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Dólar tem leve baixa conforme mercado aguarda dados e decisões sobre juros

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O dólar tinha leve queda frente ao real na manhã desta terça-feira, perdendo fôlego depois de na véspera ter saltado, enquanto investidores aguardavam dados econômicos e as decisões de política monetária de Brasil e Estados Unidos.

Às 9:41 (horário de Brasília), o dólar à vista recuava 0,25%, a 4,9391 reais na venda.

Na B3, às 9:41 (horário de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,27%, a 4,9405 reais.

As perdas do dólar vêm depois de, na véspera, a moeda ter avançado 0,82%, a 4,9514 reais na venda. É normal, após movimentos acentuados do câmbio, haver ajuste pontual na direção oposta, conforme investidores realizam lucros.

“Para além de um movimento de correção que pode ser comum… o dia é marcado pelo relatório de empregos Jolts nos Estados Unidos, que pode indicar a direção da inflação e fornecer pistas sobre o futuro dos juros”, disse Matheus Massote, especialista de câmbio da One Investimentos.

O relatório Jolts de vagas de trabalho disponíveis do Departamento do Trabalho dos EUA será divulgado nesta manhã e deve mostrar queda nos empregos em aberto para 8,750 milhões em dezembro, segundo expectativa em pesquisa da Reuters. O Jolts precede o relatório mais amplo de criação de vagas fora do setor agrícola do governo, a ser publicado na sexta-feira.

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Os investidores também acompanharão de perto a decisão de política monetária do Federal Reserve, ao fim de um encontro de dois dias na quarta-feira. A expectativa geral é de que o banco central norte-americano deixe a taxa básica inalterada em 5,25% a 5,50% nesta semana, mas o mercado busca pistas sobre quando poderão começar os cortes de juros.

Recentemente, muitos operadores do mercado de juros futuros dos EUA adiaram para maio a previsão para o início do afrouxamento monetário do Fed. Até o final do ano passado, a maioria das apostas para um primeiro corte estava concentrada em março.

Quanto mais cedo o Fed começar seu afrouxamento monetário, mais as moedas emergentes tendem a se beneficiar, já que ficam comparativamente atraentes quando o mercado dos EUA fica menos rentável.

No Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC também encerra seu encontro de dois dias na quarta-feira, e provavelmente cortará a Selic em 0,50 ponto percentual pela quinta vez, a 11,25%.

“Apesar de precificado, (o Copom) pode trazer bastante volatilidade na moeda. Além disso, amanhã temos o fechamento da Ptax, que tradicionalmente aumenta a volatilidade e pode dar uma pimentinha de sabor nessas movimentações”, disse Massote.

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A Ptax é uma taxa de câmbio calculada pelo Banco Central que serve de referência para a liquidação de contratos futuros. No fim de cada mês, agentes financeiros costumam tentar direcioná-la para níveis mais convenientes às suas posições, sejam elas compradas ou vendidas em dólar.

Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Planejamento sanitário na equinocultura garante desempenho, saúde e longevidade dos cavalos no Brasil

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O Brasil possui cerca de 5,7 milhões de equinos e ocupa a quarta posição no ranking mundial, atrás apenas de China, México e Estados Unidos. O dado reforça a importância econômica e produtiva da equinocultura no país e evidencia a necessidade de estratégias cada vez mais estruturadas para garantir saúde, desempenho e longevidade dos animais.

Nesse contexto, o planejamento sanitário se consolida como um dos principais pilares da equinocultura moderna. Mais do que ações pontuais, ele representa a organização contínua de protocolos de manejo, fundamentais para assegurar previsibilidade e eficiência produtiva ao longo do ciclo dos animais.

Manejo sanitário estruturado é base da produtividade

O calendário sanitário equino reúne práticas essenciais como vacinação preventiva, controle parasitário (vermifugação), manejo de ectoparasitas, acompanhamento reprodutivo, exames periódicos e monitoramento clínico constante.

A aplicação correta desses protocolos reduz riscos sanitários, melhora o bem-estar animal e contribui diretamente para o desempenho esportivo e reprodutivo dos equinos.

Segundo especialistas do setor, a ausência de planejamento pode gerar falhas na proteção do rebanho, aumento da incidência de doenças e perdas produtivas relevantes.

Disciplina e constância definem resultados na equinocultura

Na prática, o desempenho dos cavalos depende diretamente da constância no manejo. Assim como a força e a energia são características naturais da espécie, é a disciplina no cuidado diário que transforma potencial em resultado produtivo.

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A analogia também é feita com referências culturais, como ciclos do calendário oriental, em que força e intensidade precisam ser direcionadas para gerar estabilidade e equilíbrio — lógica que se aplica diretamente ao manejo sanitário equino.

Planejamento reduz riscos e melhora eficiência produtiva

A adoção de protocolos bem definidos permite que propriedades rurais reduzam a ocorrência de enfermidades, otimizem recursos e alcancem maior eficiência zootécnica.

De acordo com a Gerente de Produtos de Equinos da Zoetis Brasil, Patrícia Nobre, o planejamento sanitário é decisivo para o sucesso da atividade.

“O planejamento permite antecipar riscos e garantir que o animal esteja protegido em todas as fases da vida. Não se trata apenas de tratar doenças, mas de construir uma base sólida de prevenção”, afirma.

Farmácia da Pecuária reforça gestão estratégica no campo

O conceito de Farmácia da Pecuária vem ganhando espaço na equinocultura moderna ao propor uma gestão mais organizada de medicamentos e insumos veterinários dentro das propriedades.

A estratégia envolve planejamento de estoque, definição de protocolos sanitários, organização de calendários de aplicação e acompanhamento técnico contínuo, garantindo mais eficiência e segurança no manejo dos animais.

Sustentabilidade e bem-estar ganham destaque no setor

A evolução da equinocultura também passa pela adoção de práticas sustentáveis e responsáveis. Nesse sentido, certificações como a Fair4Them reforçam o compromisso com o bem-estar animal, o uso racional de medicamentos e a adoção de boas práticas de produção.

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Esse movimento fortalece a transparência do setor e atende às exigências crescentes do mercado por produção mais sustentável e tecnificada.

Saúde animal impacta diretamente produtividade e custos

O planejamento sanitário não apenas melhora a saúde dos equinos, como também impacta diretamente a produtividade da atividade. Animais mais saudáveis apresentam melhor desempenho, menor incidência de doenças e maior longevidade, reduzindo custos com tratamentos emergenciais e perdas produtivas.

Com apoio técnico e uso adequado de tecnologias e soluções veterinárias, o setor avança para um modelo de gestão mais eficiente e orientado por dados, fortalecendo a tomada de decisão no campo.

Prevenção como estratégia de longo prazo

Mais do que reagir a problemas, a equinocultura moderna adota uma abordagem preventiva, baseada em organização, consistência e planejamento. Esse modelo transforma o manejo sanitário em ferramenta estratégica para garantir resultados sustentáveis ao longo do tempo.

Com mais de 70 anos de atuação no setor, empresas como a Zoetis reforçam o suporte técnico e o desenvolvimento de soluções voltadas à construção de protocolos sanitários eficientes, contribuindo para o avanço da equinocultura brasileira.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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