AGRONEGÓCIO

Empresa especialista em tecnologia de aplicação leva informação aos produtores mato-grossenses

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Com o objetivo de levar conhecimento e informar os produtores sobre tecnologias de aplicação de produtos nas lavouras, a Sell Agro, empresa rondonopolitana, participa este mês de dois importantes eventos do setor em Mato Grosso. De 9 a 12, do Parecis Super Agro, em Campo Novo do Parecis, distante 385 km da capital Cuiabá, e ainda da Norte Show, de 16 a 19 em Sinop, Norte do Estado.

Durante as feiras, a companhia irá expor um portfólio completo de adjuvantes e outros produtos que auxiliam o produtor a alcançar melhores produtividades, a economizar e ainda aperfeiçoar as operações na fazenda. “Convidamos toda a classe produtora dessas regiões para passar pelos nossos estandes e entender um pouco mais sobre os benefícios das soluções da empresa. Estamos à disposição para sanar dúvidas e apresentar as novidades”, diz Leandro Viegas, CEO da Sell Agro.

Mato Grosso é protagonista quando se fala em agronegócio. É cada vez maior o destaque do Estado na produção de grãos e fibras, além de outras commodities como o girassol, por exemplo. Paralelo a isso, a realização de dias de campo, eventos técnicos e feiras, são fundamentais para difundir novas tecnologias e informações relevantes à classe produtora. “Para nós como uma empresa nascida em MT, é fundamental estarmos cada vez mais próximos do produtor do Estado e poder compartilhar conhecimento e apresentar ferramentas que realmente sejam eficazes para eles”, completa Viegas.

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A Parecis Super Agro

A 15ª edição da Parecis SuperAgro, ocorre na região do maior Chapadão agricultável do mundo e tem como proposta fazer uma imersão no “futuro da agricultura”. Durante a feira, além da realização de rodadas de negócios, estandes expositores, lançamento de maquinários e vitrines tecnológicas de áreas de plantio, ocorrerão uma série de palestras técnicas.

A expectativa dos organizadores da Parecis SuperAgro é de que a feira ultrapasse os números de 2023. No último ano, o evento contou com mais de 6 mil visitantes por dia e mais de 2 mil profissionais trabalhando durante os quatro dias do evento.

Norte Show

A Norte Show 2024 será realizada no Parque Tecnológico de Sinop e a expectativa dos organizadores é ultrapassar os R$ 4,1 bilhões comercializados na edição passada, que reuniu ainda cerca de 1.900 marcas e mais de 50 mil pessoas. Para este ano a programação contará com soluções tecnológicas para o homem do campo, palestras magnas e técnicas, oficinas, demonstração de produtos, leilões, novidades em maquinários, implementos agrícolas, veículos, tudo isso com foco em agricultura familiar, agricultura de precisão e pecuária.

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Fonte: Ruralpress

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Milho ganha força com demanda aquecida e exportações, mas clima segue no radar para a safra 2026/27

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O mercado brasileiro de milho vive um momento de sustentação dos preços, impulsionado pela demanda doméstica aquecida, pelo ritmo das exportações e pelas incertezas climáticas que cercam a próxima safra. A avaliação faz parte do relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA, que destaca um ambiente de maior atenção dos agentes do mercado diante dos desafios para o ciclo 2026/27.

Mesmo com o avanço da colheita da segunda safra, considerada uma das mais importantes para o abastecimento nacional, os preços seguem encontrando suporte na forte demanda dos setores de proteína animal, etanol de milho e exportação.

Segundo os analistas, a dinâmica do mercado indica que a disponibilidade do cereal deve aumentar nos próximos meses, mas fatores climáticos e logísticos continuarão influenciando a formação dos preços.

Demanda doméstica continua sendo principal sustentação

A indústria de carnes, especialmente os segmentos de aves e suínos, mantém elevado consumo de milho para ração. Além disso, o crescimento da produção de etanol de milho segue ampliando a participação do cereal na matriz energética brasileira.

Esse cenário contribui para absorver parte importante da oferta gerada pela safrinha, reduzindo a pressão de baixa sobre os preços mesmo em um período de maior entrada do produto no mercado.

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As exportações também permanecem como um componente relevante para o equilíbrio entre oferta e demanda, favorecidas pela competitividade do milho brasileiro no mercado internacional.

El Niño aumenta preocupação com a próxima temporada

Embora o cenário atual seja relativamente confortável para o abastecimento, o mercado já começa a monitorar os impactos do fenômeno El Niño sobre a safra 2026/27.

De acordo com o Itaú BBA, a confirmação do fenômeno climático eleva os riscos para o calendário agrícola brasileiro, especialmente em regiões do Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

A preocupação está relacionada principalmente à possibilidade de irregularidade das chuvas e ao encurtamento da janela ideal de plantio da próxima safra, fatores que podem comprometer o potencial produtivo do cereal.

Além dos desafios climáticos, os produtores também enfrentam um ambiente de custos ainda elevados, exigindo maior planejamento e gestão de risco para a próxima temporada.

Oferta da safrinha deve ampliar disponibilidade do cereal

Com o avanço da colheita da segunda safra, a tendência é de aumento gradual da oferta física de milho no mercado interno durante os próximos meses.

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Apesar desse movimento, a expectativa é de que a demanda consistente limite quedas mais acentuadas nas cotações, especialmente em regiões com forte presença da indústria de proteína animal e das usinas de etanol de milho.

Outro fator que segue no radar é o comportamento do dólar, que influencia diretamente a competitividade das exportações brasileiras e a formação dos preços domésticos.

Mercado deve seguir atento ao clima e ao cenário global

Além das condições climáticas no Brasil, os agentes acompanham o desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, principal produtor mundial do cereal. Alterações no potencial produtivo norte-americano podem gerar reflexos diretos nos preços internacionais e, consequentemente, no mercado brasileiro.

Para o Itaú BBA, o milho entra no segundo semestre com fundamentos relativamente positivos, mas em um ambiente que exige atenção redobrada ao clima, à evolução da demanda e ao comportamento das exportações.

Diante desse cenário, a gestão comercial e o monitoramento dos riscos climáticos serão determinantes para produtores e investidores do setor ao longo dos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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