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Desempenho recuado: Futuros do milho na B3 abrem a sexta-feira em queda

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A manhã desta sexta-feira (12) testemunha uma queda nos preços futuros do milho na Bolsa Brasileira (B3), com as principais cotações flutuando entre R$ 68,30 e R$ 69,92, abaixo do patamar de R$ 70,00 por volta das 10h14 (horário de Brasília).

O vencimento janeiro/24 é cotado a R$ 68,30, apresentando uma baixa de 0,80%, o março/24 está em R$ 69,92 com desvalorização de 1,80%, o maio/24 é negociado por R$ 68,19 com perda de 1,40%, e o julho/24 tem um valor de R$ 66,70, com queda de 0,91%.

No cenário internacional, os preços futuros do milho iniciaram o último pregão na Bolsa de Chicago (CBOT) com ligeira alta. Por volta das 10h07 (horário de Brasília), o março/24 é cotado a US$ 4,59, com valorização de 1,25 pontos, o maio/24 está em US$ 4,70, com alta de 1,00 ponto, o julho/24 é negociado por US$ 4,80, com ganho de 1,00 ponto, e o setembro/24 tem um valor de US$ 4,83, com elevação de 0,50 pontos.

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De acordo com informações do site internacional Successful Farming, o mercado aguarda a divulgação dos novos relatórios do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que incluem números do relatório de janeiro de oferta e demanda mundiais, o relatório anual de produção agrícola e o relatório trimestral de estoques de grãos. A expectativa gira em torno de possíveis revisões na produção doméstica, brasileira e mudanças no mercado de exportação. Jeremy McCann, gerente de contas da Farmer’s Keeper, comenta que, se não houver grandes alterações, o relatório do USDA provavelmente terá um viés baixista.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Cuiabá celebra os 10 anos da Lavagem do Rosário com mensagem de paz e acolhimento

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Uma multidão participou, neste sábado (27), da 10ª edição da Lavagem das Escadarias da Igreja do Rosário e São Benedito, em Cuiabá. A programação teve início com um café da manhã no Museu da Imagem e do Som de Cuiabá (Misc), seguido de uma caminhada até a igreja, onde foi realizada a tradicional lavagem das escadarias. Neste ano, o tema escolhido foi “Os Imigrantes”, reforçando a mensagem de acolhimento, respeito às diferenças e promoção da cultura de paz.

O coordenador do Museu da Imagem e do Som, Francisco das Chagas Rocha, destacou que o evento reúne diferentes religiões de matriz africana em um gesto de diálogo e respeito mútuo. Segundo ele, a cerimônia possui forte significado histórico, já que a Igreja do Rosário foi construída por negros e mantém uma relação direta com a memória da população afrodescendente. “É um ato de ecumenismo. A Igreja do Rosário tem tudo a ver com essa africanidade, porque foi construída pelos negros”, afirmou. Ele acrescentou que o apoio do poder público fortalece iniciativas voltadas à cultura e à convivência entre diferentes tradições religiosas.

Um dos fundadores da Lavagem do Rosário, Alair Fernando da Costa, ressaltou que a iniciativa nasceu para promover a convivência entre pessoas de diferentes crenças e origens. Segundo ele, o tema deste ano amplia essa mensagem ao lembrar que a humanidade sempre foi marcada pelos deslocamentos e pela troca de culturas. “Nosso lema é ‘Por uma cultura de paz’. Aqui não existe discriminação de raça ou preconceito. Todos caminham juntos em respeito ao próximo”, destacou.

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A diretora do Núcleo Estratégico da Lavagem do Rosário, Lindsey Catarina de Sá, afirmou que a 10ª edição do evento reforça a mensagem de paz, promove a união entre diferentes religiões e homenageia os imigrantes. Segundo ela, “todos somos imigrantes”, e a celebração também busca ampliar a valorização da cultura popular e a necessidade de mais investimentos para fortalecer manifestações tradicionais no Centro Histórico de Cuiabá.

A diversidade de participantes também marcou a celebração. Representantes das religiões de matriz africana, igrejas cristãs, comunidade muçulmana, movimentos sociais e instituições culturais participaram da caminhada. O reverendo anglicano Hugo Armando Sanchez afirmou que “a unidade, o respeito e a convivência” precisam estar acima das diferenças. Já Mohamed Ali, representante da comunidade muçulmana, ressaltou que reunir diferentes culturas e religiões “é um ato de levar a paz, fazer o bem, praticar a solidariedade e respeitar todas as crenças”.

O secretário municipal de Cultura, Johnny Everson, afirmou que o apoio da Prefeitura reafirma o compromisso da gestão com a liberdade religiosa e a valorização das manifestações culturais. “A nossa gestão respeita todas as religiões, todas as matrizes religiosas. É nessa harmonia da fé que a gente constrói a paz”, declarou. Durante toda a programação, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana organizou bloqueios e o monitoramento do trânsito para garantir segurança aos participantes, enquanto uma equipe de saúde permaneceu de prontidão para atendimentos preventivos, sem registrar ocorrências.

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Para estudiosos e representantes do movimento negro, a Lavagem do Rosário consolidou-se como uma importante manifestação pública de valorização da ancestralidade, da diversidade religiosa e da cultura popular. O coordenador do Instituto de Formação, Estudos e Pesquisa Socioeconômico Cultural de Mato Grosso (IFEP), Carlos Alberto Caetano avaliou que, ao completar dez anos, o evento “protagonizou a visibilidade das religiões de matriz africana em Cuiabá e em Mato Grosso”, contribuindo para romper a invisibilidade histórica dessas manifestações. Encerrando a programação, os participantes seguiram para uma confraternização tradicional, reforçando o espírito de união que marcou mais uma edição da celebração.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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