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Dólar à vista sobe ante real apesar de queda ante divisas fortes no exterior

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O dólar tem leve alta ante o real nesta manhã de segunda-feira, na contramão do exterior, onde a moeda norte-americana cai ante uma cesta de divisas fortes, mas tem sinais mistos ante as divisas ligadas a commodities.

Às 9:55 (de Brasília), o dólar à vista avançava 0,18%, a 4,9364 reais na venda. Na B3, às 9:55 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento subia 0,07%, a 4,9420 reais.

Investidores abrem a semana à espera da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), na quinta-feira, e da divulgação de dados econômicos nos Estados Unidos antes da reunião do Federal Reserve, marcada para o fim do mês.

Os rendimentos dos Treasuries caem nesta manhã, o que favorece o viés de baixa do dólar ante divisas fortes no exterior. Em sintonia, a curva de juros brasileira também cede.

Às 9:55 (de Brasília), o índice do dólar –que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas– caía 0,07%, a 103,200.

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No entanto, o dólar sustenta leve alta ante o real, oscilando novamente em margens estreitas, como ocorreu em sessões anteriores.

De acordo com a equipe da Guide Investimentos, o mercado brasileiro, de modo geral, “espera ansiosamente pelo desenrolar dos impactos das decisões externas de juros na condução da política monetária doméstica”.

Além da decisão do BCE na quinta-feira, os investidores vão monitorar os dados norte-americanos da semana e o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) na próxima sexta-feira. No encerramento de janeiro ocorrem as decisões de juros do Federal Reserve e do Banco Central do Brasil.

Na última sexta-feira, o dólar à vista fechou o dia cotado a 4,9273 reais na venda, em leve baixa de 0,10%.

O Banco Central fará nesta sessão leilão de até 16.000 contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1° de março de 2024.

Fonte: Reuters

Fonte: Portal do Agronegócio

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Corriedale aposta em seleção genética e uso de dados para fortalecer produção de carne e lã no Rio Grande do Sul

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A Associação Brasileira de Criadores de Corriedale (ABCC) iniciou uma nova agenda voltada à modernização da ovinocultura, com foco na geração e aplicação de informações técnicas para apoiar decisões de seleção genética nas cabanhas do Rio Grande do Sul. A iniciativa busca aproximar dados produtivos, avaliação de desempenho e manejo reprodutivo da rotina dos criadores.

A proposta da entidade é ampliar o uso de ferramentas técnicas como suporte à escolha de reprodutores, planejamento de acasalamentos e evolução dos plantéis, fortalecendo a competitividade da raça Corriedale, reconhecida por sua dupla aptidão para produção de carne e lã.

Dados e tecnologia ganham espaço na seleção de ovinos

Segundo a ABCC, o avanço da ovinocultura passa pela integração entre conhecimento prático dos criadores e indicadores técnicos que permitam mensurar desempenho com maior precisão. A entidade destaca que a seleção de animais vem incorporando, de forma crescente, informações objetivas ao lado da avaliação visual tradicional.

A estratégia busca tornar mais eficiente a identificação de animais com melhor desempenho produtivo, contribuindo para rebanhos mais uniformes, produtivos e adaptados às condições de produção do Sul do país.

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Carne do Corriedale ganha protagonismo em nova estratégia da raça

O presidente da ABCC, Gustavo Velloso, afirma que a entidade tem direcionado esforços para fortalecer a produção de carne da raça, sem perder a conexão com sua trajetória histórica na ovinocultura gaúcha.

“Queremos trabalhar bastante a questão da carne e da marca da carne Corriedale. A raça representa cerca de 60% do rebanho ovino gaúcho, e esse é um fator muito importante. Por isso também estamos realizando esse primeiro teste de desempenho, com candidatos voltados à produção de carne em sistema de pastagem”, destacou.

Prova de desempenho avalia 41 reprodutores em Hulha Negra (RS)

Uma das principais ações em andamento é a prova de desempenho realizada no Centro de Pesquisas da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), em Hulha Negra, no Rio Grande do Sul.

A avaliação reúne 41 ovinos reprodutores da raça Corriedale, oriundos de diferentes cabanhas do estado, em um sistema de manejo pastoril padronizado, com predominância de pastagem de azevém e suplementação mineral.

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O objetivo é gerar dados comparáveis de desempenho produtivo e genético, que possam subsidiar decisões de seleção nas propriedades.

Indicadores técnicos orientam evolução dos rebanhos

Durante o período de avaliação, os animais são acompanhados com base em diferentes indicadores zootécnicos. Entre eles está o Ganho Médio Diário (GMD), que mede o incremento de peso ao longo do tempo, além da Área de Olho de Lombo (AOL), utilizada para estimar o desenvolvimento muscular e o potencial de carcaça.

Também é observada a Espessura de Gordura Subcutânea (EGS), indicador importante para avaliar acabamento e qualidade da carne.

Segundo a ABCC, a combinação desses parâmetros permite identificar reprodutores com maior potencial para gerar cordeiros mais eficientes, com melhor rendimento de carcaça e qualidade de carne, contribuindo para o avanço produtivo da ovinocultura de corte no país.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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