AGRONEGÓCIO

Desvalorização nos mercados de café: Estoque, clima e Vietnã permanecem na pauta

Publicado em

O mercado futuro do café arábica iniciou as negociações desta sexta-feira (29) com desvalorização dos principais contratos na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Com a ausência de negociações do dólar no dia, espera-se um ambiente mais tranquilo no mercado físico, embora estoques e condições climáticas permaneçam sob observação.

Fundamentando a análise, o site internacional Barchart ressalta a manutenção dos fundamentos, destacando a escassez de estoques tanto nos países produtores quanto nos consumidores. Os constantes desafios climáticos enfrentados pelos principais países produtores de café, o aumento do consumo, a chegada do inverno no hemisfério norte e a persistente insegurança relacionada aos problemas climáticos, que devem continuar afetando as lavouras de café em 2024, são elementos destacados.

Por volta das 09h09 (horário de Brasília), os contratos para março/24 registravam queda de 125 pontos, negociados a 196,75 cents/lbp; maio/24 apresentava desvalorização de 135 pontos, cotado a 194,40 cents/lbp; julho/24 experimentava uma baixa de 150 pontos, com valor de 194,40 cents/lbp; e setembro/24 registrava uma queda de 150 pontos, cotado a 195 cents/lbp.

Leia Também:  Mercado Internacional de Soja Mantém Tendência de Alta na Bolsa de Chicago, com Atenção ao Clima na América do Sul

Em Londres, o café conilon também abriu com desvalorização após a alta, com respaldo na resistência do produtor do Vietnã em vender. Os contratos para março/24 apresentavam queda de US$ 24 por tonelada, negociados a US$ 2912; maio/24 registrava desvalorização de US$ 24 por tonelada, cotado a US$ 2825; julho/24 experimentava uma queda de US$ 25 por tonelada, com valor de US$ 2746; e setembro/24 apresentava uma baixa de US$ 15 por tonelada, cotado a US$ 2709.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de carne suína batem recorde histórico em maio e reforçam força do agronegócio brasileiro

Published

on

As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo marco em maio de 2026. De acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), o Brasil embarcou 127,9 mil toneladas de carne suína in natura e processada, estabelecendo o maior volume já registrado para o mês desde o início da série histórica, em 1997.

O resultado confirma a forte presença do produto brasileiro no mercado internacional e reforça a competitividade da cadeia suinícola nacional, que vem ampliando sua participação em diversos destinos ao redor do mundo.

Recorde para o mês de maio

Embora o volume exportado tenha ficado 7,5% abaixo do registrado em abril, o desempenho superou em 8,8% os embarques realizados em maio de 2025, consolidando um novo recorde histórico para o período.

Segundo análises do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o resultado demonstra a capacidade do setor de manter um fluxo consistente de vendas externas, mesmo diante das oscilações naturais da demanda global.

Exportações seguem sustentando o mercado

O Cepea destaca que os embarques brasileiros de carne suína têm apresentado desempenho sólido ao longo de 2026. Apesar de recuos pontuais em alguns meses, o volume exportado continua registrando crescimento na comparação com o ano anterior.

Leia Também:  Lewandowski : segurança pública é uma pauta que precisa ser enfrentada

Esse cenário reflete os esforços da cadeia produtiva para ampliar mercados e fortalecer a presença da proteína brasileira no comércio internacional, estratégia que tem sido fundamental especialmente durante o primeiro semestre, período em que a demanda externa costuma ser mais moderada.

Competitividade brasileira impulsiona vendas

A expansão das exportações também evidencia a competitividade da suinocultura nacional, apoiada por ganhos de produtividade, avanços sanitários e diversificação dos mercados compradores.

O desempenho das vendas externas contribui para o equilíbrio do mercado interno, oferecendo maior escoamento da produção e ajudando a sustentar a rentabilidade dos produtores em um cenário de desafios relacionados aos custos de produção e às oscilações dos preços das proteínas.

Perspectivas para 2026

Com os resultados acumulados até agora, o setor mantém expectativas positivas para o restante do ano. A continuidade da abertura de mercados, o fortalecimento das relações comerciais e a crescente demanda por proteína animal em diversos países podem favorecer novos avanços nas exportações brasileiras.

Caso o ritmo de embarques seja mantido nos próximos meses, 2026 poderá consolidar-se como mais um ano de destaque para a carne suína brasileira no mercado global, ampliando a participação do país entre os principais exportadores mundiais da proteína.

Leia Também:  Mercados Europeus Operam com Leve Baixa em Meio a Rendimentos Elevados e Expectativa por Dados dos EUA

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA