AGRONEGÓCIO

Emanuel Pinheiro deixa mais um legado para mobilidade urbana com R$ 15,7 milhões para corredores exclusivos de ônibus em Cuiabá

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Antes de encerrar seu mandato, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, celebra mais uma conquista marcante na área de mobilidade urbana da capital. Com o apoio de uma emenda parlamentar do deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (Emanuelzinho), a cidade garantiu R$ 15.709.500 (quinze milhões, setecentos e nove mil e quinhentos reais) para a implantação de corredores exclusivos de ônibus no âmbito do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade Urbana.
“Com articulação em Brasília, conseguimos aprovar este recurso, que agora está à disposição da próxima gestão. Este é um legado que deixamos para Cuiabá, fruto de um trabalho comprometido com a melhoria da mobilidade urbana e da qualidade de vida da população,” destacou o prefeito Emanuel Pinheiro.

O prefeito também destacou que o projeto reflete o compromisso de sua gestão com um planejamento urbano estruturante e com a execução de políticas públicas sólidas. “A parceria com o deputado federal Emanuelzinho e o trabalho técnico realizado pela equipe garantiram essa importante conquista para Cuiabá. Com a concretização desse convênio, a cidade avança rumo a uma mobilidade urbana mais moderna, sustentável e inclusiva,” concluiu.

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O convênio, assinado com a Caixa Econômica Federal, será publicado no Diário Oficial da União. O recurso, integralmente federal e sem contrapartida financeira do município, permitirá que a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob) licite o projeto e o integre ao Plano de Mobilidade Urbana de Cuiabá (PlanMob).

“A nova gestão receberá um projeto estruturado e com os recursos já assegurados, dando continuidade a um legado que prioriza a qualidade de vida e o desenvolvimento estratégico da capital mato-grossense”, acrescentou a secretária de Mobilidade Urbana, Luciana Zamproni.

Avanços com o PlanMob Cuiabá

O PlanMob Cuiabá, oficializado na edição da Gazeta Municipal de 19 de dezembro, por meio do Decreto nº 10.776, não apenas cumpre uma exigência legal, mas também abre portas para a obtenção de recursos federais voltados à infraestrutura urbana, como viadutos e ciclovias. Este marco foi apresentado oficialmente em abril de 2024 ao presidente da Câmara Municipal, vereador Chico 2000, durante as comemorações pelos 305 anos da capital.
O plano tem como finalidade orientar ações municipais relacionadas aos modos de transporte, serviços e infraestrutura viária, promovendo uma mobilidade mais eficiente, inclusiva e sustentável, capaz de atender às demandas atuais e futuras da população cuiabana.
“Estamos pensando no futuro da cidade, garantindo deslocamentos mais eficientes para pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas. Queremos melhorar a qualidade de vida, reduzindo o tempo de deslocamento e modernizando a mobilidade urbana em Cuiabá,” concluiu Emanuel Pinheiro.

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Exportações do agronegócio brasileiro somam US$ 16 bilhões em maio e atingem segundo maior valor da história para o mês

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As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, registrando crescimento de 8,2% em relação ao mesmo período do ano passado e consolidando o segundo maior resultado da série histórica para o mês. O desempenho foi impulsionado principalmente pelos embarques de soja e proteínas animais, que compensaram a queda observada nos setores sucroenergético e de etanol.

Os dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e analisados pela Consultoria Agro do Itaú BBA mostram que o agronegócio segue como um dos principais motores da balança comercial brasileira, sustentado por volumes robustos de exportação e preços favoráveis em importantes cadeias produtivas.

Soja lidera pauta exportadora e mantém forte geração de receitas

O complexo soja permaneceu como principal destaque das exportações brasileiras em maio.

Os embarques de soja em grão totalizaram 14,8 milhões de toneladas, avanço de 5% em comparação com maio de 2025. Apesar da redução de 12% frente a abril, movimento considerado natural após o pico da colheita, a receita alcançou US$ 6,3 bilhões, sustentada pela valorização dos preços internacionais.

