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Dia das Mães impulsiona mercado de flores no Paraná e projeta crescimento nas vendas

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O Dia das Mães se consolidou como uma das datas mais significativas para o setor de floricultura no Brasil, refletindo também no mercado do Paraná. Com previsão de aumento nas vendas, a floricultura paranaense experimenta um crescimento robusto, impulsionado pelo apelo da data comemorativa.

Expectativa de crescimento nas vendas de flores

Segundo o Boletim de Conjuntura Agropecuária, divulgado pelo Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Dia das Mães representa 16% da comercialização anual de flores na principal região produtora do país, que inclui Holambra, Santo Antônio da Posse e municípios vizinhos. O setor de floricultura no Paraná, apesar de ser explorado por um número reduzido de produtores, experimenta um aquecimento considerável.

A previsão de evolução nas vendas para 2025 é entre 8% a 10% em relação ao ano anterior, demonstrando a efervescência da atividade. “A data movimenta bastante o mercado e é um reflexo do crescimento que estamos observando”, comentou um importante comerciante do setor, citado no boletim.

O aquecimento do mercado e o desempenho do setor

Embora o Paraná conte com uma participação mais modesta na produção nacional de flores, o estado apresenta resultados promissores. Em 2023, a floricultura paranaense registrou R$ 249,6 milhões em Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP). Esse montante representou um aumento de 15,2% em relação ao ano anterior, quando o setor havia gerado R$ 216,7 milhões.

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Os gramados e plantas perenes ornamentais destacam-se, respondendo por 72,1% do VBP da floricultura no estado. Já as flores, como orquídeas, crisântemos e roseiras, contribuíram com 16,1% deste valor. A produção de rosas, especificamente, representou 1,8% da floricultura geral e 8,6% do segmento dedicado às flores.

Principais regiões produtoras de flores no Paraná

A produção de roseiras no Paraná se concentrou em 10 municípios no último ano, com destaque para Marialva, na região de Maringá, que respondeu por 66,2% da produção estadual, com 100 mil dúzias de rosas colhidas e receita de R$ 1,7 milhão. O segundo maior produtor foi Araruna, na região de Campo Mourão, com 80 mil dúzias cultivadas, representando 30,1% da produção estadual.

Histórico da produção de rosas no estado

A produção de rosas para corte no Paraná tem demonstrado variações ao longo da última década. Em 2017, foram colhidas 950,1 mil dúzias de rosas, enquanto em 2021, durante o auge da pandemia, a produção caiu para 168,5 mil dúzias. O VBP real deflacionado da produção de rosas manteve-se relativamente estável ao longo do período, com uma leve queda de 0,5%, indo de R$ 4,50 milhões para R$ 4,48 milhões.

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Por outro lado, a floricultura como um todo registrou um aumento de 8,1% no VBP real entre 2022 e 2023, evidenciando o fortalecimento do mercado. O setor tem se mostrado resiliente e é um reflexo do crescimento e da demanda crescente por flores, especialmente durante datas comemorativas como o Dia das Mães.

Com o Dia das Mães movimentando ainda mais o setor, o mercado de flores no Paraná segue promissor. O estado, apesar de um mercado mais restrito de produtores, mostra-se cada vez mais competitivo, com perspectivas de crescimento impulsionadas pela demanda sazonal e pelo incremento de vendas durante a data comemorativa.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Mutirão de regularização fundiária no Doutor Fábio Leite II é retomado nesta segunda-feira

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária, retoma, nesta segunda-feira (4), até quarta-feira (6), o mutirão de cadastramento voltado aos moradores do bairro Doutor Fábio Leite II que desejam regularizar seus imóveis. O atendimento ocorre das 9h às 16h, na Rua dos Trabalhadores, quadra 77, casa 18.

A ação teve início na quarta-feira (29) e também foi realizada na quinta-feira (30), dando continuidade ao processo de regularização fundiária. O objetivo é garantir o acesso ao título definitivo de propriedade, assegurando mais segurança jurídica às famílias e contribuindo para a valorização dos imóveis.

De acordo com a coordenadora de Habitação, Graziele Rondon, a entrega e a atualização dos documentos são etapas fundamentais para o andamento do processo. “Estamos orientando os moradores sobre a atualização dos documentos. Quem já tem processo em andamento poderá complementar a documentação e, para quem ainda não iniciou, será aberto um novo processo pela equipe técnica de regularização. Em outro momento, a equipe social realizará visita domiciliar para comprovação dos documentos apresentados e também para verificar o uso do lote”, explicou.

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Entre os moradores que compareceram nos primeiros dias de atendimento está André Luiz, que vive há mais de 15 anos no bairro. Segundo André, a regularização representa mais segurança para a família. “Para nós, moradores, regularizar o terreno é uma garantia a mais. Moro aqui há mais de 15 anos e vi toda a evolução do bairro. Já temos asfalto, melhorias, mas precisamos do documento. Morar em um lugar sem documentação é não ter garantia de nada. Vim dar entrada no processo para ter essa segurança”, afirmou.

A moradora Karina Cristine, que reside há 26 anos no bairro Doutor Fábio Leite II, também participou do mutirão. “Já tenho mais de 26 anos morando aqui e, há dois anos, dei entrada no processo. Acredito que agora será a oportunidade de concluir. É um sonho ter o documento da casa, não só para mim, mas para muitas pessoas que moram aqui há tantos anos”, relatou.

Durante o mutirão, os moradores recebem orientações sobre a documentação necessária, podem entregar pendências e contam com o apoio da equipe social para dar andamento às etapas do processo de regularização fundiária.

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Confira abaixo os documentos necessários para dar início ao processo de regularização:

Para solteiros: certidão de nascimento, RG e CPF;
Para casados: certidão de casamento, RG e CPF de ambos;
Para divorciados: certidão de casamento com averbação do divórcio, RG e CPF apenas de quem está requerendo e partilha de bens ou formal de partilha (se houver);
Para viúvos: certidão de casamento e certidão de óbito do cônjuge falecido, RG e CPF de quem está requerendo e partilha de bens ou formal de partilha (se houver);
União estável: escritura pública de cartório ou homologação dessa condição feita em juízo, certidão de nascimento, RG e CPF de ambos.

Trazer também:

Contrato de compra e venda da casa ou outro documento do imóvel (é necessário constar quadra e lote, por exemplo: título de posse antigo, IPTU etc.);
Comprovante de endereço da casa a ser regularizada (água, luz, telefone etc.);
Comprovante de renda de todos os moradores da casa dos últimos três meses.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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