AGRONEGÓCIO

Encontro une Embrapa, IMA e Fundação MT e foca no manejo de resistência de pragas, doenças e invasoras

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O engenheiro agrônomo Marcelo Lima, gerente técnico da AgBiTech Brasil, fala no dia 31 de outubro, às 8h, sobre o benefício do controle biológico no manejo de resistência de pragas. Ele é um dos convidados do 3º Seminário Sobre Manejo de Resistência, encontro cuja organização reúne a Embrapa, o IMA – Instituto Mato-Grossense do Algodão e a Fundação MT, na capital Cuiabá, até o dia 1º de novembro.

De acordo com os organizadores, o objetivo é divulgar e discutir resultados de estudos, conduzidos nas lavouras de Mato Grosso, com ênfase na resistência de pragas, doenças e plantas daninhas, visando a subsidiar, tecnicamente, produtores e consultores no tocante às melhores estratégias para manejo da resistência. Participam também da iniciativa institutos de pesquisas e ensino, setores da indústria e agricultores.

Na apresentação da AgBiTech, o agrônomo Marcelo Lima mostrará dados recentes, obtidos a campo, que demonstram a relevância dos bioinseticidas à base de baculovírus no manejo da resistência, nas principais culturas agrícolas do país.

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De origem australo-americana, a AgBiTech tornou-se a maior fabricante mundial de bioinseticidas com baculovírus. No Brasil, a companhia se encontra em sua sétima safra comercial, na posição de líder do mercado de biolagarticidas nas culturas de soja, milho e algodão, com share médio de aproximadamente 50%, segundo informa o diretor de marketing da empresa, Pedro Marcellino.

“Esse avanço decorreu do aumento da adesão à linha de tecnologias da marca nas estratégias de manejo das principais lagartas que atacam cultivos, sobretudo Helicoverpa, Chrysodeixis includens, Spodoptera frugiperda e Rachiplusia nu”, destaca o executivo.

Desde 2002, a AgBiTech fornece produtos consistentes, de alta tecnologia, que ajudam a tornar a agricultura mais rentável e sustentável. A empresa combina experiência a campo com inovação científica. Trabalha com agricultores, consultores e pesquisadores e desenvolve soluções altamente eficazes para manejo de pragas agrícolas. Controlada pelo fundo de Private Equity Paine Schwartz Partners (PSP), a AgBiTech fabrica toda a sua linha de produtos na mais moderna unidade produtora de baculovírus do mundo, em Dallas (Texas, EUA).

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Fonte: AgBiTech Brasil

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de soja dos EUA seguem 20% abaixo do ano passado, enquanto embarques de milho avançam 26%, aponta USDA

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu mais recente relatório semanal de embarques de grãos, confirmando o forte desempenho das exportações norte-americanas de milho e o ritmo ainda mais lento da soja em comparação com a temporada anterior.

Os dados referentes à semana encerrada em 11 de junho mostram que os embarques de soja e milho ficaram dentro das expectativas do mercado, enquanto o trigo apresentou resultado inferior ao esperado pelos analistas.

O relatório é acompanhado de perto por agentes do agronegócio mundial por servir como importante indicador da demanda internacional pelos grãos produzidos nos Estados Unidos, principal concorrente do Brasil no mercado global.

Embarques de soja permanecem abaixo da temporada passada

De acordo com o USDA, os Estados Unidos embarcaram 522,687 mil toneladas de soja na última semana, volume situado dentro da faixa projetada pelos operadores, que variava entre 345 mil e 600 mil toneladas.

Apesar do desempenho semanal positivo, o acumulado da safra 2025/26 ainda demonstra desaceleração em relação ao ano anterior.

Até o momento, os embarques norte-americanos de soja somam 36,596 milhões de toneladas, resultado 20% inferior ao registrado no mesmo período da temporada passada.

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O cenário reforça a forte concorrência no mercado internacional de soja, especialmente diante da ampla oferta brasileira e do avanço das exportações da América do Sul nos últimos meses.

Milho mantém ritmo forte e supera temporada anterior

No milho, os números seguem impressionando o mercado internacional.

Os embarques semanais alcançaram 1,637 milhão de toneladas, dentro das projeções que variavam entre 1,5 milhão e 2 milhões de toneladas.

Com esse resultado, o volume total embarcado pelos Estados Unidos na temporada chega a 65,614 milhões de toneladas, um crescimento de 26% em comparação ao mesmo período do ciclo anterior.

O desempenho confirma a forte demanda global pelo cereal norte-americano e reforça a competitividade dos Estados Unidos no comércio internacional de milho.

Segundo a analista internacional Karen Braun, o ritmo atual das exportações é historicamente elevado.

Ela destaca que os embarques de soja vêm permanecendo acima da média semanal há vários meses, enquanto os volumes de milho continuam muito superiores aos padrões históricos.

A especialista observa ainda que, na semana anterior, os embarques de milho ultrapassaram a marca de 2 milhões de toneladas pela quinta vez no atual ano comercial, um desempenho considerado raro dentro das mais de quatro décadas de registros disponíveis.

Trigo decepciona e fica abaixo das expectativas

Diferentemente da soja e do milho, os embarques de trigo apresentaram desempenho mais fraco.

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O USDA informou exportações semanais de 334,292 mil toneladas, abaixo da faixa esperada pelo mercado, que variava entre 350 mil e 550 mil toneladas.

Com o início do ano comercial 2026/27 para o trigo em 1º de junho, o volume acumulado de embarques alcança 554,075 mil toneladas.

O resultado representa uma queda de 6% em relação ao registrado no mesmo período da temporada anterior.

Mercado acompanha demanda global por grãos

Os números divulgados pelo USDA reforçam o atual cenário de forte demanda mundial por milho, ao mesmo tempo em que evidenciam os desafios enfrentados pela soja norte-americana para recuperar participação no mercado internacional.

Para produtores, exportadores e tradings, os dados seguem sendo um importante termômetro da competitividade dos Estados Unidos e da dinâmica global do comércio de grãos.

Nas próximas semanas, o mercado continuará monitorando o avanço da safra norte-americana, o comportamento da demanda internacional e a competitividade das exportações brasileiras, fatores que devem influenciar diretamente a formação dos preços globais de soja, milho e trigo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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