AGRONEGÓCIO

Drone: o novo aliado da indústria florestal no combate às plantas daninhas

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Agricultura 4.0 é a evolução do conceito de Agricultura de Precisão, com intervenções direcionadas e eficientes no campo agrícola a partir de dados coletados através de tecnologias avançadas e interligadas, promovendo sustentabilidade econômica, ambiental e social, bem como uma maior rentabilidade ao produtor rural. O drone, sem dúvidas, é o expoente desta nova realidade dos processos produtivos do agronegócio.

Uma área que está investindo bastante na utilização do sistema de aplicação aérea remotamente pilotado é a indústria florestal que sofre com uma cultura já estabelecida; as plantas daninhas que precisam ser eliminadas antes do plantio florestal.

O drone faz a identificação e mapeamento dos focos de infestação de daninhas em grande áreas destinadas ao reflorestamento com velocidade, precisão e mais economia na aplicação dos herbicidas.

“Trabalhamos em dois estágios; primeiro fazemos uma vistoria aérea para se certificar de que determinada área está vulnerável para a proliferação de ervas daninhas e na sequência fazemos o trabalho de pulverização aérea sem desperdício de insumos”, explica Adryan Luan Siedeliski, consultor da ALS – Agro pulverização com Drone.

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Outro fator que levou a indústria florestal a investir na utilização de drones é a menor exposição do trabalhador ao produto e uma segurança ambiental mais eficaz que vai ao encontro da Agricultura 4.0.

A ALS – Agro Pulverização com Drone já atua com eficiência na utilização de multirotores no controle de pragas no segmento agrícola.

“A aplicação possui um efeito residual bastante resistente e mesmo que chova nos dias subsequentes o herbicida continuará a agir no local impedindo o alastramento das plantas daninhas”, finaliza o profissional.

Fonte: ALS – Agro Pulverização com Drone

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Calor coloca rebanhos de quatro Estados em risco até domingo

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O calor e a baixa umidade devem aumentar o risco de estresse térmico nos rebanhos de Mato Grosso, Rondônia, sul do Amazonas e oeste do Pará até domingo (09.08). A situação pode reduzir o ganho de peso, afetar a produção de leite e comprometer o desempenho reprodutivo dos animais.

O alerta foi divulgado pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), com base no módulo de Conforto Térmico Bovino (CTB) do Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro). A previsão aponta aumento gradual das áreas classificadas nas categorias de perigo e emergência.

Porto Velho, em Rondônia, deve enfrentar uma das situações mais críticas, com índices elevados durante praticamente todo o período. Lábrea, no Amazonas, deve oscilar entre alerta e perigo. Em Juara, em Mato Grosso, e São Félix do Xingu, no Pará, a condição pode passar de alerta para perigo no domingo.

O sistema utiliza o Índice de Temperatura e Umidade (ITU), que combina as duas variáveis para medir o nível de desconforto dos bovinos. Quanto maior o índice, mais dificuldade o animal encontra para eliminar o calor acumulado no organismo.

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Vacas em lactação, bovinos de alta produtividade e animais mantidos em sistemas intensivos são os mais vulneráveis. Entre os sinais de estresse estão respiração ofegante, salivação excessiva, apatia e redução do consumo de água e alimento.

O Inmet recomenda manter água limpa e fresca disponível durante todo o dia, garantir sombra natural ou artificial e concentrar a alimentação nas primeiras horas da manhã ou no fim da tarde. Transporte, vacinação e outros manejos devem ser evitados nos horários de maior calor.

Em Corumbá, em Mato Grosso do Sul, o risco deve permanecer entre atenção e alerta. No Sul, em grande parte do Sudeste e no leste do Nordeste, as condições previstas são mais favoráveis ao conforto dos rebanhos.

Fonte: Pensar Agro

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