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Dólar inicia o dia em leve baixa após otimismo do mercado e recorde do Ibovespa

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O ambiente de maior otimismo nos mercados financeiros refletiu o impacto positivo da ata do Copom, dos dados de inflação dos Estados Unidos e, principalmente, do anúncio de uma trégua tarifária entre EUA e China, o que impulsionou o Ibovespa a bater seu recorde histórico.

Dólar opera em baixa após recuo expressivo na véspera

Às 9h, o dólar era negociado a R$ 5,6047, com leve queda de 0,07%. Na terça-feira (13), a moeda americana recuou 1,34%, encerrando o dia cotada a R$ 5,6086, menor valor desde 14 de outubro, quando registrou R$ 5,5821.

Com esse desempenho, o dólar acumula queda de 0,82% na semana, recuo de 1,20% em maio e uma desvalorização de 9,24% no ano.

Ibovespa atinge maior nível da história

O principal índice da Bolsa brasileira encerrou a terça-feira com alta de 1,76%, aos 138.963 pontos — a maior pontuação já registrada pelo Ibovespa. Durante o pregão, o índice chegou a superar os 139 mil pontos na máxima do dia.

Com o avanço, o Ibovespa acumula ganhos de 1,80% na semana, 2,88% no mês e 15,53% no acumulado do ano.

Fatores que impulsionaram o mercado

O desempenho positivo dos ativos brasileiros na terça-feira foi impulsionado por uma combinação de fatores internos e externos:

  • Ata do Copom: A divulgação da ata do Comitê de Política Monetária contribuiu para reforçar a percepção de continuidade da política monetária atual, o que agradou aos investidores.
  • Inflação nos EUA: Dados mais benignos de inflação norte-americana trouxeram alívio às expectativas sobre os juros nos Estados Unidos.
  • Trégua tarifária entre EUA e China: A principal notícia veio do cenário internacional, com o anúncio de uma trégua nas tarifas comerciais entre as duas maiores economias do mundo.
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Trump sinaliza avanço em negociações com a China

Em entrevista à emissora Fox News, o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que os dois países estão construindo um acordo comercial “muito sólido” e destacou a perspectiva de maior abertura da China ao comércio com os EUA.

“Temos a estrutura de um acordo muito, muito sólido com a China. Mas a parte mais emocionante do acordo é a abertura da China aos negócios com os Estados Unidos”, declarou Trump, durante viagem oficial a países do Golfo Pérsico a bordo do Air Force One.

Trégua tarifária anima os mercados globais

EUA e China concordaram em reduzir significativamente as tarifas sobre produtos importados por um período inicial de 90 dias. O entendimento foi bem recebido pelos mercados, que viram na medida um alívio para os temores de desaceleração econômica global.

A reação foi imediata: as bolsas norte-americanas dispararam após o anúncio, enquanto os mercados chineses também fecharam em forte alta.

Segundo Zhiwei Zhang, economista-chefe da Pinpoint Asset Management, a redução foi mais significativa do que o esperado. “Eu achava que as tarifas seriam reduzidas para algo em torno de 50%”, afirmou à Reuters.

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Analistas pedem cautela diante do cenário

Apesar do entusiasmo inicial, especialistas alertam que ainda é cedo para considerar a trégua como um passo definitivo rumo a um acordo comercial duradouro.

“Esta é uma redução substancial da tensão. No entanto, os EUA ainda impõem tarifas muito mais altas à China”, avaliou Mark Williams, economista-chefe para a Ásia da Capital Economics. “Não há garantia de que a trégua de 90 dias dará lugar a um cessar-fogo duradouro.”

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá reúne lideranças para debater plano de redução de riscos em comunidades vulneráveis

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Com foco na prevenção de desastres e no planejamento urbano, a Prefeitura de Cuiabá realizou, nesta terça-feira (28), um encontro com lideranças comunitárias para discutir a construção do Plano Municipal de Redução de Riscos (PMRR). A reunião ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) e integra a etapa inicial de validação das áreas prioritárias a serem trabalhadas pelo projeto.

A iniciativa faz parte de uma política pública articulada entre o município, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Governo Federal, por meio do Ministério das Cidades. O objetivo é identificar, mapear e propor medidas para reduzir riscos em áreas vulneráveis a desastres, como deslizamentos, inundações e queimadas.

O professor do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFMT e coordenador geral do PMRR, Hugo Kamiya Tsutsui, destacou o papel da universidade na execução técnica do projeto e a necessidade de validação junto à população.

“Estamos consolidando a primeira etapa, que é a validação das áreas definidas pela equipe técnica e pelo comitê gestor. A participação das lideranças é essencial para identificar pontos que podem não ter sido mapeados inicialmente”, afirmou.

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Segundo o coordenador, a próxima fase envolve o diagnóstico detalhado das áreas, com uso de tecnologia para levantamento de dados.

“Vamos realizar sobrevoos com drones para mapear essas regiões e, a partir disso, classificar os níveis de risco. Isso permitirá definir quais intervenções são necessárias”, explicou.

O prazo para conclusão do plano é dezembro deste ano, quando o documento deverá ser apresentado e validado em audiência pública. A partir dessa etapa, caberá à gestão municipal a implementação das ações propostas.

O diretor técnico da Defesa Civil de Cuiabá, o capitão Marcelo Cerqueira, ressaltou o papel do órgão no acompanhamento das atividades de campo e na articulação com as comunidades.

“A Defesa Civil atua junto à equipe técnica nas visitas aos bairros e mantém diálogo com lideranças locais para facilitar o acesso às áreas. Esse trabalho conjunto é fundamental para identificar riscos e orientar medidas preventivas”, disse.

Já a representante da Secretaria Municipal de Planejamento e Desenvolvimento Urbano, a engenheira ambiental Bruna Gonçalves Aquino enfatizou o impacto do plano na organização territorial da cidade.

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“O plano é um estudo técnico aprofundado que abrange todo o território urbano. Ele vai contribuir para organizar o crescimento da cidade e promover melhorias nas condições de moradia, com mais segurança e qualidade de vida”, comentou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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