AGRONEGÓCIO

Emater Goiás e OVG assinam termo de doação da safra 2024 de pequi

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O presidente da Emater Goiás, Rafael Gouveia, assinou nesta terça-feira, 25 de junho, um termo com a Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) para doação da safra de pequi deste ano. A iniciativa visa contribuir com a alimentação de milhares de pessoas em situação de vulnerabilidade social atendidas pela instituição. A parceria foi firmada durante visita da diretora geral da OVG, Adryanna Melo Caiado, e equipe à sede administrativa da Emater.

“O pequi é um fruto nativo do Cerrado e símbolo da culinária do Estado de Goiás. No ano passado, a produção da Emater bateu recorde. Colhemos mais de 10 toneladas de pequi e devido a alta produção, doamos 7,5 toneladas para o Banco de Alimentos da OVG”, relembrou o presidente da Emater, Rafael Gouveia.

A diretora geral da OVG, Adryanna Caiado, comemora a parceria e ressalta a importância das doações para manter o trabalho junto às famílias assistidas pela instituição. “O Banco de Alimentos da OVG hoje conta com as doações de empresas e instituições para garantir alimentos de qualidade na mesa de milhares de goianos em todo estado”, pontua.

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Durante a visita, o presidente da Emater, Rafael Gouveia, convidou toda a Diretoria da OVG para conhecer o viveiro de mudas de pequi e o jardim clonal, que ficam na sede da instituição.

Os frutos que serão doados são cultivados na Estação Experimental Nativas do Cerrado da sede do órgão, em Goiânia. Neste local, estão plantados cerca de mil pés do pequi. Além disso, a Emater possui o maior banco de germoplasma de pequi no mundo, onde reúne diferentes variedades de pequi encontradas na natureza, em diversas cidades e estados, por meio de clonagem e enxertia. As plantas que fazem parte do banco estão distribuídas nas unidades de pesquisa da agência em Goiânia, Anápolis, Porangatu e Araçu.

A OVG

A Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) é uma entidade sem fins lucrativos que proporciona dignidade e respeito ao investir na cidadania por meio de programas sociais. O trabalho, realizado em parceria com o Governo do Estado, prefeituras municipais e instituições da sociedade civil, beneficia diversos segmentos da população, como crianças, adolescentes, idosos, estudantes, gestantes, vítimas de queimaduras e famílias em situação de vulnerabilidade social de todos os 246 municípios goianos.

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O Banco de Alimentos beneficia milhares de pessoas vulneráveis em Goiás. No ano passado, a iniciativa doou 1,2 mil toneladas de alimentos in natura, além de quase 500 mil pacotes de frutas desidratadas e Mix do Bem.

Antes de chegar nas mãos dos beneficiados, as frutas, legumes e verduras são separadas e higienizadas antes da doação para garantir a qualidade dos produtos e a dignidade de quem os recebe. Os alimentos são doados por concessionários, permissionários e pequenos produtores, que se unem e repassam os produtos para a OVG.

A equipe do Banco de Alimentos também orienta as famílias e as entidades sociais sobre como evitar o desperdício de frutas e hortaliças, higienização e cuidados no armazenamento. As ações de conscientização contribuem para que as pessoas consigam aproveitar ao máximo as doações que recebem e tenham refeições saudáveis, garantindo mais segurança alimentar a todos.

Fonte: Emater Goiás

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de carne bovina do Brasil disparam em 2026 e superam 1,3 milhão de toneladas até maio

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As exportações brasileiras de carne bovina seguem em forte expansão em 2026. Em maio, o Brasil embarcou 297 mil toneladas da proteína para o mercado internacional, volume 17,8% superior ao registrado no mesmo mês de 2025. O desempenho reforça o protagonismo do país no comércio global de carne bovina e consolida a trajetória de crescimento observada ao longo do ano.

Os dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), compilados pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), mostram que o faturamento das exportações atingiu US$ 1,83 bilhão em maio, avanço de 6,5% em relação ao mês anterior.

Além do aumento nos embarques, o setor também foi beneficiado pela valorização do produto no mercado internacional. O preço médio da carne bovina exportada alcançou US$ 6.163 por tonelada, registrando alta de 3,5% na comparação com abril.

China responde por mais da metade das exportações brasileiras

A China permaneceu como principal destino da carne bovina brasileira, ampliando sua participação nas compras externas e sustentando o crescimento das exportações nacionais.

Em maio, os chineses adquiriram 157,6 mil toneladas da proteína, movimentando US$ 1,06 bilhão. O volume representa crescimento de 39,6% em relação ao mesmo período do ano passado e corresponde a 53,1% de toda a carne bovina exportada pelo Brasil no mês.

O avanço das compras chinesas ocorre em um momento de antecipação dos embarques por parte dos importadores, diante da implementação de medidas de salvaguarda anunciadas pelo governo do país asiático para o setor de carne bovina.

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Estados Unidos mantêm posição estratégica entre os compradores

Os Estados Unidos seguiram como o segundo principal mercado para a carne bovina brasileira em maio. As exportações para o país somaram 28,8 mil toneladas, gerando receita de US$ 195,6 milhões.

Na comparação anual, os embarques para o mercado norte-americano cresceram 5,1%, demonstrando a manutenção da demanda mesmo em um cenário de maior concorrência internacional.

Entre os principais compradores também se destacaram a Rússia, com importações de 13,7 mil toneladas, o Chile, com 8,5 mil toneladas, e a União Europeia, que adquiriu 8,3 mil toneladas da proteína brasileira durante o mês.

Carne in natura domina receita das exportações

A carne bovina in natura continua sendo o principal produto exportado pelo setor. Em maio, essa categoria respondeu por 88,2% do volume total embarcado e por 93,1% de toda a receita obtida com as exportações brasileiras.

O faturamento da carne in natura atingiu aproximadamente US$ 1,7 bilhão no período, reforçando sua relevância para a balança comercial do agronegócio brasileiro.

Brasil acumula mais de 1,38 milhão de toneladas exportadas em 2026

No acumulado dos cinco primeiros meses do ano, as exportações brasileiras de carne bovina alcançaram 1,388 milhão de toneladas, crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período de 2025.

A receita gerada pelo setor chegou a US$ 7,88 bilhões entre janeiro e maio, refletindo tanto o aumento do volume exportado quanto a valorização dos preços internacionais.

O preço médio das exportações brasileiras atingiu US$ 5.677 por tonelada no período, significativamente acima dos US$ 4.824 por tonelada registrados nos cinco primeiros meses do ano passado.

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Diversificação de mercados fortalece competitividade brasileira

A China segue liderando o ranking anual de compradores, com 631,9 mil toneladas importadas e faturamento de US$ 3,78 bilhões. O país asiático respondeu por 45,5% do volume exportado pelo Brasil e por 48% de toda a receita gerada pelo setor no acumulado de 2026.

Os Estados Unidos aparecem na segunda posição, com 178,6 mil toneladas embarcadas e receita superior a US$ 1,16 bilhão. Na sequência estão Chile, Rússia e União Europeia, todos registrando crescimento nas importações da proteína brasileira.

Segundo a ABIEC, o desempenho positivo reflete a ampla presença da carne bovina brasileira no mercado internacional.

Atualmente, o produto nacional está presente em mais de 177 destinos ao redor do mundo, estratégia que contribui para ampliar a competitividade do setor, reduzir riscos comerciais e fortalecer a posição do Brasil como um dos maiores exportadores globais de proteína animal.

Perspectivas seguem positivas para o restante do ano

Com demanda internacional aquecida, preços sustentados e diversificação crescente dos mercados compradores, o setor de carne bovina mantém perspectivas favoráveis para os próximos meses.

A continuidade do forte ritmo de exportações reforça a importância da pecuária de corte para o agronegócio brasileiro e para a geração de divisas, consolidando o país como um dos principais fornecedores mundiais de carne bovina.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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