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Eldorado Brasil Abre Inscrições para o Programa Semear: Oportunidade para Recém-Formados no Setor Florestal

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A Eldorado Brasil Celulose, destacada por seu compromisso com o desenvolvimento de carreiras e inovação no setor florestal, está com inscrições abertas para a terceira edição do Programa Semear. Interessados têm até o dia 09 de agosto de 2024 para se candidatar.

Iniciado em 2022, o Programa Semear é destinado a recém-formados em Engenharia Florestal e Agronômica, com o objetivo de prepará-los para cargos de supervisão em um período de seis meses. Os selecionados ingressam como analistas florestais e passam por um treinamento intensivo, que combina teoria e prática em áreas estratégicas da operação. Ao final do programa, os participantes apresentam um projeto com sugestões para melhorar os setores envolvidos, com a possibilidade de se tornarem supervisores de operações florestais nas regiões de atuação da Eldorado.

Maria Cecília Felipe, Business Partner de Recursos Humanos da Eldorado Brasil, destaca que o programa é uma chance única para ganhar experiência e assumir uma posição de liderança em uma das maiores e mais inovadoras empresas do setor de celulose. “Os participantes terão acesso a mais de duas mil horas de treinamento, onde poderão aprender tanto na teoria quanto na prática sobre todos os processos da nossa operação florestal. O programa é um marco para o desenvolvimento pessoal e profissional, assegurando a formação completa dos nossos futuros líderes”, explica Felipe.

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Experiências de Sucesso

Lucas Miranda de Paula, natural de Curitiba (PR) e participante da primeira turma em 2022, hoje atua como supervisor de operações florestais com foco em silvicultura. Ele compartilha que o Programa Semear foi crucial para sua formação, proporcionando uma vivência completa das operações florestais e desafios associados. “O programa me ofereceu uma experiência enriquecedora, permitindo-me enfrentar situações complexas e apresentar soluções. Foi um marco em minha trajetória profissional, abrindo portas para atuar em uma das principais empresas do setor”, afirma.

André Luiz Soinski, natural de Itapeva (SP) e ex-participante do Semear, atualmente supervisor de manutenção mecânica, destaca a importância de conhecer todas as áreas do setor florestal. “O programa facilitou minha adaptação e compreensão do processo como um todo. Sinto-me orgulhoso de fazer parte de uma empresa que valoriza a igualdade e a equidade, o que fortalece o sentimento de pertencimento e engajamento entre os colaboradores”, comenta.

Requisitos para Inscrição

Os candidatos ao Programa Semear devem ser recém-formados em Engenharia Florestal ou Agronômica. É desejável ter experiência em silvicultura, inglês intermediário, conhecimento em pacote Office e CNH B. Além disso, é necessário estar disponível para trabalhar em regime integral e para se deslocar para as cidades onde a Eldorado Brasil opera, como Água Clara, Selvíria, Bataguassu ou Inocência, localizadas no Estado de Mato Grosso do Sul.

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Os interessados podem se inscrever por meio do link: Página da Vaga | Analista Operações Florestais | Diretoria Florestal (gupy.io). As inscrições estão abertas até o dia 09 de agosto de 2024.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Produto Interno Bruto da agropecuária cresceu 0,7% no primeiro trimestre de 2026

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O Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária iniciou o ano de 2026 em crescimento, registrando uma leve alta de 0,7% no primeiro trimestre em comparação com o mesmo período do ano passado. Em relação aos três últimos meses de 2025, o avanço do setor foi de 2,0%. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (29.05) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostram que o PIB total do País cresceu 1,8% na comparação anual e 1,1% frente ao trimestre anterior.

Apesar do ritmo moderado na comparação interanual, o resultado é classificado como positivo por entidades do setor, dado que ocorre sobre uma base comparativa recorde do ano anterior. De acordo com o Núcleo Econômico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a safra passada foi excelente, o que torna o avanço de 0,7% um desempenho expressivo que ajuda a sustentar o resultado econômico nacional.

