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Dia de Campo de Inverno em Londrina destaca lançamentos de trigo e técnicas de triticultura

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O Dia de Campo de Inverno, promovido pela Embrapa Soja, pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e pela Fundação Meridional, será realizado no dia 22 de agosto, a partir das 8h, na Embrapa Soja, em Londrina (PR). O evento terá como destaque o lançamento de duas novas cultivares de trigo, BRS Macuco e IPR Batovi, além da apresentação de práticas modernas de triticultura.

Inscrições e programação

Os interessados podem se inscrever antecipadamente por meio do link: https://encurtador.com.br/AcRKd.

A programação inclui quatro estações técnicas, com foco em variedades de trigo e triticale desenvolvidas pela Embrapa e pelo IDR-Paraná. O objetivo é proporcionar aos participantes informações práticas e atualizadas sobre o cultivo do cereal, desde a escolha das sementes até o manejo integrado das lavouras.

Manejo de plantas daninhas e importância do trigo na rotação

Uma das estações técnicas será dedicada ao manejo outonal de plantas daninhas no sistema de produção trigo/soja, conduzida pelo pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas.

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Outra estação destacará a importância do trigo para o sistema de produção agrícola, tema apresentado pelo pesquisador Henrique Debiasi, também da Embrapa Soja. Os conteúdos visam oferecer estratégias para aumentar a produtividade e sustentabilidade das lavouras de inverno.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Arroz hoje: mercado trava com custos em alta e expectativa por leilões do governo no Brasil

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O mercado de arroz hoje no Brasil opera em ritmo cauteloso, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor. A combinação de custos elevados, dificuldades no repasse de preços e ожидativa por leilões governamentais tem travado as negociações e dividido agentes ao longo da cadeia.

Levantamento do Cepea aponta que o cenário atual é marcado por incertezas, com compradores e vendedores adotando estratégias distintas diante das condições de mercado.

Mercado externo: demanda sem força decisiva no curto prazo

No cenário internacional, o arroz não apresenta, neste momento, um vetor suficientemente forte para destravar o mercado interno brasileiro. Apesar de alguma estabilidade nas exportações, o fluxo externo não tem sido capaz de compensar as dificuldades domésticas de formação de preços.

Com isso, o comportamento do mercado segue mais dependente de fatores internos, especialmente políticas de apoio à comercialização.

Mercado interno: negociações travadas e agentes divididos

No mercado doméstico, o ritmo de negócios segue lento. De um lado, indústrias buscam recompor estoques e, em alguns casos, elevam suas ofertas para atrair vendedores. De outro, parte dos compradores prefere aguardar definições sobre os leilões de apoio do governo antes de avançar nas aquisições.

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Entre os produtores, o comportamento também é heterogêneo:

  • Produtores com maior necessidade de caixa intensificam vendas no mercado spot
  • Outros optam por reter produto, insatisfeitos com os preços atuais
  • Parte do setor mantém foco na colheita, postergando negociações
Preços do arroz hoje: dificuldade de repasse pressiona mercado

Os preços do arroz em casca seguem pressionados pela dificuldade de repasse ao longo da cadeia. Atacado e varejo apresentam resistência a reajustes, limitando a margem de negociação da indústria e impactando diretamente o produtor.

Esse desalinhamento entre os elos da cadeia contribui para a lentidão nas transações e reforça o ambiente de cautela.

Indicadores: custos de produção seguem em alta

Outro fator relevante para o mercado de arroz hoje é a elevação dos custos de produção. Insumos mais caros continuam pressionando a rentabilidade do produtor, reduzindo o estímulo à comercialização em patamares considerados baixos.

Além disso, as condições climáticas também impactam o andamento da safra:

  • Chuvas em microrregiões do Rio Grande do Sul atrasam a colheita
  • Trabalhos no campo seguem de forma parcial
  • Atrasos atingem tanto o arroz quanto a soja
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Análise: leilões PEP e Pepro são decisivos para o mercado

A expectativa pela divulgação dos editais de leilões de apoio à comercialização — como PEP (Prêmio para Escoamento de Produto) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor) — é hoje o principal fator de influência sobre o mercado.

Esses mecanismos podem:

  • Garantir melhor remuneração ao produtor
  • Estimular o escoamento da produção
  • Reequilibrar a formação de preços

Enquanto não há definição oficial, o mercado tende a permanecer travado, com negociações pontuais e comportamento cauteloso.

Diante desse cenário, o arroz se mantém como uma commodity hoje sensível a políticas públicas e custos de produção, com tendência de volatilidade no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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