AGRONEGÓCIO

Dia de Campo da Agristar Impulsiona o Mercado Brasileiro de Horticultura

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Com o objetivo de apresentar lançamentos e as principais cultivares das linhas profissionais de sementes Topseed, Topseed Premium e Superseed/TSV, a Agristar do Brasil abrirá sua Estação Experimental em Santo Antônio de Posse (SP) para a visitação da cadeia de horticultura do Brasil e do mundo durante o Open Field Day. Este tradicional dia de campo ocorrerá entre 19 e 21 de junho de 2024, coincidindo com a 29ª Hortitec, Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas, em Holambra (SP), onde a empresa também marcará presença com suas novidades.

Segundo o gerente de Marketing da Agristar, Marcos Vieira, os principais atrativos para visitação ao estande da empresa na feira e ao Open Field Day são os produtos de alta tecnologia e a confiança que produtores, revendedores e parceiros depositam na Agristar e suas linhas de sementes. “Temos uma equipe técnica e comercial qualificada à disposição do público para esclarecer dúvidas sobre os produtos e o manejo das culturas”, destaca.

Durante o Open Field Day, os visitantes terão acesso a informações de qualidade, novas conexões, experiências inéditas e os materiais mais produtivos e rentáveis do mercado. Entre os lançamentos que serão apresentados em primeira mão estão: tomate Nivus, cenoura Vitória, cebolinha Itachi e porta-enxerto Augusto pela Topseed Premium; tomate Taos, cenoura Solar, cebola Chelsea, quiabo Hulk e cebolinha Naruto da Superseed/TSV Sementes; além do portfólio de Microverdes da Topseed.

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Everton Ichikawa, coordenador da Estação Experimental e engenheiro agrônomo, explica que o campo está sendo preparado desde outubro do ano passado, quando foram coletadas amostras para análise de solo e semeadas plantas de cobertura para melhorar suas características. “Estamos há meses organizando e cuidando de tudo para os visitantes do Open Field Day. Teremos mais de 190 variedades, entre produtos comerciais, pré-comerciais e em testes, em quase 23.000 m² de culturas a campo aberto e cerca de 420 m² de estufas. Serão apresentados tomate cocktail (minitomates), tomates saladete (italiano), pepinos (japonês e indústria) e produtos para hidroponia (folhosas e maçaria). Tudo foi preparado com muita atenção para que o produtor veja as culturas de seu interesse em reais condições de cultivo”, finaliza Everton.

Para fazer o credenciamento nos eventos, acesse os links a seguir:

https://www.agristar.com.br/ofd2024/

https://hortitec.com.br/home-2024/

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Exportações de soja dos EUA seguem 20% abaixo do ano passado, enquanto embarques de milho avançam 26%, aponta USDA

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgou seu mais recente relatório semanal de embarques de grãos, confirmando o forte desempenho das exportações norte-americanas de milho e o ritmo ainda mais lento da soja em comparação com a temporada anterior.

Os dados referentes à semana encerrada em 11 de junho mostram que os embarques de soja e milho ficaram dentro das expectativas do mercado, enquanto o trigo apresentou resultado inferior ao esperado pelos analistas.

O relatório é acompanhado de perto por agentes do agronegócio mundial por servir como importante indicador da demanda internacional pelos grãos produzidos nos Estados Unidos, principal concorrente do Brasil no mercado global.

Embarques de soja permanecem abaixo da temporada passada

De acordo com o USDA, os Estados Unidos embarcaram 522,687 mil toneladas de soja na última semana, volume situado dentro da faixa projetada pelos operadores, que variava entre 345 mil e 600 mil toneladas.

Apesar do desempenho semanal positivo, o acumulado da safra 2025/26 ainda demonstra desaceleração em relação ao ano anterior.

Até o momento, os embarques norte-americanos de soja somam 36,596 milhões de toneladas, resultado 20% inferior ao registrado no mesmo período da temporada passada.

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O cenário reforça a forte concorrência no mercado internacional de soja, especialmente diante da ampla oferta brasileira e do avanço das exportações da América do Sul nos últimos meses.

Milho mantém ritmo forte e supera temporada anterior

No milho, os números seguem impressionando o mercado internacional.

Os embarques semanais alcançaram 1,637 milhão de toneladas, dentro das projeções que variavam entre 1,5 milhão e 2 milhões de toneladas.

Com esse resultado, o volume total embarcado pelos Estados Unidos na temporada chega a 65,614 milhões de toneladas, um crescimento de 26% em comparação ao mesmo período do ciclo anterior.

O desempenho confirma a forte demanda global pelo cereal norte-americano e reforça a competitividade dos Estados Unidos no comércio internacional de milho.

Segundo a analista internacional Karen Braun, o ritmo atual das exportações é historicamente elevado.

Ela destaca que os embarques de soja vêm permanecendo acima da média semanal há vários meses, enquanto os volumes de milho continuam muito superiores aos padrões históricos.

A especialista observa ainda que, na semana anterior, os embarques de milho ultrapassaram a marca de 2 milhões de toneladas pela quinta vez no atual ano comercial, um desempenho considerado raro dentro das mais de quatro décadas de registros disponíveis.

Trigo decepciona e fica abaixo das expectativas

Diferentemente da soja e do milho, os embarques de trigo apresentaram desempenho mais fraco.

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O USDA informou exportações semanais de 334,292 mil toneladas, abaixo da faixa esperada pelo mercado, que variava entre 350 mil e 550 mil toneladas.

Com o início do ano comercial 2026/27 para o trigo em 1º de junho, o volume acumulado de embarques alcança 554,075 mil toneladas.

O resultado representa uma queda de 6% em relação ao registrado no mesmo período da temporada anterior.

Mercado acompanha demanda global por grãos

Os números divulgados pelo USDA reforçam o atual cenário de forte demanda mundial por milho, ao mesmo tempo em que evidenciam os desafios enfrentados pela soja norte-americana para recuperar participação no mercado internacional.

Para produtores, exportadores e tradings, os dados seguem sendo um importante termômetro da competitividade dos Estados Unidos e da dinâmica global do comércio de grãos.

Nas próximas semanas, o mercado continuará monitorando o avanço da safra norte-americana, o comportamento da demanda internacional e a competitividade das exportações brasileiras, fatores que devem influenciar diretamente a formação dos preços globais de soja, milho e trigo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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