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Decisão final sobre a Ferrogrão deve sair na próxima semana

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Nesta quinta-feira (03.10), o Supremo Tribunal Federal (STF) realizou as sustentações orais no processo que discute a Ferrogrão, a ferrovia projetada para ligar Mato Grosso ao Pará e facilitar o transporte de grãos. Sustentação oral é o momento em que advogados, procuradores e representantes de entidades envolvidas apresentam suas posições diretamente aos ministros, resumindo os argumentos e tentando influenciar a decisão antes do início da votação.

O julgamento trata da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 6.553, que questiona a lei de 2017 que alterou os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para viabilizar a construção da ferrovia. O Partido Socialismo e Liberdade (Psol) e o Instituto Kabu, que representa comunidades indígenas, pedem que a cautelar que suspendeu a lei seja ampliada para interromper também o licenciamento ambiental e o processo de concessão da Ferrogrão, incluindo o leilão da obra.

Segundo o presidente do STF, ministro Edson Fachin, o julgamento será retomado na próxima quarta-feira (08.10), quando o relator do caso apresentará seu voto. Enquanto isso, estudos e revisões dos projetos da ferrovia seguem em andamento (veja aqui).

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Para os produtores rurais, a ferrovia representa uma alternativa logística mais rápida e econômica para escoar a produção de grãos do Centro-Oeste para os portos do Norte do país, o que pode reduzir custos de transporte e impactar os preços recebidos no campo.

Fonte: Pensar Agro

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Mistura de terbutilazina + mesotriona alcança até 95% de controle de plantas daninhas no milho, aponta Estação Dashen

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Ensaios conduzidos pela Estação Dashen, no Norte do Paraná, validaram a eficácia da primeira mistura pronta de terbutilazina + mesotriona no controle de plantas daninhas na cultura do milho. Segundo os pesquisadores, a solução apresentou alto desempenho em aplicações pós-emergentes e também efeito residual no solo, com índices de controle que chegaram a 95% quando aplicada no momento correto.

A tecnologia, recentemente lançada no mercado brasileiro pela Sipcam Nichino sob a marca comercial Click® Pro, vem sendo estudada pela estação experimental há dois anos.

Nova tecnologia amplia alternativas no manejo de plantas daninhas

De acordo com o doutor em agronomia e especialista em plantas daninhas Jethro Barros Osipe, responsável pelos estudos na Estação Dashen ao lado de Robinson Osipe e Petrus B. Osipe, a terbutilazina representa uma evolução importante no manejo do milho.

A molécula é considerada uma alternativa à atrazina, que pode sofrer restrições regulatórias no Brasil. Além disso, apresenta boa performance no controle de espécies como soja voluntária e outras invasoras relevantes no sistema produtivo.

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Efeito residual no solo melhora manejo na safra seguinte

Os resultados dos ensaios indicam que a combinação terbutilazina + mesotriona oferece não apenas controle em pós-emergência, mas também ação residual no solo ao longo do ciclo da cultura.

Esse efeito reduz a infestação de plantas daninhas e facilita o manejo da área para as culturas subsequentes, contribuindo para maior eficiência operacional no sistema produtivo.

Alta eficiência no controle de invasoras no milho

Nas avaliações realizadas na última safra, a mistura foi aplicada em estádios iniciais do milho em áreas com presença de espécies como capim-pé-de-galinha, capim-carrapicho e caruru.

Segundo os pesquisadores, a solução apresentou desempenho consistente tanto em folhas largas quanto em gramíneas, com destaque para o controle de:

  • capim-pé-de-galinha
  • capim-amargoso
  • caruru
  • trapoeraba
  • leiteiro
  • picão-preto

A tecnologia também demonstrou eficácia sobre plantas daninhas resistentes ao glifosato, ampliando as opções de manejo no campo.

Controle integrado e aplicação em sistemas de consórcio

Outro destaque apontado pelos pesquisadores é a possibilidade de uso da mistura em áreas com Brachiaria em sistemas de consórcio com milho, o que reforça sua versatilidade dentro de diferentes estratégias de produção.

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Manejo correto é determinante para eficiência

Os resultados indicam que, quando aplicada no momento adequado — especialmente no início do desenvolvimento da cultura — a mistura pode alcançar até 95% de controle das plantas daninhas.

Para os pesquisadores, a adoção de novas tecnologias químicas com ação complementar e residual tende a fortalecer o manejo integrado e reduzir perdas na produtividade do milho, especialmente na segunda safra.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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