AGRONEGÓCIO

Dinetec 2025: Soluções para os Produtores do Vale do Araguaia

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A Nitro, uma das principais empresas brasileiras de insumos agrícolas focada em nutrição e biológicos, participará mais uma vez da Dinetec, uma das maiores feiras de agronegócio do Vale do Araguaia, que ocorrerá de 15 a 17 de janeiro, em Canarana (MT). Com uma abordagem personalizada para as diferentes realidades regionais e culturais, a Nitro visa oferecer aos produtores rurais conhecimento e tecnologia para enfrentar os desafios climáticos e garantir a rentabilidade das safras futuras.

“Contaremos com uma equipe técnica especializada para orientar os produtores sobre o uso eficiente de biológicos e fertilizantes. Um dos destaques será uma solução inovadora para o controle de percevejos, além de opções para nutrição e fisiologia das plantas, essenciais para garantir uma lavoura produtiva durante a safra,” explica Camila Nunes, agrônoma e coordenadora técnica de mercado da área de biológicos da Nitro.

A safra 2024/2025 no Vale do Araguaia apresenta tanto oportunidades quanto desafios. Embora o atraso crítico das chuvas tenha caracterizado a temporada anterior, a atual destaca-se pela regularidade das precipitações, favorecendo o desenvolvimento das culturas. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de monitoramento dos fenômenos climáticos, especialmente a transição do El Niño para a La Niña, que pode impactar as condições agrícolas.

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“O clima tem favorecido o início do plantio e o enchimento dos grãos, o que é essencial para o sucesso da safra,” observa a agrônoma Vitória Monteiro, coordenadora técnica de mercado da área de Nutrição da Nitro. Contudo, ela destaca que, apesar das condições favoráveis, o excesso de umidade ainda representa um risco para o surgimento de doenças nas lavouras, como as de soja. Por isso, é fundamental que os produtores se mantenham preparados.

De acordo com Vitória, o Vale do Araguaia é uma região extensa e diversificada, onde, apesar da soja ser a principal cultura, algumas áreas favorecem o plantio de milho, sorgo e gergelim, culturas que exigem menos água no início de seu ciclo. “O milho e o gergelim têm boa adaptação à região e podem ser excelentes opções para a segunda safra. O sorgo, embora cultivado em menor escala devido ao preço e à demanda, também se destaca,” complementa.

Diante desse cenário, a nutrição adequada das plantas é um fator crucial para maximizar as colheitas e minimizar os riscos climáticos. Garantir que as plantas estejam bem nutridas e ajustar a aplicação de insumos ajudam no combate às doenças e ao estresse causado por condições climáticas adversas.

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As agrônomas ressaltam que os agricultores do Mato Grosso estão cada vez mais atentos à nova realidade climática e demonstram crescente interesse por tecnologias que aumentem a eficiência das lavouras. “As expectativas para as novas safras são positivas, com as primeiras áreas de soja mostrando bons resultados. A presença da Nitro na Dinetec será uma oportunidade valiosa para troca de conhecimentos e para oferecer soluções adaptadas à realidade do campo,” conclui Vitória.

Produtores interessados em conhecer as inovações da Nitro podem visitar seu estande durante a Dinetec, onde especialistas estarão disponíveis para esclarecer dúvidas sobre manejo nutricional e biológico.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Agro argentino deve gerar US$ 36,1 bilhões em 2026 com avanço da soja e do milho, projeta Bolsa de Rosario

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O setor agropecuário da Argentina deve voltar a desempenhar papel decisivo na geração de dólares para a economia em 2026. A combinação entre aumento da produção de grãos e recuperação parcial dos preços internacionais elevou as projeções de exportação, em um momento em que o país segue altamente dependente da entrada de divisas externas para equilibrar suas contas.

Segundo estimativas divulgadas pela Bolsa de Comércio de Rosario, a liquidação de divisas do agronegócio argentino deve atingir US$ 36,111 bilhões em 2026. O valor representa um acréscimo de cerca de US$ 800 milhões em relação à projeção anterior e praticamente repete o desempenho estimado para 2025, mantendo o complexo agroexportador como principal fonte de dólares da economia argentina.

Soja e milho lideram revisão positiva da safra

A revisão para cima das projeções está diretamente relacionada ao desempenho esperado das principais culturas do país, especialmente soja e milho.

De acordo com a atualização do GEA-BCR, a produção de soja na safra 2025/26 foi estimada em 50 milhões de toneladas, um aumento de 2 milhões em relação à projeção anterior. Já o milho teve sua estimativa elevada para 68 milhões de toneladas, avanço de 1 milhão frente ao cálculo divulgado em abril.

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Com maior disponibilidade de grãos, o setor industrial argentino tende a ganhar fôlego ao longo do ciclo. A moagem de soja deve crescer cerca de 1 milhão de toneladas, sustentando o processamento local e ampliando a oferta de derivados. No comércio exterior, as exportações de farelo e óleo de soja também devem registrar expansão. No caso do milho, a projeção indica incremento de aproximadamente 500 mil toneladas nas vendas externas.

Cotações e fluxo de exportação sustentam receitas

Além do aumento da produção, o cenário internacional mais favorável também contribui para o reforço das receitas do agro argentino. A recuperação recente das cotações de diversas commodities agrícolas elevou o valor estimado das exportações, fortalecendo a entrada de divisas no país.

O cálculo da Bolsa de Rosario considera tanto as liquidações realizadas no Mercado Livre de Câmbio quanto as operações via Contado com Liquidação, mecanismo amplamente utilizado por exportadores argentinos.

Entrada de dólares ainda abaixo de 2025 no início do ano

Apesar da perspectiva positiva para o ano fechado, o fluxo de divisas nos primeiros meses de 2026 ainda apresenta desempenho inferior ao observado no mesmo período do ano anterior.

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Entre janeiro e abril, o setor agroexportador argentino aportou cerca de US$ 8,516 bilhões, abaixo dos mais de US$ 9 bilhões registrados no primeiro quadrimestre de 2025. Segundo analistas, a diferença está ligada a fatores como o efeito residual da redução temporária de retenções, antecipação de vendas no ciclo anterior e o ritmo mais lento da colheita em abril.

Ainda assim, o mercado projeta que a aceleração da safra ao longo dos próximos meses tende a compensar parcialmente esse atraso, consolidando o agro como pilar central da geração de divisas da Argentina em 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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