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Diesel Comum e S-10 Iniciam 2025 com Alta de Preços, Aponta Edenred Ticket Log

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O preço médio do diesel comum e do diesel S-10 apresentou aumentos significativos na primeira quinzena de janeiro de 2025, de acordo com o Índice de Preços Edenred Ticket Log (IPTL). O levantamento, que analisa o comportamento dos preços nos postos de combustíveis, revelou que o diesel comum registrou um aumento de 0,65%, alcançando o valor médio de R$ 6,23, enquanto o diesel S-10 subiu 0,32%, atingindo R$ 6,29, quando comparado ao mesmo período de dezembro de 2024.

Douglas Pina, Diretor-Geral de Mobilidade da Edenred Brasil, explica que a alta nos preços dos combustíveis segue a tendência observada no final de 2024, impulsionada por fatores econômicos como a valorização do dólar, que encarece a importação de insumos e combustíveis. “A maior parte do País acompanhou essa trajetória de alta, com exceção da região Norte, onde foi registrada uma queda no preço do diesel S-10”, observou Pina.

Destaques Regionais e de Estados

O Nordeste se destacou com os maiores aumentos no preço dos combustíveis. O diesel comum registrou alta de 1,58%, alcançando R$ 6,42, e o S-10 subiu 1,11%, atingindo R$ 6,39. Por outro lado, a região Norte apresentou preços mais elevados, com o diesel comum chegando a R$ 6,82 (alta de 0,59%) e o S-10 a R$ 6,65 (queda de 0,15%). O Sul, por sua vez, teve os menores preços, com R$ 6,05 para o diesel comum e R$ 6,11 para o S-10, após aumentos de 0,83% e 0,33%, respectivamente.

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No levantamento por estados, o Acre registrou os maiores preços médios para ambos os tipos de diesel. O diesel comum alcançou R$ 7,64, com aumento de 0,39%, enquanto o S-10 subiu 0,66%, alcançando R$ 7,63. Por outro lado, o menor preço do diesel comum foi encontrado no Rio Grande do Sul, a R$ 6,03, embora tenha representado um aumento de 0,33%. Já o maior aumento no preço do diesel comum foi observado em Alagoas, com uma elevação de 3,78%, atingindo R$ 6,59.

Quanto ao diesel S-10, o menor preço foi registrado no Paraná, com uma média de R$ 6,10, apesar de uma alta de 0,33%. O maior aumento, de 2,22%, ocorreu na Bahia, onde o combustível atingiu a média de R$ 6,45. A maior redução foi de 1,05% no Amazonas, levando o S-10 a R$ 6,59.

Sobre o IPTL

O IPTL é um índice de preços de combustíveis elaborado a partir de dados de abastecimentos realizados nos 21 mil postos credenciados da Edenred Ticket Log. A robusta estrutura de data science da empresa garante a confiabilidade do levantamento, com uma média precisa de preços, devido à grande quantidade de transações realizadas a cada segundo. A Edenred Ticket Log, com mais de 30 anos de experiência, oferece soluções inovadoras para o setor de mobilidade, adaptando-se às necessidades de seus clientes.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Crédito caro e recuperações judiciais entram na pauta do Congresso Andav

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A alta dos juros, a restrição na concessão de crédito e o aumento dos pedidos de recuperação judicial no campo serão debatidos no 15º Congresso da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav). O painel será realizado em 12 de agosto, às 14h45, em São Paulo.

O encontro ocorre em um momento de maior dificuldade financeira para produtores, distribuidores e empresas ligadas ao agronegócio. Com o custo do dinheiro mais elevado, as instituições financeiras passaram a analisar as operações com mais rigor, enquanto os tomadores de crédito precisam apresentar maior capacidade de pagamento e garantias mais consistentes.

Ao mesmo tempo, o aumento das recuperações judiciais provoca efeitos que podem se espalhar pela cadeia. O não pagamento de uma dívida pelo produtor pode atingir revendas, cooperativas, indústrias de insumos e agentes financiadores, tornando a avaliação do risco ainda mais importante antes da liberação dos recursos.

O painel “Crédito, Mercado Financeiro e Recuperação Judicial” discutirá as mudanças no financiamento rural, o avanço do mercado de capitais como alternativa aos empréstimos bancários e os impactos das dívidas em atraso sobre a distribuição de insumos.

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Também serão apresentadas estratégias para reduzir os riscos em um ambiente de maior oscilação econômica. Entre os pontos em discussão estão o planejamento financeiro, a análise da capacidade de pagamento, a qualidade das garantias e o uso de operações estruturadas.

Nos últimos anos, o agronegócio ampliou suas fontes de recursos e passou a recorrer com mais frequência a instrumentos privados de financiamento. A mudança reduziu parte da dependência do crédito rural tradicional, mas também trouxe contratos mais complexos e maior necessidade de acompanhamento jurídico e financeiro.

Participarão do debate o presidente do Instituto Brasileiro de Direito do Agronegócio (IBDA), Renato Buranello; o diretor de Agronegócios do Santander, Carlos Aguiar Neto; o diretor de Agronegócios do Itaú BBA, Pedro Fernandes; o diretor-geral de Agronegócios da Serasa Experian, Marcelo Pimenta; e o sócio-fundador da Agromatic, ACE e Laure Defina Advogados, Julio Laure.

Segundo o presidente executivo da Andav, Paulo Tiburcio, o crédito está diretamente relacionado à continuidade dos negócios. Para ele, as empresas de distribuição precisam acompanhar a evolução das fontes de financiamento, dos mecanismos de proteção e das condições econômicas que afetam clientes e fornecedores.

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O Congresso Andav 2026 terá como tema “Agroeconomia Brasileira: Reflexões para o Futuro”. A programação também abordará economia, geopolítica, reforma tributária, inteligência de mercado, gestão de pessoas, bioenergia, inovação e distribuição de insumos.

Durante o encontro será apresentada a Pesquisa Nacional da Distribuição Andav 2026, elaborada em parceria com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Cepea/Esalq-USP).

O evento será realizado de 11 a 13 de agosto no Transamerica Expo Center, em São Paulo. A estrutura terá quatro pavilhões e mais de 24 mil metros quadrados de área de exposição.

Fonte: Pensar Agro

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