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Dólar Forte Impacta Preços do Milho em Chicago e na B3

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A sexta-feira (14) começou com queda nos preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3). As cotações principais variavam entre R$ 58,21 e R$ 69,38 por volta das 10h21 (horário de Brasília).

O contrato de julho/24 estava cotado a R$ 58,21, registrando uma queda de 0,19%. Para setembro/24, o valor era de R$ 62,23, com uma perda de 0,42%. Novembro/24 negociava a R$ 66,06, apresentando uma baixa de 0,21%, enquanto janeiro/25 estava a R$ 69,38, com uma desvalorização de 0,40%.

Mercado Externo

Os preços internacionais do milho também iniciaram a sexta-feira com movimentações negativas na Bolsa de Chicago (CBOT), registrando recuos por volta das 09h44 (horário de Brasília).

O contrato de julho/24 estava cotado a US$ 4,55, com uma desvalorização de 3,00 pontos. Setembro/24 valia US$ 4,60, com uma queda de 3,00 pontos. Dezembro/24 estava negociado a US$ 4,73, perdendo 3,00 pontos, e março/25 tinha valor de US$ 4,83, com uma baixa de 2,75 pontos.

De acordo com informações do site internacional Farm Futures, os futuros do milho caíram na manhã desta sexta-feira, mesmo com uma recuperação nos mercados de energia. A valorização do dólar limitou a alta dos preços do milho durante o pregão noturno, pressionando as cotações tanto no mercado interno quanto no externo.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Porto do Rio de Janeiro amplia capacidade e passa a receber navios New Panamax de até 366 metros

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O Porto do Rio de Janeiro alcançou um novo patamar operacional e passou a integrar o seleto grupo de portos brasileiros aptos a receber embarcações da classe New Panamax, consideradas entre as maiores da navegação comercial mundial. O avanço foi possível após a conclusão das obras de dragagem e modernização do canal de acesso, realizadas com investimentos do governo federal, por meio do Novo PAC, e da Autoridade Portuária PortosRio.

Ao todo, os investimentos somaram R$ 163 milhões, sendo R$ 98 milhões provenientes do Novo PAC e R$ 65 milhões aportados pela PortosRio. A iniciativa amplia a capacidade logística do terminal e fortalece a competitividade do Porto do Rio de Janeiro nas rotas internacionais de comércio.

Primeiro navio New Panamax já atracou no terminal

O novo cenário operacional já começou a gerar resultados práticos. Neste mês, o porto recebeu o porta-contêineres MSC Katrina, primeira embarcação da categoria New Panamax a atracar no terminal após a conclusão das obras.

O navio, de bandeira panamenha, possui 366 metros de comprimento, 48,4 metros de largura e capacidade para transportar 14.131 TEUs — unidade equivalente a contêineres de 20 pés. A embarcação chegou ao Rio de Janeiro após passagem pelo Porto de Suape (PE) e seguiu viagem rumo ao Porto de Santos (SP).

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A operação representa um marco para a infraestrutura portuária brasileira e amplia a inserção do porto fluminense nas principais rotas globais de transporte marítimo.

Dragagem ampliou profundidade e capacidade operacional

Para permitir a operação de embarcações de grande porte, o canal de acesso ao Porto do Rio de Janeiro passou por uma ampla intervenção estrutural. As obras incluíram dragagem, melhorias na sinalização náutica e adequações operacionais.

Com a modernização, a profundidade mínima do canal foi ampliada de 15 metros para 16,2 metros, possibilitando um calado operacional de 15,3 metros. A nova configuração permite a navegação segura de navios New Panamax, categoria utilizada em operações internacionais de grande escala.

Segundo o secretário nacional de Portos, Alex Ávila, a ampliação representa um avanço estratégico para a logística nacional.

“O recebimento de navios de maior porte marca um novo momento para o Porto do Rio de Janeiro. A medida fortalece a competitividade do terminal, amplia sua presença nas rotas internacionais e evidencia a importância dos investimentos em infraestrutura portuária no Brasil”, afirmou.

Competitividade e eficiência logística ganham força

Além de ampliar a capacidade operacional, a modernização do porto traz impactos diretos para a eficiência logística e redução de custos no comércio exterior.

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Entre os principais benefícios apontados pelo setor estão:

  • Melhoria das condições de navegabilidade e segurança;
  • Redução de restrições operacionais;
  • Aumento da previsibilidade logística;
  • Maior eficiência no fluxo de cargas;
  • Possibilidade de receber embarcações de maior capacidade;
  • Fortalecimento da competitividade brasileira no comércio internacional.

A expectativa é que o novo cenário contribua para ampliar a movimentação de cargas, atrair novas rotas marítimas e aumentar a relevância estratégica do Porto do Rio de Janeiro no sistema portuário nacional.

Grupo seleto de portos brasileiros

Com a conclusão das obras, o Porto do Rio de Janeiro passa a integrar o grupo restrito de terminais brasileiros capazes de receber navios de até 366 metros de comprimento.

Atualmente, apenas os portos de Santos (SP), Salvador (BA), Itaguaí (RJ), Paranaguá (PR) e Pecém (CE) possuem estrutura operacional semelhante para atender embarcações da categoria New Panamax.

O avanço reforça a importância dos investimentos em infraestrutura logística para ampliar a competitividade do agronegócio, da indústria e das exportações brasileiras no mercado global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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