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Destaque para São José do Rio Preto: Maior Ganho de Produtividade na Safra de Cana-de-Açúcar

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A região de São José do Rio Preto, em São Paulo, se destaca como líder no ganho de produtividade na safra 2023/24 de cana-de-açúcar, no Centro-Sul do Brasil, atingindo a expressiva marca de 97 toneladas por hectare. Este resultado representa um aumento significativo de 25% em comparação com a safra anterior, evidenciando um ganho de 20 toneladas por hectare.

A liderança em porcentagem de ganho, por sua vez, é ocupada por Araçatuba, também em São Paulo, encerrando a safra 2023/24 com uma produtividade média de 93,8 toneladas por hectare. Esse desempenho representa um acréscimo notável de 37,3% em relação à safra 2022/2023, marcando um ganho de 25,5 toneladas por hectare.

O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC), responsável pela análise, destaca que o excepcional desempenho na produtividade é resultado das condições climáticas favoráveis na região ao longo desta safra. As chuvas, distribuídas de maneira eficiente e acima da média, foram um fator determinante para esses resultados positivos, conforme apontado pelo CTC em comunicado oficial.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Expectativa de fim das tensões no Oriente Médio derruba preço da ureia

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A queda das cotações internacionais da ureia abre uma janela de alívio para os custos de fertilizantes no agronegócio brasileiro, em um momento de intensificação das compras para a próxima safra. Segundo analistas, os preços acumulam recuo superior a 40% em oito semanas e já retornam a patamares observados antes da recente escalada de tensões no Oriente Médio.

O movimento tem impacto direto sobre o planejamento de compras de importadores e cooperativas no Brasil, que dependem fortemente do mercado externo para o abastecimento de fertilizantes nitrogenados. A recomposição de estoques para a safra de verão tende a ganhar ritmo no segundo semestre, período em que o setor costuma aumentar a demanda por insumos.

A correção nos preços ocorre após a redução das incertezas sobre a oferta global, que haviam sido ampliadas pelo risco de interrupção de rotas estratégicas de transporte marítimo no Golfo Pérsico. O Estreito de Ormuz, responsável por parte relevante do fluxo de petróleo e fertilizantes no comércio internacional, voltou ao centro das atenções do mercado diante de sinais de avanço nas negociações diplomáticas entre Estados Unidos e Irã.

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Com a percepção de menor risco logístico, agentes do mercado passaram a reduzir prêmios embutidos nas cotações internacionais. Para analistas, o ajuste reflete mais a reprecificação de risco do que uma mudança estrutural na oferta global de fertilizantes.

Apesar da tendência de queda, o cenário ainda depende da evolução das negociações entre Washington e Teerã. Informações divulgadas pela agência Reuters indicam que há uma proposta de extensão de um cessar-fogo por 60 dias e abertura parcial da rota marítima, mas pontos sensíveis, como o programa nuclear iraniano, seguem em aberto.

Especialistas do setor marítimo avaliam que, mesmo em caso de avanço diplomático, a normalização completa do fluxo de navios no Estreito de Ormuz não será imediata. A reorganização das rotas e a retomada da confiança operacional podem levar semanas.

No Brasil, o recuo das cotações ocorre em um momento considerado estratégico para o agronegócio, que concentra a maior parte das compras de fertilizantes nitrogenados no segundo semestre. Com preços mais baixos, o setor tende a encontrar condições mais favoráveis para negociação e recomposição de estoques, o que pode ajudar a aliviar parte dos custos de produção da próxima safra.

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Fonte: Pensar Agro

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