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Embrapa mostra tecnologias para sistemas integrados na Abertura da Colheita do Arroz

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A Embrapa Pecuária Sul estará presente na 34ª Abertura Oficial da Colheita do Arroz e Grãos em Terras Baixas, que será realizada na Estação Terras Baixas, da Embrapa Clima Temperado, em Capão do Leão/RS, entre os dias 21 e 23 de fevereiro. Durante o evento serão apresentadas soluções tecnológicas que contribuem para o desenvolvimento da pecuária e de sistemas integrados, além da participação em eventos técnicos.

O evento é uma realização da Federação das Associações de Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Embrapa, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Rio Grande do Sul (Senar/RS) e apoio do Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga).

Entre as tecnologias apresentadas no evento, estão alternativas de forrageiras para a pecuária e sistemas integrados. Nesse sentido, os visitantes poderão conferir, na vitrine instalada na estação experimental, cultivares desenvolvidas pela Embrapa Pecuária Sul e disponibilizadas para o produtor, contribuindo para melhor planejamento forrageiro das propriedades. Um dos destaques é a cultivar de capim-sudão BRS Estribo, lançada há mais de dez anos e que vem sendo muito utilizada na região Sul do Brasil.

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Também estarão disponíveis na vitrine as cultivares de trevo-branco BRS URS Entrevero e de trevo-vermelho URS BRS Mesclador, leguminosas de grande potencial para a utilização em consorciação na formação de pastagens de inverno. Já a tecnologia Pasto sobre Pasto preconiza o uso de mesclas de cultivares forrageiras em uma mesma área, mantendo sempre plantas vivas ao longo do ano, com objetivo de ampliar a oferta de pasto e eliminar os chamados vazios forrageiros.

A Embrapa também vai mostrar tecnologias voltadas para a prevenção e controle de plantas indesejadas. Uma dessas tecnologias é o Método Integrado de Recuperação de Pastagens Degradadas (Mirapasto), desenvolvido pela Embrapa Pecuária Sul, e que permite a reversão da degradação da pastagem nativa e o controle do capim-annoni, principal invasora de pastagens da região Sul, de forma econômica e sem a necessidade de mobilização do solo.

Outro destaque é o aplicador seletivo de herbicida Campo Limpo, uma importante ferramenta para a recuperação de pastagens degradadas, pois possibilita o controle de gramíneas indesejáveis como o capim-annoni e o capim-navalha e também plantas tóxicas de folha larga como a maria-mole, flor-das-almas e mio-mio.

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Essas tecnologias estarão sendo apresentadas em estações a campo por pesquisadores da Embrapa Pecuária Sul: Danilo Sant’Anna (Pasto sobre Pasto), Naylor Perez (controle de plantas indesejadas) e Gustavo Silva (cultivares forrageiras). A pesquisadora Fabiane Lamego, da Embrapa Clima Temperado, também estará atendendo na estação de controle de plantas indesejadas.

Pesquisadores da Embrapa Pecuária Sul também participam dos debates técnicos programados para o evento. Na quinta-feira (22/02), dentro do painel “Manejo de plantas daninhas em sistemas de produção em Terras Baixas”, os pesquisadores Naylor Perez e Fabiane Lamego (Embrapa Clima Temperado) vão apresentar palestra sobre o controle de plantas indesejadas em sistemas forrageiros e de integração lavoura-pecuária. Já na sexta-feira (23/02), será a vez do pesquisador Daniel Montardo falar sobre a evolução e histórico no melhoramento de plantas forrageiras, destacando o papel da Embrapa no processo de melhoramento genético e lançamento de cultivares.

Foto: Manuela Bergamim

Fonte: Embrapa Pecuária Sul

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de proteínas animais disparam em maio e carne de frango lidera avanço brasileiro

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As exportações brasileiras de proteínas animais seguem aquecidas em maio de 2026, reforçando o protagonismo do agronegócio nacional no comércio global de alimentos. Dados divulgados pela Secex apontam avanço consistente nos embarques de carne de frango e carne suína, com destaque para o desempenho do setor avícola, que lidera em volume e faturamento.

O cenário positivo reflete a forte demanda internacional pelas proteínas brasileiras, favorecida pela competitividade dos produtos nacionais e pela ampliação das compras em mercados estratégicos.

Carne de frango lidera exportações brasileiras de proteínas

A carne de frango manteve a liderança entre as proteínas animais exportadas pelo Brasil neste mês. Segundo os dados da Secex, os embarques de carnes de aves e miudezas comestíveis frescas, refrigeradas ou congeladas somaram 238,3 mil toneladas até a segunda semana de maio.

A receita acumulada alcançou US$ 450,4 milhões no período, com média diária de US$ 45 milhões. O volume médio exportado ficou em 23,8 mil toneladas por dia útil.

Além do elevado ritmo de embarques, o setor avícola brasileiro manteve forte competitividade internacional. O preço médio da proteína exportada foi de US$ 1.889,9 por tonelada, consolidando o Brasil entre os principais fornecedores globais de carne de frango.

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O desempenho positivo ocorre em meio ao aumento da demanda internacional por proteínas de menor custo e ao fortalecimento das exportações brasileiras para mercados da Ásia, Oriente Médio e América Latina.

Carne suína mantém crescimento nas vendas externas

A carne suína também apresentou resultado expressivo nas exportações brasileiras ao longo da primeira metade de maio. De acordo com a Secex, os embarques de carne suína fresca, refrigerada ou congelada totalizaram 55,5 mil toneladas no período.

A receita gerada pelas vendas externas chegou a US$ 138,4 milhões, com média diária de faturamento de US$ 13,8 milhões.

O volume médio exportado ficou em 5,5 mil toneladas por dia útil, enquanto o preço médio negociado atingiu US$ 2.491,6 por tonelada.

Mesmo com volume inferior ao registrado pela carne de frango, o setor suinícola brasileiro segue sustentado pela ampliação da demanda internacional e pela consolidação da proteína nacional em importantes mercados importadores.

A valorização dos preços médios também reforça a competitividade da carne suína brasileira no mercado externo.

Exportações de pescado têm menor participação em maio

Entre os segmentos analisados pela Secex, o pescado inteiro vivo, morto ou refrigerado apresentou participação mais modesta nas exportações brasileiras em maio.

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Até a segunda semana do mês, o setor embarcou 419,7 toneladas, gerando receita de US$ 2,15 milhões.

A média diária de faturamento ficou em US$ 215 mil, enquanto o volume médio exportado atingiu 42 toneladas por dia útil.

Apesar da menor representatividade em relação às carnes de aves e suína, o pescado registrou o maior valor médio por tonelada entre as proteínas analisadas. O preço médio negociado alcançou US$ 5.122,9 por tonelada exportada.

Agronegócio brasileiro mantém força no mercado global

O avanço das exportações de proteínas animais reforça a posição estratégica do Brasil como um dos maiores fornecedores mundiais de alimentos.

O desempenho positivo de frango, carne suína e pescado em maio mostra a força do setor exportador brasileiro, que segue beneficiado pela demanda internacional aquecida, pelo câmbio favorável e pela competitividade da produção nacional.

A expectativa do mercado é de continuidade no ritmo elevado de embarques ao longo do segundo trimestre, especialmente para os segmentos de aves e suínos, que seguem ampliando presença nos principais destinos globais.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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