AGRONEGÓCIO

Desvalorização do Boi Gordo: Queda de 15% em Mato Grosso comparado ao ano anterior

Publicado em

No mês passado, o preço do bezerro de 12 meses encerrou-se em R$ 1.788,82 por cabeça, representando uma notável redução de 31,54% em comparação com o mesmo período de 2022.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) constatou que o boi gordo encerrou o último mês cotado a R$ 203,33 por arroba, indicando uma desvalorização de 15,75% em relação a novembro do ano passado. Com a acentuada desvalorização do bezerro em relação ao boi gordo, a relação de troca entre um boi gordo (18@) e o bezerro (7@) passou de 1,66 cabeça/cabeça em novembro de 2022 para 2,05 no mês passado, representando um aumento de 23,17% no poder de compra do pecuarista.

Apesar dessa melhoria no indicador, é crucial destacar que a reposição tem demonstrado sinais de recuperação nos últimos meses, contribuindo para o estreitamento da relação de troca, conforme apontado pelo IMEA em seu boletim semanal da agropecuária.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Leia Também:  Eleições em Mato Grosso terão Central de Intérpretes de Libras pela primeira vez

Advertisement

AGRONEGÓCIO

Estado decreta emergência por risco de seca severa até o fim do ano

Published

on

O governo do Acre decretou situação de emergência em todo o Estado em razão do risco de seca severa e da possibilidade de desabastecimento hídrico nos próximos meses. O Decreto nº 11.932, tem validade de 180 dias e autoriza a adoção de medidas emergenciais para minimizar os efeitos da estiagem em todo o estado.

A decisão foi baseada em estudos climáticos que apontam para o fortalecimento do fenômeno El Niño no segundo semestre de 2026. Segundo o governo, a previsão é de redução das chuvas, temperaturas acima da média e agravamento da seca entre agosto e novembro, período em que o Acre já registra baixos índices de precipitação.

De acordo com o decreto, o cenário pode provocar queda significativa no nível dos rios, escassez de água potável, dificuldades na navegação, isolamento de comunidades e prejuízos à agricultura, pecuária e pesca. O governo também alerta para o aumento do risco de queimadas e incêndios florestais durante o período.

A medida destaca ainda os impactos sobre povos indígenas, ribeirinhos e moradores da zona rural. As 36 terras indígenas, que abrigam 246 aldeias e 16 povos, podem enfrentar isolamento, dificuldades no abastecimento de alimentos e medicamentos, perdas na produção de subsistência e agravamento da insegurança alimentar. O decreto também cita a possibilidade de interrupção do transporte escolar em comunidades acessíveis apenas por via fluvial.

Leia Também:  Mercado de milho na B3 Inicia quinta-feira com desvalorizações; Chicago, impulsionado pela soja, apresenta leves altas

Com a publicação do decreto, a Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, em conjunto com órgãos estaduais, federais e prefeituras. Caberá ao órgão monitorar os níveis dos rios, as condições meteorológicas e os focos de calor, além de apoiar os municípios na elaboração de planos de contingência.

O governo também autorizou a realização de despesas emergenciais, como contratação de serviços, aquisição de insumos, instalação de abrigos e distribuição de água por carros-pipa nas localidades mais afetadas. As ações terão prioridade para comunidades indígenas, ribeirinhas e rurais, além de escolas e unidades de saúde.

Durante a vigência do decreto, também serão reforçadas as ações de prevenção e combate às queimadas, bem como campanhas de conscientização sobre o uso racional da água e os cuidados com a saúde em períodos de calor intenso e baixa umidade. O texto ainda autoriza agentes da Defesa Civil, em situações de risco iminente, a ingressar em imóveis para prestar socorro, determinar evacuações e requisitar temporariamente propriedades particulares, quando necessário, com garantia de indenização em caso de danos.

Leia Também:  Mato Grosso aprova PEC que regulariza criação de parques estaduais

Com validade de seis meses, o decreto busca agilizar a mobilização de recursos e a adoção de medidas administrativas para reduzir os impactos da estiagem e garantir assistência às populações mais vulneráveis.

Fonte: Pensar Agro

Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA