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Desempenho do frango abatido na sexta semana de 2024, segunda do mês de fevereiro

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Com isso, a média registrada na segunda semana do mês, sexta de 2024, também registrou o melhor resultado do ano, retornando a valores (R$7,46/kg) que haviam sido alcançados semanas antes do Natal – uma ocorrência igualmente rara para esta época do ano.

A média do mês ainda não chegou a esse valor. Mas se encontra quase 1% acima da média observada em janeiro passado, enquanto em relação a fevereiro de 2023 apresenta incremento superior a 9%.

O fato principal é que – seja pela época do mês (período de pagamento dos salários), seja por antecipação das programações (devido à logística no período do Carnaval) – a semana apresentou movimento inusitado e que se estendeu até mesmo ao mercado da ave viva.

Dessa forma, o frango vivo (que vinha enfrentando baixa demanda desde, praticamente, o início do ano) não só voltou a ser procurado, como também conseguiu recuperar preços, sendo comercializado no interior paulista por até R$5,20/kg, valor que havia prevalecido na maior parte do terceiro trimestre de 2023.

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A questão, agora, é saber se o mercado continua aquecido, pois a primeira quinzena está terminando. Mas, desta vez, a primeira impressão é a de que a chegada da segunda quinzena não trará grandes diferenças, prevalecendo a tendência de manutenção do dinamismo atual. Porque, passado o Carnaval, o País entra em seu ritmo normal. A propósito: Feliz Ano Novo!

Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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Arroz hoje: mercado trava com custos em alta e expectativa por leilões do governo no Brasil

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O mercado de arroz hoje no Brasil opera em ritmo cauteloso, especialmente no Rio Grande do Sul, principal estado produtor. A combinação de custos elevados, dificuldades no repasse de preços e ожидativa por leilões governamentais tem travado as negociações e dividido agentes ao longo da cadeia.

Levantamento do Cepea aponta que o cenário atual é marcado por incertezas, com compradores e vendedores adotando estratégias distintas diante das condições de mercado.

Mercado externo: demanda sem força decisiva no curto prazo

No cenário internacional, o arroz não apresenta, neste momento, um vetor suficientemente forte para destravar o mercado interno brasileiro. Apesar de alguma estabilidade nas exportações, o fluxo externo não tem sido capaz de compensar as dificuldades domésticas de formação de preços.

Com isso, o comportamento do mercado segue mais dependente de fatores internos, especialmente políticas de apoio à comercialização.

Mercado interno: negociações travadas e agentes divididos

No mercado doméstico, o ritmo de negócios segue lento. De um lado, indústrias buscam recompor estoques e, em alguns casos, elevam suas ofertas para atrair vendedores. De outro, parte dos compradores prefere aguardar definições sobre os leilões de apoio do governo antes de avançar nas aquisições.

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Entre os produtores, o comportamento também é heterogêneo:

  • Produtores com maior necessidade de caixa intensificam vendas no mercado spot
  • Outros optam por reter produto, insatisfeitos com os preços atuais
  • Parte do setor mantém foco na colheita, postergando negociações
Preços do arroz hoje: dificuldade de repasse pressiona mercado

Os preços do arroz em casca seguem pressionados pela dificuldade de repasse ao longo da cadeia. Atacado e varejo apresentam resistência a reajustes, limitando a margem de negociação da indústria e impactando diretamente o produtor.

Esse desalinhamento entre os elos da cadeia contribui para a lentidão nas transações e reforça o ambiente de cautela.

Indicadores: custos de produção seguem em alta

Outro fator relevante para o mercado de arroz hoje é a elevação dos custos de produção. Insumos mais caros continuam pressionando a rentabilidade do produtor, reduzindo o estímulo à comercialização em patamares considerados baixos.

Além disso, as condições climáticas também impactam o andamento da safra:

  • Chuvas em microrregiões do Rio Grande do Sul atrasam a colheita
  • Trabalhos no campo seguem de forma parcial
  • Atrasos atingem tanto o arroz quanto a soja
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Análise: leilões PEP e Pepro são decisivos para o mercado

A expectativa pela divulgação dos editais de leilões de apoio à comercialização — como PEP (Prêmio para Escoamento de Produto) e Pepro (Prêmio Equalizador Pago ao Produtor) — é hoje o principal fator de influência sobre o mercado.

Esses mecanismos podem:

  • Garantir melhor remuneração ao produtor
  • Estimular o escoamento da produção
  • Reequilibrar a formação de preços

Enquanto não há definição oficial, o mercado tende a permanecer travado, com negociações pontuais e comportamento cauteloso.

Diante desse cenário, o arroz se mantém como uma commodity hoje sensível a políticas públicas e custos de produção, com tendência de volatilidade no curto prazo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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