AGRONEGÓCIO

Demanda aquecida mantém preços do boi gordo em alta no mês de abril

Publicado em

Preços do boi gordo seguem firmes em abril

Ao longo do mês de abril, os preços do boi gordo e da carne bovina seguem em patamares elevados. De acordo com levantamentos diários realizados pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), a firmeza do mercado é resultado de uma demanda levemente superior à oferta nas principais regiões monitoradas pelo órgão.

Exportações robustas também impulsionam os valores

Além do comportamento do mercado interno, o bom desempenho das exportações de carne bovina tem contribuído para sustentar os preços. O cenário favorável no comércio internacional reforça o escoamento da produção e reduz a pressão sobre os valores pagos pela arroba do boi.

Reposição também apresenta aquecimento, com destaque para bezerros

O segmento de reposição acompanha a tendência de firmeza, com destaque para a crescente procura por bezerros. A maior movimentação nesse mercado indica que pecuaristas estão antecipando estratégias de engorda, estimulados pelo cenário positivo de preços.

Indicador do boi gordo registra avanço no mês

O Indicador do boi gordo CEPEA/ESALQ apresentou valorização de cerca de 2,5% na parcial de abril. O preço médio da arroba subiu da faixa de R$ 320 no final de março para aproximadamente R$ 327 nesta semana.

Leia Também:  Agrural: Mais rápida da história, colheita da safrinha de milho chega a 21% no Centro-Sul
Carne bovina no atacado também se valoriza

No atacado da Grande São Paulo, a carcaça casada bovina acumula alta de 5,5% neste mês. O produto está sendo negociado a valores próximos de R$ 23,00 por quilo à vista, refletindo o equilíbrio entre oferta reduzida e demanda firme, tanto no mercado interno quanto no externo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

AGRONEGÓCIO

Exportações de algodão do Brasil devem bater recorde em 2025/26 e reforçam liderança global no mercado internacional

Published

on

As exportações brasileiras de algodão devem encerrar o ciclo comercial 2025/2026 em nível recorde, com estimativa de aproximadamente 3,3 milhões de toneladas embarcadas, segundo projeções apresentadas durante a abertura do XXIII Anea Cotton Dinner, em reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Algodão e Derivados.

O desempenho reforça o protagonismo do Brasil no comércio internacional da fibra, com o país consolidado como principal exportador mundial de algodão, superando concorrentes tradicionais como os Estados Unidos. O resultado é sustentado pela forte demanda de mercados da Ásia, Europa e Oriente Médio.

Produção brasileira mantém crescimento e produtividade elevada

A safra 2025/2026 de algodão no Brasil deve alcançar cerca de 3,9 milhões de toneladas de pluma, cultivadas em aproximadamente 1,9 milhão de hectares, com produtividade média próxima de 1.954 quilos por hectare, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

Para o ciclo 2026/2027, as primeiras estimativas indicam nova expansão, com produção projetada em 3,96 milhões de toneladas, reforçando a tendência de crescimento consistente da cultura no país.

Leia Também:  Fiscais de contrato da Prefeitura de Cuiabá participam de curso no TCE
Brasil registra recordes de exportação e consolida liderança global

A Associação Nacional dos Exportadores de Algodão (Anea) destacou que o Brasil registrou recordes mensais de embarques em sete meses dentro do ciclo atual, mantendo ritmo forte de exportações e encerrando a temporada na liderança global do setor.

“O algodão brasileiro alcançou um novo patamar no mercado internacional. Tivemos sete meses de recorde de exportação, e junho deve seguir o mesmo ritmo. Hoje, o desafio já não é apenas produzir mais, mas garantir infraestrutura, competitividade e previsibilidade para sustentar esse crescimento”, afirmou o presidente da Anea, Dawid Wajs.

O avanço das exportações reflete não apenas o aumento da produção, mas também a consolidação da confiança internacional na qualidade da fibra brasileira.

Cenário global pode sustentar preços do algodão

No mercado internacional, o cenário de oferta e demanda segue apertado. A projeção aponta consumo global de aproximadamente 26,510 milhões de toneladas, acima da oferta estimada em 25,265 milhões de toneladas, o que pode contribuir para sustentar as cotações da fibra no mercado mundial.

Leia Também:  Mercado de milho mantém estabilidade no Brasil enquanto preços futuros flutuam em Chicago e B3
Mercado interno mais cauteloso e busca por qualidade

No Brasil, o mercado doméstico apresenta comportamento mais conservador. As fiações têm adotado postura cautelosa nas compras, priorizando qualidade da matéria-prima e reduzindo o apetite por contratos de longo prazo, especialmente em um ambiente de juros elevados.

Uso do algodão avança para além do setor têxtil

Durante as discussões do setor, também ganhou destaque a valorização das fibras naturais e a ampliação do uso do algodão em novas aplicações industriais. Além do vestuário, o produto vem sendo incorporado em segmentos como saúde, construção civil, defesa e materiais funcionais, ampliando seu potencial de inovação e agregação de valor na cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

FAMOSOS

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA