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Do pai ao filho, do sonho ao palco: Guns une gerações na Arena Pantanal

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A diversidade de histórias reunidas no show internacional do Guns N’ Roses mostrou o quanto o evento uniu gerações na Arena Pantanal, no dia 31 de outubro. Pais que influenciaram os filhos e compareceram juntos para ver os ídolos; adolescentes que convenceram os pais a acompanhá-los; e até um casal que se presenteou com ingressos para comemorar os 10 anos de casamento, completados justamente na data. A oportunidade também foi celebrada pelo público PCD (Pessoas com Deficiência).

Havia quem sonhava com o show desde a adolescência, como Danilo e Lucy Mara, de Várzea Grande. “Hoje realizo um sonho antigo! Esperei por isso desde os anos 90!”, disse Lucy, emocionada.

Já o casal Paula e Raoni aproveitou o momento para comemorar a década de união. “O ingresso foi presente de aniversário de casamento. Hoje é um marco — pra gente e pra Cuiabá”, contou, sorrindo, Raoni.

A verdade é que o público de várias cidades vibrou com a oportunidade. “É uma chance única para a capital mostrar que tem estrutura pra receber grandes shows”, destacou Érika Borges, apoiada por Frederico Rezende. O casal adotou Cuiabá como cidade para viver, por conta dos estudos. Ela é natural de Campo Verde (MT) e ele, de Alto Garças (MT).

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Cristiane Monteiro, a filha, o marido e amigos vieram de Campo Grande (MS) — uns de carro, outros de avião — mas todos com o mesmo propósito: viver momentos inesquecíveis com o Guns N’ Roses.

Outro ponto destacado foi o cumprimento da legislação municipal em garantir a acessibilidade. Pablo Arthur elogiou a iniciativa, afirmando que é importante incluir todos. “Todo mundo tem direito de se divertir. E quando tem oportunidades tão grandes como esta, é fundamental promover essa inclusão. Cuiabá larga na frente, porque em outros lugares é difícil até conseguir meia-entrada. Então, é um passo bem à frente”, frisou.

#PraCegoVer

A foto mostra um grupo de turistas do lado externo da Arena Pantanal, local do evento.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Cúpula do agro liga inovação e rastreabilidade ao acesso a mercados

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Acesso a mercados, rastreabilidade e uso de tecnologia para reduzir riscos estão no centro da proposta da Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro, a Citagro 2026, marcada para 16 de novembro, em São Paulo. O encontro pretende aproximar empresas, investidores e pesquisadores em torno da competitividade da produção brasileira.

A questão chega à porteira por meio das exigências dos compradores. Para cadeias que abastecem mercados com regras ambientais específicas, comprovar a origem da mercadoria e as condições de produção passa a integrar o trabalho de comercialização. Sistemas digitais de rastreabilidade ajudam a organizar as informações necessárias para atender a esses critérios.

Um exemplo é o Regulamento Europeu Antidesmatamento (EUDR), cuja aplicação começa em 30 de dezembro de 2026 para grandes e médios operadores, segundo a Comissão Europeia. A norma abrange bovinos, soja, café, cacau, óleo de palma, borracha, madeira e determinados derivados. Para a maior parte dos micro e pequenos operadores, o prazo é 30 de junho de 2027.

As regras exigem comprovação de que os produtos foram obtidos conforme a legislação do país de origem e não estão associados a desmatamento posterior a 31 de dezembro de 2020. A verificação envolve informações sobre fornecedores e localização das áreas produtivas. Mesmo produtores brasileiros que vendem a uma cooperativa ou empresa intermediária recebem demandas por esses dados dos compradores.

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Outra mudança é o Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira da União Europeia (CBAM), em sua fase definitiva desde janeiro de 2026. Seu alcance inclui determinados fertilizantes e outros produtos industriais. Nesses casos, as emissões da fabricação entram no cálculo das obrigações dos importadores europeus, acrescentando uma variável ambiental à relação comercial.

O material de apresentação da Citagro também destaca a inteligência de mercado como instrumento para antecipar cenários. A proposta associa competitividade à capacidade de acompanhar mudanças tarifárias, exigências regulatórias e movimentos da demanda, usando essas informações no planejamento das empresas e na diversificação de destinos para a produção.

Para o produtor, essa discussão envolve decisões concretas: quais informações manter sobre a propriedade, quais tecnologias adotar e quais requisitos serão necessários para vender a determinados compradores. A conexão entre pesquisa e produção, outro eixo da iniciativa, busca aproximar o desenvolvimento de soluções das necessidades das cadeias agropecuárias e das regiões produtoras.

A apresentação defende ainda maior articulação entre empresas, governos e instituições de pesquisa nas negociações internacionais. O objetivo anunciado é combinar inovação no campo com participação brasileira na definição de padrões comerciais e ambientais que influenciam o acesso a mercados.

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Serviço

  • Evento: Cúpula da Inovação e Tecnologia do Agro Brasileiro — Citagro 2026
  • Data: 16 de novembro de 2026
  • Horário: das 18h às 22h
  • Cidade: São Paulo (SP)

Fonte: Pensar Agro

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