AGRONEGÓCIO
Em fevereiro, IBGE prevê safra de 300,7 milhões de toneladas para 2024
Publicado em
13 de março de 2024por
Da RedaçãoEm fevereiro, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2024 deve totalizar 300,7 milhões de toneladas, 4,7% menor que a obtida em 2023 (315,4 milhões de toneladas), com redução de 14,7 milhões de toneladas; e 0,9% abaixo da informada em janeiro, com decréscimo de 2,7 milhões de toneladas.

A área a ser colhida é de 78,0 milhões de hectares, crescimento de 0,2% frente à área colhida em 2023, com aumento de 160,5 mil hectares, e acréscimo de 0,5% (383,1 mil hectares) em relação a janeiro.
O arroz, o milho e a soja, os três principais produtos, somados, representam 92,0% da estimativa da produção e respondem por 86,9% da área a ser colhida. Frente a 2023, houve acréscimos de 8,6% na área a ser colhida do algodão herbáceo (em caroço), de 4,4% na do arroz em casca, de 5,5% na do feijão, de 0,3% na do trigo e de 2,1% na da soja, ocorrendo declínios de 4,7% na área do milho (queda de 7,7% no milho 1ª safra e de 3,8% no milho 2ª safra) e de 5,5% na do sorgo.
Em relação à produção, houve acréscimos, de 5,6% para o algodão herbáceo (em caroço), de 1,3% para o arroz, de 8,1% para o feijão e de 24,2% para o trigo, e decréscimos de 1,8% para a soja, de 14,0% para o sorgo e de 10,8% para o milho (reduções de 9,6% no milho de 1ª safra e de 11,2% no milho de 2ª safra).

A estimativa de fevereiro para a soja foi de 149,3 milhões de toneladas. Quanto ao milho, a estimativa foi de 116,9 milhões de toneladas (25,1 milhões de toneladas de milho na 1ª safra e 91,8 milhões de toneladas de milho na 2ª safra). A produção do arroz foi estimada em 10,4 milhões de toneladas; a do trigo em 9,6 milhões de toneladas; a do algodão herbáceo (em caroço) em 8,2 milhões de toneladas; e a do sorgo, em 3,7 milhões de toneladas.
A estimativa da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou variação anual positiva para duas Grandes Regiões: Sul (10,3%) e Norte (2,1%), e variação anual negativa para as demais: Centro-Oeste (-12,1%), Sudeste (-8,7%) e Nordeste (-4,3%). Quanto à variação mensal, apresentaram crescimento as regiões Norte (1,7%) e Nordeste (1,6%), enquanto as demais apresentaram declínios: Sudeste (-3,2%), Sul (-2,0%) e Centro-Oeste (-0,5%).
Mato Grosso lidera como o maior produtor nacional de grãos, com participação de 27,9%, seguido pelo Paraná (13,5%), Rio Grande do Sul (13,4%), Goiás (10,1%), Mato Grosso do Sul (8,9%) e Minas Gerais (5,7%), que, somados, representaram 79,5% do total. Com relação às participações das regiões brasileiras, tem-se a seguinte distribuição: Centro-Oeste (47,1%), Sul (29,3%), Sudeste (9,3%), Nordeste (8,6%) e Norte (5,7%).
Destaques na estimativa de fevereiro de 2024 em relação ao mês anterior
Em relação a janeiro, houve aumentos nas estimativas da produção do feijão 2ª safra (6,2% ou 84 759 t), do café canephora (1,4% ou 15 077 t), do feijão 1ª safra (1,4% ou 13 855 t), do feijão 3ª safra (0,8% ou 5 485 t), do cacau (0,7% ou 1 990 t), do tomate (0,6% ou 26 632 t), e declínios nas estimativas de produção da cevada (-14,9% ou -72 354 t), do trigo (-6,6% ou -682 744 t), da aveia (-6,2% ou -75 958 t), do milho 1ª safra (-3,0% ou -782 970 t), da batata 1ª safra (-2,0% ou -33 622 t), da uva (-1,2% ou -20 117 t), do fumo (-0,9% ou -5 783 t), da soja (-0,8% ou -1 161 714 t), da batata 2ª safra (-0,7% ou -8 964 t) e do milho 2ª safra (-0,1% ou -53 547 t).
