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Desafios na oferta do café elevam preços do arábica, impulsionados pelo conilon

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As negociações na Bolsa de Nova York (ICE Future US) iniciaram esta quarta-feira (21) com um cenário de valorização dos principais contratos do café arábica no mercado futuro. O robusta, mais uma vez, desempenha um papel crucial ao manter o suporte diante da constante preocupação com a oferta limitada.

A última análise do Escritório Carvalhaes destaca que a atual conjuntura internacional, repleta de incertezas, está gerando instabilidade significativa, refletindo em movimentos intensos nas cotações do café. O mercado permanece atento às nuances climáticas, níveis de estoque e aos acontecimentos na região asiática.

Por volta das 09h16 (horário de Brasília), os contratos para maio/24 apresentavam uma alta de 75 pontos, sendo negociados a 187 cents/lbp. O julho/24 valorizava-se em 70 pontos, cotado a 185,75 cents/lbp. Já setembro/24 registrava uma alta de 35 pontos, com negociação a 185,35 cents/lbp, enquanto dezembro/24 apresentava uma valorização de 45 pontos, cotado a 185,55 cents/lbp.

Na Bolsa de Londres, o café conilon também iniciou o dia com aumento nos preços. Os contratos para maio/24 subiam US$ 17 por tonelada, sendo negociados a US$ 3163. O julho/24 apresentava uma valorização de US$ 14 por tonelada, cotado a US$ 3096. Setembro/24 avançava US$ 15 por tonelada, negociado a US$ 3035, enquanto novembro/24 registrava alta de US$ 13 por tonelada, cotado a US$ 2972. O mercado global permanece atento às dinâmicas desses importantes mercados, influenciando as tendências futuras.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Feijão sobe no Brasil com oferta limitada e atraso na colheita no Paraná

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Os preços do feijão seguem firmes no mercado brasileiro neste início de maio, impulsionados pela menor oferta do grão e pelo atraso na colheita da segunda safra no Paraná, principal estado produtor do país. Segundo levantamentos do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, as cotações do feijão carioca e do feijão preto avançaram nas principais regiões acompanhadas pelo centro de pesquisas.

De acordo com os pesquisadores, o desenvolvimento mais tardio das lavouras paranaenses e as chuvas irregulares registradas nas últimas semanas reduziram o ritmo das colheitas, mantendo limitada a disponibilidade de produto no mercado. Esse cenário tem reforçado a sustentação dos preços, especialmente diante da demanda ativa por lotes de melhor qualidade.

Além da oferta enxuta, novas revisões para baixo nas projeções da safra 2025/26 do Paraná aumentaram a atenção dos agentes do setor. O mercado também monitora as condições climáticas na região Sul, principalmente com a aproximação de uma frente fria, fator que pode impactar ainda mais o andamento das atividades no campo.

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No caso do feijão carioca, os preços permanecem em trajetória de alta, embora o volume de negociações siga moderado. Segundo o Cepea, compradores e vendedores adotaram postura cautelosa diante das cotações mais elevadas e da incerteza sobre a entrada mais consistente da nova oferta.

Já o feijão preto ganhou maior destaque no mercado interno, com aumento do interesse comprador e maior procura por grãos da segunda safra. A demanda aquecida e a oferta restrita contribuíram para a valorização do produto nas últimas semanas.

O cenário reforça a expectativa de manutenção da firmeza dos preços no curto prazo, especialmente enquanto a colheita no Paraná continuar avançando lentamente e a disponibilidade permanecer limitada nas regiões produtoras.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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