Integrando a leitura do cenário macroeconômico, o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), Isan Rezende (foto) destaca que o acompanhamento de longo prazo reflete melhor a realidade do campo. “A análise da variação anual é a mais pertinente, em função das sazonalidades existentes na produção agropecuária”, afirma.

Segundo Rezende, “embora o conflito no Oriente Médio tenha afetado o setor e gerado um resultado inicialmente mais fraco em termos de expectativas, o saldo final foi muito mais positivo do que negativo para o agronegócio brasileiro, já que o setor ainda impulsionou os resultados neste trimestre”.

“O agro vive muito de ciclos. Lá atrás, você tinha um ciclo muito favorável, e acho que isso explica boa parte do resultado do ano passado. Agora, o que a gente observa no agro tem a ver com ciclos e cenários externos. Mas também há um ponto interessante: às vezes temos impactos negativos do clima e, em outras, positivos. No caso deste ano, o impacto foi mais positivo”, explica o presidente.

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Safrinha

De acordo com a análise de especialistas, o PIB do setor ainda deve contar com impactos positivos vindos da soja no segundo trimestre, mas o milho segunda safra desponta como um limitador para os próximos resultados. A avaliação da consultoria indica que será difícil registrar crescimentos fortes no PIB da agropecuária ao longo do ano, com o milho safrinha pressionando o desempenho principalmente na segunda metade de 2026.

A colheita da segunda safra de milho já começou sob a expectativa de redução na oferta. Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) apontam que a produção do cereal deve alcançar 108,4 milhões de toneladas na segunda safra, volume 4,2% menor do que o registrado no ciclo 2024/25. A falta de chuvas afetou severamente a produtividade no Estado de Goiás, e problemas pontuais em menor proporção são observados em Minas Gerais e São Paulo.

Além do milho, analistas do setor privado citam o algodão e a cana-de-açúcar como pontos de atenção para os próximos meses. No primeiro trimestre, o crescimento anual foi sustentado pela soja — que registrou novo recorde de 4,8% na estimativa anual de produção — e pelo segmento de carnes, além de contribuições do café arábica, beneficiado pela bienalidade positiva, e do cacau. Na outra ponta, as principais retrações foram registradas na batata inglesa, no arroz (-10,6%) e no milho (-2,5%).

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Juros

O início de ano positivo ocorre em um momento em que a agropecuária começa a sentir com maior intensidade o peso da taxa Selic elevada. Economistas da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV) avaliam que o custo do crédito tende a desacelerar o ritmo de produção nos próximos meses, período em que o clima se tornará uma variável crítica.

A CNA projeta que os resultados do segundo e do terceiro trimestres fiquem próximos da margem, podendo oscilar levemente para cima ou para baixo devido à base comparativa elevada de 2025. Contudo, o grande ponto de interrogação reside no fechamento do ano. A coordenação técnica da entidade alerta que há dúvidas sobre como o fenômeno climático El Niño vai se refletir na safra de inverno, tornando o clima a principal incógnita do setor.

Petróleo e gás

Diferentemente do observado em períodos anteriores, a agropecuária não deve figurar como o principal motor do PIB brasileiro neste ano. Estimativas do Núcleo Econômico da CNA indicam que o protagonismo do crescimento em 2026 deve ser assumido pelos setores de petróleo e gás, do ponto de vista da produção.

O prolongamento dos conflitos no Oriente Médio elevou os preços internacionais do barril de petróleo, levando a indústria extrativa nacional a intensificar o ritmo de atividade. Como o Brasil exporta petróleo bruto e importa subprodutos como diesel e gasolina, a valorização da commodity no mercado internacional deve fazer com que a Petrobras mantenha a produção em patamares elevados, gerando reflexos estatísticos positivos sobre o PIB ao longo de todo o ano.

Fonte: Pensar Agro

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