Entre as Grandes Regiões, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 141,6 milhões de toneladas (47,1%); Sul, 88,1 milhões de toneladas (29,3%); Sudeste, 28,0 milhões de toneladas (9,3%); Nordeste, 25,8 milhões de toneladas (8,6%) e Norte, 17,2 milhões de toneladas (5,7%).
As principais variações positivas nas estimativas da produção, em relação ao mês anterior, ocorreram em Rondônia (338 468 t), na Bahia (276 958 t), no Maranhão (137 271 t), no Acre (14 671 t) e no Ceará (924 t). As variações negativas ocorreram no Paraná (-1 623 300 t), em Minas Gerais (-917 544 t), em Goiás (-705 744 t), no Rio Grande do Sul (-180 521 t), no Pará (-62 287 t), no Amapá (-68 t), no Espírito Santo (-12 t) e no Rio de Janeiro (-11 t).
BATATA-INGLESA – A produção, considerando-se as três safras do produto, deve alcançar 4,1 milhões de toneladas, redução de 1,0% em relação à estimativa de janeiro. O destaque coube ao Paraná, que teve sua estimativa de produção reduzida em 2,1%, devendo alcançar uma produção de 733,6 mil toneladas. Em relação a 2023, a produção brasileira de batata deve declinar 3,2%.
CACAU (amêndoa) – A estimativa para a produção brasileira foi de 297,0 mil toneladas, aumento de 0,7% em relação ao mês anterior, e de 2,2% em relação a 2023. A maior produtividade das lavouras foi o principal motivo para esse crescimento. Em fevereiro, houve aumentos de 0,6% e em relação ao mês anterior e de 1,5% em relação a 2023. Rondônia reavaliou suas estimativas nesse mês, com crescimento de 39,1% na estimativa de produção.
CAFÉ (em grão) – A produção brasileira, considerando-se as duas espécies, arábica e canephora, foi estimada em 3,6 milhões de toneladas, ou 59,3 milhões de sacas de 60 kg, acréscimo de 0,4% em relação ao mês anterior e aumento de 4,2% em relação a 2023. O rendimento médio, de 1 835 kg/ha, por sua vez, aumentou 0,4% no comparativo mensal e 3,0% no anual.
A produção estimada do café arábica foi de 2,5 milhões de toneladas, ou 41,0 milhões de sacas de 60 kg, aumento de 3,9% em relação ao ano anterior. Para a safra do corrente ano, se aguarda uma bienalidade positiva, portanto, um aumento da produção em relação ao ano anterior. O clima tem beneficiado as lavouras nas principais unidades da federação produtoras até o presente momento, o que deve favorecer a produtividade dos cafezais.
Para o café canephora, a estimativa da produção foi de 1,1 milhão de toneladas ou 18,4 milhões de sacas de 60 kg, acréscimos de 1,4% em relação ao mês anterior e de 4,8% em relação a 2023. No Espírito Santo, maior produtor brasileiro com cerca de 61,7% do total nacional, a produção do conillon deve alcançar 679,4 mil toneladas ou 11,3 milhões de sacas de 60 kg, aumentos de 0,9% em relação ao mês anterior e de 5,5% em relação a 2023. Em Rondônia, segundo maior produtor de café canephora (robusta), com 21,2% de participação na safra brasileira, a estimativa da produção alcançou 233,1 mil toneladas ou 3,9 milhões de sacas de 60 kg, aumentos de 4,1% em relação a janeiro e em relação ao ano anterior. Na Bahia, a estimativa da produção foi de 153,4 mil toneladas, ou 2,6 milhões de sacas de 60 kg, crescimento de 5,1% em relação a 2023.
