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Desempenho do frango abatido na 46ª semana de 2024, encerramento da 1ª quinzena do mês

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Com apenas quatro dias de negócios frente ao feriadão de 15 de novembro, a semana que passou e que encerrou a 1ª quinzena do mês, propiciou total estabilidade de preço ao frango abatido, que manteve a mesma cotação entre segunda e quinta-feira. Foi, porém, a melhor cotação de 2024: R$8,04/kg.

Com tal desempenho, o valor médio alcançado na primeira metade de novembro chega a R$7,928/kg, quase 5% a mais que a média de outubro passado (R$7,568/kg) e 7,17% a mais que a média de novembro do ano passado (R$7,398/kg).

Neste último caso, observa-se que a partir de meados da primeira semana do mês houve um desgarramento de preços em relação a idêntico período do ano anterior. Assim, se entre setembro e outubro a diferença de um ano para outro andava abaixo dos 5%, a tendência, doravante, é a de que fique mais próxima dos 10%.

Tal perspectiva antecipa que a carne de frango, da mesma forma que as carnes bovina e suína, deve permanecer sob os holofotes dos analistas econômicos, taxada como um dos vilões da inflação. Interessante notar, de toda forma, que as variações de preço do produto têm sido mínimas quando avaliadas em dólar. Assim, por exemplo, o valor da última quinta-feira (14), pelo PTAX 850, da ordem de US$1,39/kg, é praticamente o mesmo de 2 de outubro passado, quando o frango abatido foi comercializado internamente por um valor 6% inferior (R$7,55/kg).

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Frango vivo

Pelo menos em Minas Gerais, os esforços dos produtores por algum reajuste no preço pago pelo frango vivo tiveram sucesso: na quinta-feira, 14 – conforme a AVIMIG – os negócios foram efetivados por R$5,45/kg, valorizando-se perto de 1% em relação aos R$5,40/kg que prevaleceram entre o início de outubro e 13 de novembro.

Já em São Paulo – onde, tudo indica, a dependência dos abatedouros aos produtores independentes de frango é bem menor – a cotação permaneceu inalterada em, no máximo, R$5,00/kg, valor que, neste final de semana (17), alcançou seu centésimo primeiro dia de vigência.

Fonte: AviSite

Fonte: Portal do Agronegócio

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AGRONEGÓCIO

Período chuvoso exige híbridos mais tolerantes e desafia a produção de tomate no Brasil

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Excesso de chuvas aumenta pressão sobre a lavoura de tomate

O período chuvoso, que integra o calendário agrícola brasileiro em diversas regiões, impõe desafios importantes à tomaticultura. O aumento das precipitações intensifica as variações climáticas, favorece a disseminação de doenças e compromete o desenvolvimento das plantas.

Esse conjunto de fatores torna o manejo mais complexo e exige maior atenção do produtor para evitar perdas de produtividade ao longo do ciclo.

Impactos diretos na produção e na rentabilidade

Entre os principais problemas enfrentados pelos tomaticultores durante o período chuvoso estão a redução no pegamento de frutos, o aumento da incidência de doenças foliares e a maior ocorrência de rachaduras nos frutos.

Essas condições afetam diretamente o rendimento da lavoura e, consequentemente, a rentabilidade da atividade, tornando a escolha do material genético uma decisão estratégica.

Malibu se destaca pela rusticidade e desempenho em campo aberto

De acordo com o especialista em tomates e pimentões, Thiago Teodoro, o tomate salada híbrido Malibu, da TSV Sementes, vem ganhando destaque especialmente na região Sul do país, onde as oscilações climáticas são mais frequentes, além de avançar no Centro-Oeste.

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Segundo ele, o híbrido apresenta plantas vigorosas e forte pegamento de frutos, característica que contribui para maior produtividade em sistemas de cultivo a campo aberto.

Resistência a doenças e adaptação ao período chuvoso

O Malibu também reúne um pacote de resistência a importantes doenças da cultura, incluindo vira-cabeça, nematoides, verticílio e fusarium.

Outro diferencial é a boa sanidade foliar, fator que favorece a adaptação em períodos de alta umidade e reduz os impactos causados pelo excesso de chuvas nas lavouras.

Taos F1 combina qualidade de fruto e resistência a rachaduras

Outra alternativa indicada para cenários de maior pressão climática é o tomate salada Taos F1, também da TSV Sementes. O híbrido se destaca pelo tamanho dos frutos, além de características comerciais como ombro liso e pequena inserção.

Um dos principais diferenciais do Taos F1 é a pele mais resistente, que confere maior tolerância à rachadura, um dos principais problemas em períodos chuvosos.

Uniformidade e estabilidade produtiva em condições tropicais

O Taos F1 apresenta plantas vigorosas, com pencas compactas e menor distância entre elas em comparação a outros materiais disponíveis no mercado.

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Com média de quatro a cinco frutos por penca, o híbrido garante boa uniformidade e padronização da produção, o que contribui para melhor rendimento final.

Adaptado às condições tropicais, o material também se destaca pela sanidade foliar, reforçando seu potencial como opção para produtores que buscam estabilidade produtiva mesmo sob condições climáticas adversas.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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