O farelo de soja também apresentou desempenho positivo, com exportações de 2,5 milhões de toneladas, crescimento de 12% na comparação anual.

Já o óleo de soja registrou uma das maiores altas entre os principais produtos do agronegócio, com embarques de 202 mil toneladas, aumento de 34% em relação ao mesmo mês do ano passado. Além do avanço no volume, os preços médios seguiram em trajetória de valorização.

Carnes ampliam participação no mercado internacional

O segmento de proteínas animais manteve ritmo acelerado nas exportações brasileiras.

A carne bovina in natura alcançou 262 mil toneladas exportadas em maio, crescimento de 20% frente ao mesmo período de 2025. A receita somou US$ 1,7 bilhão, impulsionada pelo aumento dos preços internacionais, que atingiram média superior a US$ 6,5 mil por tonelada.

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A carne de frango apresentou um dos melhores desempenhos do mês, com embarques de 442 mil toneladas, alta de 32% na comparação anual.

Já a carne suína exportou 111 mil toneladas, registrando crescimento de aproximadamente 5% sobre maio do ano passado, mantendo a trajetória positiva observada ao longo de 2026.

Açúcar e etanol enfrentam cenário mais desafiador

Enquanto soja e proteínas avançaram, o complexo sucroenergético registrou resultados mais modestos.

As exportações de açúcar VHP somaram 1,8 milhão de toneladas, queda de 10% na comparação anual. Além da redução no volume, os preços internacionais recuaram mais de 20% em relação ao mesmo período de 2025, pressionando as receitas do setor.

O açúcar refinado também apresentou retração, com embarques de 159 mil toneladas, volume 27% inferior ao registrado um ano antes.

No caso do etanol, a queda foi ainda mais expressiva. As exportações despencaram para apenas 17 mil metros cúbicos, retração de 79% na comparação anual. A perda de competitividade do produto brasileiro no mercado internacional continua sendo o principal fator limitante para os embarques.

Milho, algodão e suco de laranja registram avanços

Entre os demais produtos agrícolas, o milho apresentou a maior variação positiva do mês em relação ao ano anterior.

Os embarques alcançaram 249 mil toneladas, crescimento superior a 570%, embora o volume ainda seja considerado modesto devido ao estágio inicial da colheita da segunda safra.

O algodão também registrou forte desempenho, com aumento de 52% nos volumes exportados.

O suco de laranja manteve trajetória positiva, com crescimento de 17% nos embarques, reforçando a posição do Brasil como principal fornecedor global do produto.

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Tarifas dos Estados Unidos voltam ao radar do agronegócio

Além dos resultados comerciais, o setor acompanha com atenção os desdobramentos das investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra o Brasil.

No início de junho, o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa adicional de 25% sobre determinados produtos brasileiros. Entre os temas citados estão comércio digital, propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e questões ambientais.

Apesar da medida, boa parte dos principais produtos do agronegócio brasileiro ficou fora da lista de sobretaxação, incluindo carnes, café, frutas, cereais, sementes, fertilizantes e suco de laranja.

Posteriormente, uma nova proposta de tarifa adicional de 12,5% foi apresentada em investigação relacionada a alegações de trabalho forçado em determinadas cadeias produtivas.

As audiências públicas sobre as medidas estão previstas para julho, e o mercado segue atento aos possíveis impactos para o comércio bilateral.

Exportações acumuladas mantêm crescimento em 2026

No acumulado de janeiro a maio de 2026, o agronegócio brasileiro segue apresentando resultados consistentes.

Os destaques são o crescimento das exportações de soja, carnes bovina, suína e de frango, além do avanço das vendas externas de óleo de soja, algodão e milho.

Por outro lado, setores como açúcar refinado, etanol, café verde, trigo e celulose registram desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano passado.

Mesmo diante das incertezas comerciais internacionais e da volatilidade dos mercados globais, o agronegócio brasileiro mantém forte competitividade e continua ampliando sua relevância no comércio mundial de alimentos, fibras e energia renovável.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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