AGRONEGÓCIO

Dia do Servidor: Weyboll Rocha Wemer: Uma década dedicada ao serviço público na Cultura, Esporte e Lazer de Cuiabá

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“Venho de uma família humilde e me formei cedo na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em Educação Física, com pós-graduação lato sensu em Educação Física Escolar. Ser servidor público sempre foi um sonho”, conta Weyboll Rocha Wemer, de 37 anos, solteiro, que ingressou na Prefeitura de Cuiabá em 2013 após aprovação no concurso para a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer.

Ele também destaca a experiência de trabalhar com jogos estudantis e outros eventos esportivos e culturais. “Ao longo de pouco mais de uma década de serviços prestados ao município, tenho encontrado realização. Quando tomei posse, a secretaria ainda se chamava Secretaria Municipal de Esporte, Cidadania e Juventude. Em 2015, passamos pela primeira reforma administrativa, que nos tornou a Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Turismo. E, em 2020, outra reforma transformou a secretaria em Cultura, Esporte e Lazer, separando o turismo. “Apesar das mudanças ao longo dos anos, sempre permaneci na mesma secretaria, dedicado à missão de promover atividades que trazem benefícios diretos para a sociedade”, enfatiza Weyboll.

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Weyboll ressalta que, embora a estabilidade seja um dos benefícios do cargo, ser servidor público vai além. “O servidor tem um papel fundamental nas ações que o município desenvolve. Especialmente na secretaria em que atuo, de cultura, esporte e lazer, é gratificante ver os resultados dos eventos e projetos. Acompanhar o planejamento e a execução de uma corrida como a de Bom Jesus de Cuiabá, que começa do zero e termina com um grande evento, ou os shows e réveillons, traz uma satisfação pessoal e profissional imensa”, comentou.

“É gratificante saber que, por meio do meu trabalho, contribuímos para eventos e ações que fortalecem o senso de comunidade, saúde e lazer para todos. No Dia do Servidor Público, comemorado em 28 de outubro, essa missão ganha um significado ainda mais especial, pois é uma data que reforça o compromisso e a importância do nosso papel para a cidade e para a qualidade de vida dos cidadãos cuiabanos”, concluiu.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Agronegócio movimentou R$ 45,6 bilhões no primeiro semestre

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O agronegócio de Minas Gerais movimentou R$ 45,6 bilhões com as vendas ao exterior no primeiro semestre de 2026. Com 8,46 milhões de toneladas enviadas a 166 países, o estado manteve a terceira posição entre os maiores exportadores do agro brasileiro, atrás apenas de Mato Grosso e São Paulo.

Os dados foram divulgados no Informativo Conjuntural de julho, publicado pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais (Seapa-MG), com base nos registros do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). Os valores foram convertidos pela cotação de R$ 5,09.

Minas Gerais respondeu por 10,3% das exportações brasileiras do agronegócio entre janeiro e junho. O setor também gerou 40,9% de toda a receita obtida pelo estado com as vendas internacionais, demonstrando a importância das atividades rurais para a economia mineira.

A China permaneceu como o principal destino dos produtos agropecuários do estado. Na sequência aparecem Estados Unidos, Alemanha, Itália e Japão. A presença em mercados com diferentes perfis de consumo reduz a dependência de um único comprador e amplia as possibilidades de comercialização para produtores, cooperativas e agroindústrias.

O café continuou como o principal produto da pauta. As vendas somaram R$ 22,9 bilhões e representaram 50,1% de toda a receita do agronegócio mineiro no exterior. Foram embarcadas aproximadamente 10,8 milhões de sacas de 60 quilos no semestre.

O preço médio do café exportado aumentou 4,2% na comparação com o primeiro semestre de 2025. Convertida para a moeda brasileira, a média passou de aproximadamente R$ 2.034 para R$ 2.119 por saca. Essa referência corresponde ao valor do produto embarcado e não ao preço pago diretamente ao cafeicultor.

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A valorização ajudou a sustentar a receita em um período de menor disponibilidade do grão. O volume exportado diminuiu 21,6%, depois dos elevados embarques realizados nos ciclos anteriores e dos efeitos do clima sobre a produção e os estoques.

A perspectiva para os próximos meses é favorecida pela entrada da safra de 2026. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estima que o Brasil possa colher 66,2 milhões de sacas, crescimento de 17,1% sobre o ciclo anterior.

Minas Gerais, maior produtor nacional de café, deverá ter participação decisiva nesse avanço. A bienalidade positiva do arábica, a ampliação da área em produção e a recuperação esperada da produtividade podem aumentar a disponibilidade do grão para o mercado interno e para as vendas internacionais.

A soja foi o segundo principal grupo da pauta e apresentou crescimento. As exportações de grão, farelo e óleo movimentaram R$ 10,9 bilhões, alta de 10,2%. O volume chegou a 5,01 milhões de toneladas, avanço de 2,5%.

O resultado do complexo soja mostra que Minas Gerais também amplia sua participação na comercialização de produtos processados. A produção de farelo e óleo agrega valor ao grão, movimenta as indústrias de esmagamento e atende às cadeias de ração animal e biodiesel.

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As carnes também avançaram. Os embarques renderam R$ 4,8 bilhões, crescimento de 13,4% em relação ao primeiro semestre do ano passado. O estado vendeu 247,3 mil toneladas, volume 3,7% maior.

O aumento mais expressivo da receita em relação à quantidade indica melhora no valor médio das carnes exportadas. O movimento favorece frigoríficos, cooperativas e pecuaristas integrados às cadeias que atendem ao mercado internacional.

O complexo sucroalcooleiro, formado principalmente por açúcar e etanol, movimentou R$ 2,7 bilhões, enquanto os produtos florestais renderam R$ 2,6 bilhões. Juntos, café, soja, carnes, produtos sucroalcooleiros e produtos florestais responderam por 96,2% das vendas externas do agronegócio mineiro.

Produtos tradicionais e de maior valor agregado também conquistaram espaço. Queijos, doce de leite, cachaça e doces mineiros movimentaram cerca de R$ 49,4 milhões no semestre. Embora tenham participação menor na pauta, esses produtos abrem oportunidades para pequenas e médias agroindústrias que trabalham com origem, qualidade, tradição e indicação geográfica.

Na comparação com o primeiro semestre de 2025, a receita total das exportações do agro mineiro recuou 9,6% e o volume diminuiu 3%. Ainda assim, o crescimento da soja e das carnes, a valorização média do café e a presença em 166 mercados mantiveram Minas Gerais entre as principais forças do agronegócio exportador brasileiro.

Fonte: Pensar Agro

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