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Em seis meses, a AgroForte injeta R$ 7 milhões de crédito aos integrados da Ultracheese

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Com a finalidade de estimular investimentos em pequenas propriedades dedicadas à produção leiteira, na região de Cruzília (MG) e São João do Oeste (SC), a parceria entre a Fintech AgroForte e a agroindústria Ultracheese disponibilizou, em menos de 6 meses, o valor de R$ 7 milhões em crédito para os produtores integrados. A parceria fechada neste segundo semestre de 2023 já gerou investimentos em genética, semente de pastagem, nutrição animal, na estrutura das propriedades e aumentou o volume de leite captado pela agroindústria.

“A parceria se desenvolveu quando passamos a pensar fora da caixa e oferecer oportunidade para o nosso produtor, com o objetivo de fazê-lo crescer, investir e se tornar diferente do que é. E o principal diferencial dessa parceria é o poder de agregar valor a toda cadeia, esse é o principal ponto desse projeto que é único”, pontua o diretor financeiro (CFO) da Ultracheese, Adriano Roberto Doré.

De acordo com o CFO, esse processo de disponibilidade de crédito para investimento nas propriedades já era uma demanda da agroindústria, que chegou a disponibilizar recursos próprios, para que o produtor pudesse investir e garantir a estrutura adequada para a produção de leite, possibilitando maior volume, qualidade e renda no bolso do produtor. “A gente fez uma pesquisa de campo com nossos fornecedores e questionamos: Qual o perfil desse produtor? Ele terá sucessão na família? Qual sua idade? Por quanto tempo a propriedade conseguirá fornecer o leite? A partir dessas questões aplicadas a mais de 800 produtores, chegamos a um grupo de 120 que deverão permanecer dentro da atividade.”

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Segundo o CEO e sócio da AgroForte, Felipe D’Ávila, esse é um cenário que se aplica ao Brasil. “A Ultracheese viu inovação na nossa forma em que oferecemos crédito, com velocidade, totalmente digital e sem burocracias. Avaliamos como a maneira mais efetiva de fomentar e fidelizar a cadeia produtiva, além de mostrar que eles estão à frente de outras agroindústrias, dando o suporte necessário ao pequeno produtor, que precisa de crédito para se manter e inovar na sua atividade,” destaca.

Para o diretor financeiro da Ultracheese, é justamente essa visão sobre o produtor rural que faz o diferencial da AgroForte. “A AgroForte é inovadora, esse é o diferencial da Fintech perante todo o mercado financeiro. O que a gente conseguiu nesses 6 meses com a AgroForte, a gente não tinha conseguido antes com outros parceiros. Além disso, essa proximidade com a companhia e com os produtores merecem destaque. A equipe já esteve em Cruzília e em São João do Oeste, conheceram os produtores, as fazendas, as demandas. Não é aquela empresa do mercado financeiro que está simplesmente no escritório”, avalia.

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Desde 2018 a Ultracheese multiplicou seu faturamento por seis. E nos últimos seis meses, com a parceria da AgroForte, cerca de 70 produtores integrados acessaram crédito, a fim de investir na propriedade e aumentar a produção de leite. “Tenho de pensar um pouquinho fora da curva. Um aumento de faturamento estimula também a necessidade de mais leite. E uma simples pesquisa de campo, nos fez fechar um contrato de 15 anos, com cerca de 120 produtores rurais que possuem uma previsão de sucessão familiar, garantindo leite por mais de uma década”, finaliza Doré.

Fonte: Agro Agência Assessoria

Fonte: Portal do Agronegócio

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Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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