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Edição da Feira da Agricultura Familiar é sucesso total na Praça Alencastro

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura e Trabalho, realizou com sucesso a 5ª edição da Feira da Agricultura Familiar Produtiva e Solidária, que já é tradicional às segundas-feiras da segunda semana do mês, na Praça Alencastro. O evento reuniu produtores rurais de diversas regiões dos municípios da Baixada Cuiabana, como Poconé, Nossa Senhora do Livramento, Acorizal, Santo Antônio do Leverger, Chapada dos Guimarães, Várzea Grande e atraiu visitantes antes da hora prevista para início. A 7ª edição no local já tem data marcada, dia 9 de junho, porque a 6ª acontecerá na Praça da República, no dia 02.

Com barracas diversificadas, os agricultores comercializaram uma ampla variedade de produtos frescos e artesanais, como frutas, hortaliças, legumes, doces, panificados, plantas ornamentais, pratos culinários, temperos, artesanato e outros.

Para os pequenos produtores a feira estimula a geração de renda e ajuda a promover o consumo de alimentos saudáveis, direto do campo.

“Já está se consolidando como um importante espaço de valorização da produção local, do cooperativismo e da economia solidária. Estamos trabalhando para ampliar muito em breve, com a realização da Feira em outros lugares da cidade, atendendo a pedidos dos participantes”, disse o secretário adjunto de Agricultura e Trabalho, Vicente Falcão.

A 5ª edição de 2025, realizada na Praça Alencastro superou as expectativas de vendas, com alguns estoques se esgotando antes do encerramento do evento, como por exemplo, doces a granel. E, no que depender do público, será sempre prestigiada.

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“Eu amo comprar produtos frescos e faço isso com frequência quando tem feiras perto de casa. A vantagem vai além, até a durabilidade deles é maior”, frisou Elizabeth Cassimiro, moradora de Várzea Grande.

Outra que não abre mão da oportunidade de adquirir produtos do campo é Viviane Gomes da Silva, do bairro Altos do Boa Vista, em Cuiabá. “Sempre compro, a preferência é por produtos frescos, possuem mais sabor”, explicou.

CULINÁRIA

Pratos típicos também são apreciados e bem procurados na feira. Entre eles, a tradicional Maria Isabel (arroz com carne seca), a galinha com arroz e farofa de banana tem público garantido, além do pastel. Outras novidades como a pizza no cone têm se destacado entre as preferências.

Para quem gosta de doces, uma variedade é ofertada, tanto e potes, conservas ou cristalizados para venda a granel. Também tem fondue de frutas (frutas com chocolate) especialmente fondue de morango.

“Eu participei de todas as edições aqui na Praça Alencastro e a receptividade do público tem sido muito boa. É uma oportunidade para nós”, disse Maurício Vilhalva de Souza, vendedor de fondue.

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SIM e SIAPP

Também foi destaque na programação os esclarecimentos e orientação junto aos produtores que atuam com alimentos de origem animal buscarem a regularização quanto ao Serviço de Inspeção Municipal (SIM) ou o Serviço de Inspeção da Agroindústria de Pequeno Porte (SIAPP). São selos de inspeção que dão a garantia de que os produtos estejam de acordo com as normas sanitárias e possibilitam a ampliação das vendas para além do município, incluindo feiras regionais, supermercados e programas públicos de aquisição de alimentos.

Entre os produtos classificados como de origem animal estão: queijos, salames, ovos, mel e derivados.

De acordo com a Secretaria Municipal de Agricultura, a legalização sanitária é um passo fundamental para fortalecer a cadeia produtiva da agricultura familiar, agregando valor aos produtos, ampliando mercados e oferecendo mais segurança ao consumidor. A Prefeitura de Cuiabá tem oferecido suporte técnico para que os produtores interessados possam se adequar às exigências legais e, assim, crescer de forma estruturada e sustentável.

#PraCegoVer

A foto mostra uma banca de frutas com destaque para mamão e limão com a dona em atendimento. O cenário ao fundo abrange diversas barracas que compõem a feira na Praça Alencastro.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Produtor tem até 30 de setembro para entregar a DITR

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O produtor rural tem até 30 de setembro para entregar a Declaração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (DITR) de 2026 e não precisa adotar automaticamente o valor da terra divulgado pelo município ou por órgãos estaduais. As tabelas servem como referência, mas o valor informado deve refletir as características e o preço de mercado de cada imóvel.

O esclarecimento foi feito pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab). Segundo o órgão, os preços publicados representam médias regionais e não substituem uma avaliação individual da propriedade.

O Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR) é autodeclaratório. Isso permite que o contribuinte utilize um valor diferente da tabela, desde que consiga demonstrar como chegou ao resultado. Diferenças sem justificativa podem levar a Receita Federal ou o município conveniado a revisar a declaração e cobrar imposto adicional, juros e multa.

O Valor da Terra Nua (VTN) deve corresponder ao preço de mercado do imóvel em 1º de janeiro de 2026. O cálculo precisa considerar fatores como localização, acesso, logística, relevo, qualidade do solo e aptidão agrícola.

Propriedades formadas por áreas com características diferentes não devem ter todos os hectares avaliados pelo mesmo preço. A orientação é separar os talhões entre lavoura de aptidão boa, regular ou restrita, pastagem, silvicultura e áreas de preservação. Depois, a área de cada parcela é multiplicada pelo valor correspondente à sua capacidade de uso.

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Uma área próxima de rodovias, com solo fértil e condições adequadas para mecanização, por exemplo, tende a valer mais do que um talhão com acesso difícil, relevo acidentado ou limitações produtivas. Essas particularidades podem justificar um VTN diferente da média municipal.

Quando houver diferença relevante, especialmente se o valor declarado estiver abaixo da referência pública, o produtor deve manter um laudo de avaliação elaborado por profissional habilitado. O documento precisa identificar o imóvel, explicar a metodologia adotada e apresentar os elementos utilizados para determinar o preço.

Também é necessário separar o valor da terra nua dos investimentos existentes na propriedade. Construções, instalações e benfeitorias, como casas, galpões, currais, cercas e sistemas de irrigação, não entram no VTN. O mesmo vale para culturas, pastagens cultivadas ou melhoradas e florestas plantadas.

Matas nativas e pastagens naturais, entretanto, compõem o valor da terra nua. Áreas de preservação permanente, reserva legal e outras áreas ambientalmente protegidas podem ser excluídas da área tributável quando atendidos os requisitos legais, mas isso não significa que desapareçam do cálculo do valor total da terra.

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A declaração pode ser entregue pelo serviço Minhas Declarações do ITR, disponível no Portal de Serviços da Receita Federal. O acesso exige conta gov.br Prata ou Ouro. Pessoas físicas com imóveis de até 100 hectares também podem utilizar o Programa ITR 2026.

A entrega fora do prazo gera multa de 1% ao mês ou fração sobre o imposto devido, respeitado o valor mínimo de R$ 50. A quota única ou a primeira parcela do imposto também vence em 30 de setembro.

A tabela pública oferece uma referência para o preenchimento, mas não substitui a avaliação da propriedade. O produtor que declarar um valor diferente deve estar preparado para demonstrar que o cálculo representa as condições reais do imóvel.

Fonte: Pensar Agro

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