CEREAIS DE INVERNO (em grão) – Os principais cereais de inverno produzidos no Brasil são o trigo, a aveia branca e a cevada. Com relação ao trigo (em grão), a produção deve alcançar 9,6 milhões de toneladas, declínio de 6,6% em relação a janeiro, contudo, aumento de 24,2% em relação a 2023, quando o Brasil apesar de inicialmente aguardar uma safra recorde do cereal, teve sua expectativa frustrada em decorrência de uma série de problemas climáticos que prejudicou as lavouras na Região Sul.
A produção da aveia (em grão) foi estimada em 1,2 milhão de toneladas, declínio de 6,2% em relação a janeiro e crescimento de 29,5% em relação a 2023. O rendimento médio apresenta um crescimento de 30,7%, recuperando-se em relação a 2023, quando o clima adverso prejudicou as lavouras de aveia na Região Sul do país. Os maiores produtores do cereal são o Rio Grande do Sul, com 848,1 mil toneladas, declínio de 1,8% em relação a janeiro e crescimento de 45,2% em relação ao colhido em 2023, e Paraná, com 247,5 mil toneladas, declínio de 19,6% em relação ao mês anterior e aumento de 0,1% em relação ao que foi colhido em 2023.
Para a cevada (em grão), a produção estimada foi de 411,9 mil toneladas, declínio de 14,9% em relação a janeiro e aumento de 8,6% em relação ao que foi produzido em 2023. O rendimento médio apresenta um crescimento de 12,8%, recuperando-se em relação a 2023, quando o clima adverso prejudicou as lavouras de aveia na Região Sul do país. Os maiores produtores de cevada são o Paraná, com 278,0 mil toneladas, declínio de 20,6% em relação a janeiro e aumento de 0,1% em relação a 2023, e Rio Grande do Sul, com 110,5 mil toneladas, declínio de 0,3% em relação a janeiro e aumento de 39,7% em relação ao que foi produzido em 2023. Esses estados devem ser responsáveis por 94,3% da produção brasileira de cevada em 2023.
FEIJÃO (em grão) – A estimativa da produção de feijão para 2024, considerando-se as três safras, deve alcançar 3,2 milhões de toneladas, crescimentos de 3,4% em relação ao mês anterior e de 8,1% em relação a 2023. Essa produção deve atender ao consumo interno brasileiro em 2024, não havendo necessidade da importação do produto.
A estimativa de produção da 1ª safra de feijão foi de 1,0 milhão de toneladas, aumento de 1,4% em relação a janeiro, com destaque para o Paraná, que teve aumento de 6,9%; Rio grande do Sul com 5,6% e Rondônia com 17,9% na estimativa de produção, enquanto Goiás apresentou declínio de 5,6%. A 2ª safra de feijão foi estimada em 1,4 milhão de toneladas, aumento de 6,2% em relação ao último levantamento, acompanhando a estimativa do rendimento médio que subiu 2,0% e da área a ser colhida, com crescimento de 4,2%. O Paraná apresentou um crescimento de 13,7% em sua estimativa de produção. Com relação à 3ª safra de feijão, a estimativa de produção foi de 724,0 mil toneladas, crescimento de 0,8% frente à estimativa de janeiro, com a área a ser colhida aumentando 0,2%.
FUMO (em folha) – A estimativa para a produção brasileira de fumo foi de 632,5 mil toneladas, reduções de 0,9% em relação ao mês anterior e de 9,0% em relação a 2023. A queda na produtividade das lavouras foi o principal motivo para esse decréscimo. Em fevereiro, houve uma redução de 1,1% em relação ao mês anterior e de 10,3% em relação a 2023. O excesso de chuvas foi o principal motivo para a queda na produtividade das lavouras.
