AGRONEGÓCIO

Diretores participam de palestras para reforçar aprendizagem nas escolas de Cuiabá

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A Prefeitura de Cuiabá, por intermédio da Secretaria Municipal de Educação (SME), inicia nesta segunda-feira (1º) um ciclo de qualificação para os diretores, coordenadores e professores das Escolas Municipais de Educação Básica (EMEBs), visando ao melhor desempenho dos estudantes da rede pública nas provas do SAEB (Sistema de Avaliação da Educação Básica). Nos próximos 45 dias, por conta dessa avaliação, serão intensificadas as aulas de Língua Portuguesa e Matemática.

Trata-se de uma avaliação realizada pelo Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), que medirá o conhecimento dos estudantes matriculados no 2º, 5º e 9º ano. As provas deverão ocorrer no período de 20 a 31 de outubro deste ano.

A qualificação dos diretores, que envolve palestras e discussões a respeito da metodologia de ensino, ocorreu na manhã desta segunda-feira (1º), no Hotel Fazenda Mato Grosso. Houve uma palestra com o professor Paulo César Magri, que também é pedagogo, pós-graduado em metodologia do ensino da matemática, palestrante e escritor.

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“A qualificação dos professores será constante, associada ainda às condições de trabalho, para que nossas crianças tenham plena aprendizagem”, afirma o secretário de Educação, Amauri Monge Fernandes.

No período da tarde, a qualificação será destinada aos coordenadores escolares. A partir de terça-feira (2), a qualificação será exclusiva aos professores.

“A obtenção de bons resultados dos estudantes passa pela qualificação de todos os envolvidos no processo de aprendizagem. Um bom desempenho dos estudantes é essencial, até porque esses resultados do SAEB pautam o desempenho do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)”, explica a professora Thatiany Soares Correa.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Negociação entre os dois países vai discutir sobretaxas de até 37,5%

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Açúcar, pescados e produtos de madeira estão entre os segmentos do agronegócio que poderão se beneficiar de um eventual acordo comercial entre Brasil e Estados Unidos. Os dois países decidiram criar um grupo de trabalho para discutir as barreiras ao comércio bilateral, abrindo uma nova etapa de negociação sobre cobranças adicionais que, para determinados produtos, chegam a 37,5%. Ainda não houve anúncio de redução das tarifas.

O peso dessas medidas é desigual dentro do setor. Enquanto o açúcar enfrenta sobretaxa de 25% e os pescados estão sujeitos à cobrança adicional de 12,5%, vários tipos de madeira, gorduras e óleos podem ser alcançados pela soma das duas alíquotas. Para esses exportadores, a negociação representa a possibilidade de recuperar competitividade no mercado americano.

Outras cadeias importantes do agro foram preservadas das medidas. Segundo levantamento divulgado em julho pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic), café, carnes, suco de laranja, frutas e a maior parte das exportações de celulose estão entre as mercadorias excluídas dessas sobretaxas. A distinção é relevante porque as restrições não atingem todos os produtos brasileiros da mesma forma.

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A criação do grupo foi acertada na quarta-feira (30), em Milwaukee, no estado americano de Wisconsin. Participaram da reunião os ministros Mauro Vieira, das Relações Exteriores, e Márcio Elias Rosa, do Mdic, além do representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer. O encontro ocorreu durante a reunião de ministros do Comércio do G20.

O próximo movimento cabe a Washington, que deverá apresentar nas próximas semanas um documento com os temas propostos para a negociação. Além das tarifas, o trabalho deverá abranger outros entraves às trocas comerciais. O comunicado brasileiro não detalhou quais produtos serão discutidos nem estabeleceu uma data para a conclusão de um acordo.

As sobretaxas anunciadas em julho resultam de duas investigações conduzidas pelos Estados Unidos. Uma delas trata de práticas comerciais brasileiras contestadas pelo governo americano, incluindo as condições de acesso ao mercado de etanol. A outra envolve exigências americanas para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forç

Fonte: Pensar Agro

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