AGRONEGÓCIO

Entenda como fertilizantes à base de aminoácidos podem ajudar na cultura da uva

Publicado em

De acordo com o Instituto de Economia Agrícola (IEA), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, o aumento no número de pés de uva voltados à viticultura aumentou oito vezes em 2023, em comparação com o ano anterior. Para garantir uma boa colheita, os produtores enfrentam alguns obstáculos, como as condições climáticas, que acabam afetando o cultivo. Em resposta a essas adversidades, a Ajinomoto® Fertilizantes, divisão de agronegócios da Ajinomoto do Brasil, apresenta soluções inovadoras que auxiliam os produtores rurais.

Os fertilizantes presentes no portfólio da empresa possuem aminoácidos em suas composições, que acabam desempenhando um papel fundamental na eficiência da absorção e no aproveitamento de nutrientes pelas plantas, garantindo maior mobilidade desses componentes em seu interior. A influência do clima e do solo no cultivo da uva é crucial para sua qualidade, e para enfrentar esses desafios, a Ajinomoto® Fertilizantes oferece soluções como o AMINO® Proline e o AMINO® Arginine.

“O AMINO® Proline é um fertilizante organomineral projetado para melhorar o rendimento das culturas, especialmente em condições adversas, como estresse hídrico e estresse térmico. Com uma composição única de aminoácidos, como prolina, ácido glutâmico e a glicina betaína, atua como osmorregulador, promovendo a retenção de água e a estabilidade celular. Já o AMINO® Arginine estimula o desenvolvimento do sistema radicular e fortalece as plantas diante de mudanças climáticas extremas, impulsionando o crescimento das raízes com uma mistura exclusiva de aminoácidos, com destaque para o ácido glutâmico e a arginina”, afirma Rafael Hirano, gerente da área técnica da Ajinomoto® Fertilizantes.

Leia Também:  Exportações do Agronegócio do RS Crescem 11,5% no Primeiro Trimestre de 2025

A linha de fertilizantes da Ajinomoto do Brasil apresenta diversos benefícios que fazem a diferença nas estratégias nutricionais pensadas para a saúde da plantação e do solo. “A habilidade dos nossos engenheiros agrônomos resulta em soluções que potencializam o desenvolvimento dos cultivos, sem prejudicar o meio ambiente”, conclui Rafael.

Fonte: Ajinomoto do Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Reino Unido amplia pressão e setor do agro brasileiro reage a novas restrições à carne

Published

on

O agronegócio brasileiro enfrenta um novo cenário de pressão no comércio internacional após a decisão da União Europeia (UE) de suspender, a partir de setembro, as exportações de carne brasileira, somada ao anúncio de que o Reino Unido também avalia impor restrições adicionais ao produto nacional.

O movimento conjunto dos mercados mais exigentes do mundo acende um alerta no setor pecuário e reforça a necessidade de adequação às regras sanitárias internacionais, especialmente no que se refere à rastreabilidade, uso de antimicrobianos e comprovação de conformidade produtiva.

Pressão internacional exige maior comprovação sanitária do Brasil

Especialistas avaliam que o principal desafio do Brasil não está apenas no cumprimento formal das normas, mas na capacidade de demonstrar, de forma auditável e contínua, que toda a cadeia produtiva atende aos padrões exigidos por mercados como o europeu e o britânico.

De acordo com a coordenadora de contratos e agronegócios do CSA Advogados, Ieda Queiroz, a União Europeia adota critérios rigorosos baseados em evidências verificáveis.

“A UE não trabalha com presunção de conformidade; ela exige evidências. Sem demonstrar, de forma verificável, o uso adequado de antimicrobianos e a rastreabilidade animal, o impacto será duradouro — e afeta a credibilidade global do país”, afirma.

A especialista ressalta que o avanço das restrições britânicas reforça que o tema não é pontual, mas sistêmico dentro do comércio internacional de proteínas animais.

“Quando outro mercado de alta exigência sanitária sinaliza restrições, fica claro que a governança sanitária brasileira está sob escrutínio internacional”, acrescenta.

MAPA articula resposta técnica para evitar ampliação das restrições

Diante do cenário, o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) trabalha na consolidação de relatórios técnicos para responder às exigências das autoridades europeias e buscar a reversão das medidas anunciadas.

Leia Também:  Plantio da safra verão 2023/24 de milho atinge 86,3% no Brasil - SAFRAS

A estratégia do governo envolve a apresentação de dados sobre controle sanitário, práticas de produção e sistemas de fiscalização adotados no país.

No entanto, especialistas destacam que a reabertura ou manutenção de mercados dependerá diretamente da capacidade de comprovação prática de conformidade ao longo de toda a cadeia produtiva da carne bovina.

Rastreamento e uso de antibióticos seguem no centro do debate

Embora o Brasil possua regulamentação que proíbe o uso de antibióticos como promotores de crescimento na pecuária, esse fator, isoladamente, não é suficiente para atender às exigências dos mercados europeu e britânico.

As autoridades internacionais também demandam rastreabilidade individual dos animais, auditorias independentes e documentação completa de todas as etapas do processo produtivo, desde a origem até o abate e processamento.

Segundo especialistas, a diferença entre a legislação vigente e a implementação prática desses controles ainda representa um dos principais entraves para o acesso pleno a mercados mais rigorosos.

“A distância entre norma e prática ainda é grande”, avalia Ieda Queiroz.

Competitividade da carne brasileira pode ser impactada

O aumento das exigências internacionais ocorre em um momento em que o Brasil ocupa posição de destaque no comércio global de proteínas animais, com forte participação em mercados da Ásia, Oriente Médio e Europa.

Leia Também:  Mercados globais observam transformação estrutural na economia dos EUA

No entanto, a ampliação das barreiras sanitárias pode impactar diretamente a competitividade do setor, caso o país não consiga comprovar com robustez a conformidade de seus sistemas produtivos.

Especialistas alertam que a manutenção e expansão da presença brasileira no mercado internacional dependerá cada vez mais de transparência, rastreabilidade e alinhamento com padrões globais de governança sanitária.

Setor agropecuário entra em fase de adaptação e resposta

O cenário reforça a necessidade de adaptação estrutural do setor agropecuário brasileiro, especialmente na pecuária de corte, que depende fortemente do mercado externo.

A tendência é de maior pressão por sistemas integrados de controle, digitalização de processos e fortalecimento de auditorias independentes, com foco na comprovação de origem e conformidade sanitária.

Com a União Europeia avançando em restrições e o Reino Unido sinalizando medidas semelhantes, o Brasil enfrenta um momento decisivo para consolidar sua reputação como fornecedor global de carne dentro dos padrões exigidos pelos mercados mais rigorosos do mundo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA