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Emanuel Pinheiro destaca avanços históricos em  quase oito anos de gestão em Cuiabá

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, destacou, em recentes entrevistas, os avanços significativos alcançados ao longo de seus quase oito anos de administração. Segundo Pinheiro, sua gestão proporcionou uma verdadeira revolução em diversos setores fundamentais da cidade.

“Conseguimos universalizar o saneamento em Cuiabá, algo inédito na história da nossa capital. Isso representa um marco em saúde e qualidade de vida para todos os cuiabanos”, afirmou o prefeito. Atualmente, mais de 90% da cidade já conta com rede de esgotamento sanitário.

O gestor também relembrou que a capital foi premiada três vezes pelo renomado instituto Trata Brasil pelos investimentos realizados. “Cuiabá lidera o Ranking do Saneamento do Instituto Trata Brasil de 2024 como a capital brasileira que mais investiu em saneamento básico, com R$ 472,42 por habitante”.

Pinheiro também enfatizou a conquista de fornecer uniformes escolares para 100% dos alunos da rede municipal, que atualmente atende 59 mil alunos. “Todas as crianças que estudam na rede pública de ensino de Cuiabá recebem seus uniformes, o que contribui para a igualdade e autoestima dos nossos estudantes”, explicou.

Outro ponto destacado foi a climatização das 169 unidades escolares da rede municipal. “Quando assumi, apenas 15% da rede tinha ar-condicionado nos ambientes. Hoje, alcançamos 100% de climatização, garantindo mais conforto e dignidade para nossos alunos”, ressaltou Pinheiro.

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Sobre a infraestrutura viária, o prefeito mencionou o avanço do Contorno Leste, uma obra estratégica para a mobilidade urbana. “Estamos entregando 75% do Contorno Leste, que será a maior avenida de Cuiabá, uma via essencial para desafogar o trânsito e melhorar a circulação pela cidade”, destacou. A via, que contará com 17,3 km em cada sentido da pista, terá iluminação LED, calçamento e ciclovia.

Nos próximos dias, a gestão entregará 6,5 km da obra, que já está em uso pela população. A maior obra de mobilidade executada ao longo de 50 anos para a capital interliga a região do Distrito Industrial à Rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251).

No setor da saúde, Emanuel Pinheiro relembrou um de seus compromissos mais importantes: a construção e modernização do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). “Acabamos com a vergonhosa situação do antigo Pronto-Socorro, que era um retrato do descaso. Transformamos esse local em um hospital decente, moderno, e incluímos um Pronto-Socorro totalmente equipado dentro dele”, enfatizou.

Ele também mencionou as duas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) – Leblon e Verdão – que foram construídas por sua administração. “Quando assumi, essas unidades estavam em condições precárias, com o piso de chão batido. Hoje, elas estão reformadas e equipadas para atender a população com dignidade”, afirmou o prefeito.

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Por fim, Pinheiro destacou a criação do programa AMOR (Assistência Médica e Odontológica Rural), que leva serviços de saúde da atenção primária até as áreas rurais. “Esse programa é um exemplo de como conseguimos expandir o cuidado e a presença da saúde pública em todas as regiões de Cuiabá, garantindo que ninguém fique sem assistência”, concluiu.

O prefeito Emanuel Pinheiro reforçou que esses avanços são parte de seu compromisso em transformar Cuiabá em uma cidade mais justa e moderna. “Meu compromisso é diário com as pessoas. Por uma cidade cada vez melhor e mais moderna. São milhares de ações realizadas, pensadas e implementadas para atender o que uma cidade tem de mais importante: as pessoas”, finalizou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Uso de satélite para barrar crédito rural gera novo debate no setor

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A nova regra que condiciona o acesso ao crédito rural ao monitoramento ambiental por satélite abriu uma frente de tensão entre produtores, Congresso e governo federal. Desde 1º de abril, bancos que operam recursos do Plano Safra passaram a consultar automaticamente dados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento da Floresta Amazônica Brasileira por Satélite (Prodes) antes da liberação dos financiamentos agropecuários.

O centro da discussão está nos chamados “falsos positivos”, situações em que alterações na cobertura vegetal identificadas pelo sistema acabam sendo interpretadas como desmatamento irregular, mesmo quando decorrem de atividades produtivas permitidas ou manejos regulares dentro da propriedade.

Segundo a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), produtores vêm relatando dificuldades para acessar crédito em casos envolvendo limpeza de pastagem, manejo agrícola, renovação de áreas produtivas e até colheita de florestas plantadas, como eucalipto.

A preocupação do setor é que o sistema utilizado para monitoramento identifica mudanças na vegetação, mas não consegue, sozinho, diferenciar imediatamente uma atividade legal de um desmatamento irregular.

Com isso, o bloqueio ao crédito pode ocorrer antes mesmo de qualquer análise individualizada do caso. Isso inverte o ônus da prova e  obriga o produtor a comprovar posteriormente que a alteração apontada pelo satélite não configura infração ambiental. O processo pode envolver laudos técnicos, documentos fundiários, análises ambientais e procedimentos administrativos que levam semanas ou meses.

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O problema ganha peso porque o crédito rural continua sendo peça central do financiamento agropecuário brasileiro, especialmente em um momento de juros elevados, aumento do endividamento e custos ainda pressionados.

Dados citados pela consultoria Datagro mostram que mais de 5,4 milhões de apontamentos positivos estavam registrados no sistema Prodes até outubro de 2025. Parte dessas ocorrências, segundo o setor, pode estar associada justamente a interpretações equivocadas do monitoramento remoto.

As novas exigências estão previstas nas Resoluções nº 5.193/2024 e nº 5.268/2025, do Conselho Monetário Nacional (CMN), dentro do processo de endurecimento das regras ambientais para concessão de crédito rural.

A justificativa oficial é impedir que propriedades com irregularidades ambientais tenham acesso a recursos públicos subsidiados.

O avanço das restrições provocou reação imediata no Congresso Nacional. Parlamentares ligados à Frente Parlamentar da Agropecuária protocolaram projetos para suspender os efeitos das resoluções até que sejam criados mecanismos considerados mais precisos de validação ambiental.

As propostas também tentam impedir embargos automáticos baseados exclusivamente em imagens de satélite e estabelecer critérios técnicos mais claros para restrições ao financiamento rural.

Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (foto), o principal problema está na automatização do processo sem análise técnica prévia. “O monitoramento ambiental é necessário e irreversível. O problema começa quando um apontamento preliminar feito por satélite passa a produzir efeito imediato sobre o crédito sem uma verificação individualizada da situação da propriedade”, afirma.

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Segundo Rezende, a insegurança aumenta porque o produtor depende do financiamento para manter o calendário agrícola e não consegue esperar meses por uma solução administrativa. “O crédito rural não financia apenas expansão. Ele financia custeio, compra de insumos, operação da safra e fluxo de caixa da propriedade. Quando o recurso trava por causa de um possível falso positivo, o impacto econômico acontece imediatamente dentro da porteira”, diz.

Ele avalia que o avanço das exigências ambientais tende a se intensificar nos próximos anos, principalmente pela pressão de bancos, mercados importadores e sistemas internacionais de rastreabilidade.

“A questão ambiental passou a fazer parte da análise de risco do crédito rural. Isso já não é mais uma discussão apenas regulatória. O produtor vai precisar cada vez mais de documentação organizada, regularidade ambiental e segurança jurídica para acessar financiamento e mercado”, afirma.

O episódio evidencia uma mudança estrutural no agro brasileiro. Critérios ambientais deixaram de afetar apenas fiscalização e passaram a interferir diretamente na capacidade de financiar produção, renegociar dívidas e manter competitividade no mercado internacional.

Fonte: Pensar Agro

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