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Desvalorização na exportação de carne suína brasileira na segunda semana de janeiro

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De acordo com dados recentes da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Governo Federal, divulgados nesta segunda-feira (15), as exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada referentes à segunda semana de janeiro mostram uma tendência de desvalorização no preço por tonelada em comparação com o mesmo período do ano anterior.

A receita total das exportações de carne suína até agora neste mês atingiu US$ 81.088.954, o que representa 40,95% do montante total arrecadado em janeiro de 2023, que foi de US$ 197.978.373. Em termos de volume embarcado, as 37.157,949 toneladas representam 46,45% do total registrado em janeiro do ano passado, que foi de 79.983,094 toneladas.

A média diária de faturamento até o momento neste mês é de US$ 9.009.883, um aumento de 0,1% em comparação com janeiro de 2023. No entanto, em relação à semana anterior, observou-se uma queda de 10,79%, com base nos US$ 10.100.450 da semana passada.

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Quanto às toneladas por média diária, o aumento de 13,6% em comparação com o mesmo mês de 2023, totalizando 4.128,661 toneladas. No entanto, em relação à semana anterior, houve uma redução de 11,96%, comparado às 4.689,943 toneladas da semana passada.

O preço médio pago por tonelada, que é de US$ 2.182.277, registra uma queda de 11,8% em relação a janeiro do ano passado. No entanto, em comparação com o valor da semana anterior, houve um leve aumento de 1,32%, em relação aos US$ 2.153.640 anteriores. Esses números refletem os desafios enfrentados no mercado internacional, influenciando a competitividade da carne suína brasileira no cenário global.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Banana sob pivô central atinge 32 t/ha no Oeste baiano e supera médias estadual e nacional

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Produção de banana no Brasil e na Bahia evidencia diferença de produtividade

A bananicultura segue como uma das principais atividades da fruticultura brasileira. Segundo dados da Produção Agrícola Municipal (PAM/IBGE 2024), o Brasil produziu mais de 7 milhões de toneladas de banana em uma área colhida de 469 mil hectares, com produtividade média de 14,9 toneladas por hectare.

Na Bahia, a produção chegou a 839 mil toneladas, com rendimento médio de 11,9 t/ha, abaixo da média nacional.

Oeste baiano avança com irrigação por pivô central

No Oeste da Bahia, o uso de tecnologias de irrigação vem ampliando o potencial produtivo das lavouras. Em uma região marcada por clima desafiador e alta demanda evaporativa, sistemas de irrigação de precisão têm sido adotados como estratégia para garantir estabilidade e eficiência produtiva.

Nesse contexto, a Fazenda Canta Galo, da Frutsi Agro, localizada em Serra do Ramalho (BA), se destaca como referência no uso do pivô central na cultura da banana.

Produtividade de 32 t/ha destaca eficiência do sistema na Fazenda Canta Galo

Na propriedade, o cultivo de banana prata irrigada por pivô central alcança produtividade de até 32 toneladas por hectare. O desempenho supera as médias registradas na Bahia e no Brasil, evidenciando o impacto da tecnologia na cultura.

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O sistema adotado é um pivô central modelo Super Alto da Valley, utilizado para aprimorar o controle hídrico e dar mais estabilidade ao desenvolvimento da lavoura.

Manejo hídrico é fator determinante para a cultura da banana

A bananeira é uma cultura altamente exigente em água e sensível tanto ao déficit quanto ao excesso hídrico. Em regiões semiáridas, onde a irregularidade das chuvas é uma característica recorrente, a irrigação adequada é essencial para garantir produtividade e reduzir perdas.

Mais do que fornecer água, o manejo hídrico atua diretamente na manutenção do potencial produtivo e na saúde da lavoura.

Adaptação da cultura ao pivô central trouxe estabilidade produtiva

Na Fazenda Canta Galo, a banana passou a integrar o sistema produtivo em 2019, substituindo o cultivo de mamão.

Segundo o produtor rural Thiago Bresinski Lage, a adaptação da cultura ao pivô central foi positiva. Ele destaca que a banana, por ser uma planta tropical e de alta exigência hídrica, respondeu bem ao sistema.

O produtor ressalta ainda que o pivô central contribui para a formação de um microclima na área irrigada, reduzindo o estresse térmico e favorecendo maior estabilidade produtiva em uma região de elevada demanda evaporativa.

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Plataforma de manejo hídrico reforça precisão na irrigação

Além da estrutura de irrigação, o manejo da água na fazenda é apoiado pela plataforma Scheduling, que auxilia na definição do momento e da quantidade ideal de irrigação.

De acordo com o engenheiro-agrônomo e consultor da Valley, Aldo Narici, a banana exige precisão no manejo hídrico, já que tanto o excesso quanto a falta de água podem comprometer a produção e favorecer o surgimento de doenças de solo.

Ele destaca que o uso da ferramenta contribui para decisões baseadas no balanço hídrico e na necessidade real da cultura, aumentando a eficiência do sistema produtivo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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