uma solução urgente por parte do governo federal para restabelecer a previsibilidade regulatória e garantir a competitividade da indústria nacional.

O objetivo é preservar os empregos formais, evitar a paralisação de novas plantas e assegurar condições mínimas para investimentos de longo prazo no setor químico.

“O momento exige decisões firmes para evitar um colapso industrial e proteger uma cadeia produtiva estratégica para o desenvolvimento do país”, conclui a carta.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Moradores celebram tapa-buracos e renovam esperança nos bairros de Cuiabá

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O mutirão de tapa-buracos realizado pela Prefeitura de Cuiabá tem sido aprovado por moradores das regiões atendidas nesta semana. No bairro Nossa Senhora Aparecida, a população destacou a melhoria na mobilidade urbana, a valorização dos imóveis e a necessidade de ampliar os trabalhos para outras localidades.

“É uma ótima ação que estão fazendo, maravilhosa e muito importante para a comunidade. O tapa-buraco é muito importante e muito bem-vindo a todos os moradores. Além da segurança na mobilidade, tem a questão da valorização dos imóveis. É uma iniciativa muito importante para nós”, explicou Gilda Barbosa Duarte Lima, moradora da região.

Segundo o secretário municipal de Infraestrutura e Obras, o objetivo é alcançar os bairros em todas as regiões da capital: Norte, Sul, Leste e Oeste. Nesta quinta-feira (23), além do bairro citado, vários outros contam com o serviço em andamento, como Parque Cuiabá, Residencial Coxipó, Cohab São Gonçalo, Jardim Gramado, Nossa Senhora Aparecida, Comodoro, Jardim Buriti, São José, Pedregal e Renascer, além de reparos emergenciais na área central da cidade.

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Gilda não mora no bairro, mas frequenta o comércio local, como lanchonete, restaurante e salão de beleza. Como referência, explicou a situação em que se encontrava a Rua Um. “Estava feia, com muitos buracos. E quando o poder público traz uma melhoria, o cidadão com certeza se sente valorizado também, porque chegou melhoria para o seu bairro. Isso é muito importante, poder andar na sua rua, não ter buraco, ser asfaltada a rua, porque tem muitos bairros que nem asfalto têm. Então, que a Prefeitura de Cuiabá continue trabalhando nesse sentido”, frisou Gilda.

Andreia Braz é empresária e revela que as ruas estavam bem precárias e tendem sempre a piorar com as chuvas, que desgastam ainda mais a pavimentação. “O que dizer, como se percebe com os reparos, eram muitos buracos em curto trecho, o que dificultava o trajeto. É uma questão de agradecimento por estarem aqui fazendo essa melhoria para nós, porque realmente a gente estava precisando”, destacou.

O próximo passo, segundo ela, é atender à demanda dos bueiros (bocas de lobo), porque quando chove, enche de água e alaga diversas ruas. “Fica impossibilitada a passagem de carros e de pessoas. Mas é isso, acredito que em breve virão para resolver em relação a isso também, agregando satisfação aos nossos clientes que frequentam os estabelecimentos comerciais, ouvimos reclamação. Acredito que com essa melhoria implementada vai melhorar e trazer resultados junto aos clientes”, disse.

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Em relação aos bueiros, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras realiza a desobstrução e limpeza, inclusive com hidrojatos, mas reconhece que a demanda é grande na capital.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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