MILHO (em grão) – A estimativa para a produção do milho totalizou 116,9 milhões de toneladas, representando uma queda de 0,7% em relação ao mês anterior, em decorrência de uma queda de 0,5% no rendimento médio, que deve alcançar 5 548 kg/ha. A queda mensal da produção total está mais relacionada à 1ª safra, que apresentou uma perda de 3,0%, influenciada pelas reduções de 2,5% na produtividade e de 1,2% na área plantada. As condições climáticas e de mercado menos favoráveis continuaram desestimulando os produtores a investirem no cereal.
O milho 1ª safra apresentou uma estimativa de produção de 25,1 milhões de toneladas, 3,0% inferior ou 783,0 mil toneladas a menos em relação ao mês anterior, em decorrência de uma queda de 2,5% no rendimento médio (5 253 kg/ha). O Sudeste, Sul e Centro-Oeste apresentaram reduções significativas de 6,2%, 3,9% e 0,9%, respectivamente, e as regiões Norte e Nordeste apresentaram crescimentos de 1,1% e 0,9%, respectivamente. Em relação a 2023, houve queda de 9,6% na estimativa da produção, que foi influenciada, principalmente, pelas reduções na área plantada e na área a ser colhida, de 8,8% e 7,7%, respectivamente.
A estimativa do milho 2ª safra totalizou 91,8 milhões de toneladas, representando uma queda de 11,2% em relação ao ano anterior, assim como, em relação ao mês anterior, uma redução de 53,5 mil toneladas ou 0,1%. As reduções de 4,0% na área plantada e de 7,7% no rendimento médio (5 635 kg/ha), em ternos anuais, justificam os resultados. Em termos mensais, houve reduções pouco expressivas na área plantada e na área a ser colhida, assim como houve pouca variabilidade entre as regiões, sendo que o Centro-Oeste apresentou um declínio de 0,1%, devendo essa ser responsável por 70,2% da produção nacional, em 2023, fazendo com que esse valor impacte em 81,3 mil toneladas a menos.
SOJA (em grão) – A produção brasileira deve alcançar 149,3 milhões de toneladas, um decréscimo de 1,8% em comparação à quantidade obtida no ano anterior, mas que, ainda assim, deve representar quase metade do total de cereais, leguminosas e oleaginosas produzidos no país em 2024. Os efeitos causados pelo fenômeno climático El Niño, caracterizado pelo excesso de chuvas nos estados da Região Sul e a falta de chuvas regulares, combinada com o registro de elevadas temperaturas no Centro-Norte do país, trouxeram, como consequência, uma limitação no potencial produtivo da leguminosa em boa parte das unidades da federação produtoras, justificando a queda na quantidade produzida de 0,8% em relação ao levantamento apresentado no último mês.
TOMATE – A quantidade produzida foi estimada em 4,1 milhões de toneladas segundo os dados de fevereiro, aumento de 0,6% relativo a janeiro. O rendimento médio nacional foi de 74 414 kg/ha, o maior da série considerada desde setembro de 2006. Ainda no comparativo mensal, a produção foi maior no Sul (2,5%) e no Centro-Oeste (1,7%) do País. No Sul, o Paraná foi o responsável pelo bom desempenho, tendo o seu rendimento médio aumentado em 6,5%, alcançando 60 375 kg/ha. No Centro-Oeste, a produção aumentou em Goiás, o maior produtor nacional de tomates com 31,5% de participação no total, com registro de 1,3 milhão de toneladas em fevereiro. São Paulo é o segundo maior produtor com 25,1% do total, o que equivale a 1,0 milhão de toneladas. Minas Gerais vem na sequência, com 12,8% do total ou 531,2 mil toneladas. Na maioria das unidades da federação, os dados não registraram alteração no período ou não foram reavaliados, o que deve ocorrer nos próximos levantamentos.
UVA – A produção brasileira deve alcançar 1,6 milhão de toneladas, declínios de 1,2% em relação ao mês anterior e de 6,2% em relação à safra de 2023. Os principais produtores nacionais são: o Rio Grande do Sul, que estimou uma produção de 842,6 mil toneladas, declínios de 2,3% em relação ao mês anterior e de 6,9% em relação a 2023, tendo o rendimento médio retraído em 8,9% nesse último comparativo; Pernambuco, com uma produção de 398,8 mil toneladas e declínio 10,4%% em relação a 2023; São Paulo, com uma produção de 167,0 mil toneladas, aumento de 3,0% em relação a 2023; Bahia, com uma produção de 62,0 mil toneladas, declínio de 5,4% em relação a 2023; Santa Catarina, com uma produção de 56,3 mil toneladas, aumento de 1,6% em relação a 2023; e Paraná, com uma produção de 56,7 mil toneladas, declínio de 0,4% em relação a 2023.
Fonte: IBGE
Fonte: Portal do Agronegócio
AGRONEGÓCIO
Vinícolas italianas trazem 300 rótulos ao Brasil na Wine South America 2026 e ampliam aposta no mercado nacional
Published
15 minutos agoon
29 de abril de 2026By
Da Redação
O mercado brasileiro de vinhos segue no radar de expansão internacional e volta a atrair a atenção de produtores europeus. Na Wine South America 2026, mais de 30 vinícolas italianas irão apresentar cerca de 300 rótulos em um pavilhão exclusivo dedicado ao país, reforçando a estratégia de internacionalização do setor vitivinícola italiano.
O evento será realizado entre os dias 12 e 14 de maio, em Bento Gonçalves (RS), uma das principais regiões do enoturismo e da produção de vinhos no Brasil.
Pavilhão italiano reúne produtores e amplia presença no mercado brasileiro
A participação italiana é organizada pela ICE – Agência para a Promoção no Exterior e a Internacionalização das Empresas Italianas no Brasil, vinculada à Embaixada da Itália.
A iniciativa busca fortalecer a presença de vinhos italianos no Brasil, conectando produtores a importadores, distribuidores e profissionais do setor que atuam no mercado nacional.
Segundo a organização, a feira é uma oportunidade estratégica para ampliar negócios e consolidar marcas italianas em um dos mercados mais promissores da América Latina.
Diversidade de regiões e estilos marca os vinhos italianos
Os rótulos apresentados na Wine South America 2026 representam algumas das principais regiões vitivinícolas da Itália, conhecidas pela diversidade de terroirs e estilos de produção.
Entre as origens confirmadas estão:
- Piemonte
- Vêneto
- Toscana
- Sicília
- Campânia
- Friuli-Venezia Giulia
- Trentino-Alto Ádige
- Emilia-Romagna
- Abruzzo
- Úmbria
- Marche
O portfólio inclui desde vinhos de denominação de origem até espumantes, brancos de altitude e vinhos produzidos em solos vulcânicos, ampliando a variedade de perfis disponíveis ao público brasileiro.
Novos produtores buscam espaço e canais de distribuição no Brasil
Um dos destaques da participação italiana é a presença de vinícolas emergentes, que enxergam no Brasil uma oportunidade de crescimento comercial.
Esses produtores chegam ao evento com foco na prospecção de importadores e na construção de redes de distribuição qualificadas, buscando inserção mais estruturada no mercado latino-americano.
Wine South America reforça papel estratégico no setor vitivinícola
A Wine South America é considerada uma das principais feiras do setor vitivinícola da América Latina, reunindo produtores, compradores e especialistas da cadeia do vinho.
A edição de 2026 reforça o papel do evento como plataforma de negócios, impulsionando o intercâmbio comercial entre países produtores e o mercado brasileiro, que segue em expansão tanto no consumo quanto na importação de vinhos premium.
Com uma seleção ampla de rótulos e forte presença institucional, a participação italiana na Wine South America 2026 reforça o movimento de internacionalização do vinho europeu no Brasil. A iniciativa também evidencia o crescente interesse de produtores estrangeiros pelo mercado nacional, considerado estratégico para o setor vitivinícola global.
Fonte: Portal do Agronegócio
Fonte: Portal do Agronegócio
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