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De Heus apresenta Kaliber® Beef: Nutrição estratégica para novilhas precoces

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Buscando atender às necessidades dos produtores que desejam maior eficiência reprodutiva na pecuária de corte, a De Heus, empresa holandesa com 12 anos de atuação no Brasil e referência global em nutrição animal, lançou o programa Kaliber® Beef. A solução oferece uma abordagem completa que abrange as fases de recria e gestação, promovendo o desenvolvimento de novilhas precoces e produtivas, conhecidas como “precocinhas”.

Nutrição personalizada para cada etapa produtiva

De acordo com Juliano Sabella, Head de Ruminantes da De Heus Brasil, a nutrição das vacas desempenha um papel crucial na eficiência reprodutiva e no desempenho produtivo das novilhas. “O Kaliber® Beef é um programa nutricional personalizado, adaptado à realidade de cada propriedade, que fornece uma nutrição completa para as novilhas desde a recria até o parto. Isso permite reduzir a idade ao primeiro parto para 21 a 24 meses, além de garantir o crescimento saudável dos bezerros”, explica Sabella.

Ele destaca que a nutrição materna tem impacto direto no peso e na produtividade dos bezerros. Vacas com escore de condição corporal (ECC) adequado e bem nutridas geram bezerros mais robustos, enquanto protocolos completos, como os oferecidos pelo Kaliber® Beef, aumentam a fertilidade e a eficiência produtiva.

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Programação fetal: chave para resultados superiores

Pesquisas comprovam que a suplementação ideal durante a gestação eleva o peso ao desmame dos bezerros e as taxas de prenhez das novilhas. Sabella enfatiza que as necessidades nutricionais das novilhas variam ao longo do ciclo reprodutivo. “Para alcançar os melhores resultados, é essencial combinar energia, proteína, minerais e vitaminas adequados com forragem de qualidade e suplementos específicos. O plano Kaliber® Beef auxilia na definição dessas estratégias nutricionais e de manejo”, ressalta.

Benefícios comprovados do Kaliber® Beef

O programa nutricional oferece diversas vantagens para o produtor:

  • Desenvolvimento de novilhas em condições ideais.
  • Redução da idade ao primeiro parto para 21 a 24 meses.
  • Maior taxa de ganho de peso no período pós-desmama.
  • Aumento da taxa de prenhez já na primeira estação de monta.

Esses resultados contribuem para um ciclo de produção mais eficiente, aumentando a competitividade e a rentabilidade do negócio.

Sustentabilidade e lucratividade no centro da pecuária moderna

Com o Kaliber® Beef, a De Heus reforça seu compromisso com a sustentabilidade e a inovação no setor pecuário, oferecendo uma solução estratégica que alia avanços nutricionais a ganhos econômicos para os produtores.

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Fonte: Portal do Agronegócio

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Produção de suínos cresce 50% e abre espaço para novos investimentos

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A suinocultura de Mato Grosso do Sul cresceu aproximadamente 50% nos últimos três anos e já alcança cerca de 3,6 milhões de animais abatidos por ano. A expansão, que coloca o Estado entre os principais polos emergentes da atividade no País, estará no centro das discussões do VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul, marcado para 17 de setembro, em Dourados (a cerca de 240km da capital, Campo Grande).

O avanço ocorre em uma região que até poucos anos atrás tinha participação bem menor na produção nacional de carne suína. Mato Grosso do Sul passou a ocupar a quinta posição no ranking brasileiro de abates, atrás de Estados com tradição muito mais antiga na atividade, como Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Parte dessa expansão está associada à disponibilidade de milho e soja, principais componentes da alimentação dos animais e responsáveis pela maior parcela do custo de produção. A proximidade entre as granjas e as regiões produtoras de grãos reduz distâncias no abastecimento de ração e cria condições para a instalação de novas unidades produtivas e industriais.

Outro fator é o crescimento do número de matrizes. Em 2026, mais de 111,5 mil matrizes já estavam cadastradas no Programa Leitão Vida, política estadual de incentivo à produção. Até o início de junho, 272 estabelecimentos participavam do programa.

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No mesmo período, 1,63 milhão de suínos haviam sido abatidos dentro do programa e os incentivos concedidos aos produtores superavam R$ 45 milhões. A atividade também acumulou aproximadamente R$ 1,7 bilhão em cartas-consulta aprovadas pelo Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) nos últimos sete anos.

A política de incentivo passou ainda por mudanças. O novo protocolo do Leitão Vida ampliou as exigências relacionadas à biossegurança, bem-estar animal, rastreabilidade, sustentabilidade e utilização de tecnologias nas propriedades.

Dos 272 estabelecimentos participantes neste ano, 239 já haviam migrado para o novo sistema de conformidade. A intenção é atrelar parte dos incentivos não apenas ao volume produzido, mas também ao cumprimento de padrões técnicos, sanitários e ambientais.

Para o produtor, essa mudança ganha importância porque a expansão da atividade depende cada vez mais do acesso a mercados exigentes. Sanidade, rastreabilidade e biossegurança deixaram de ser apenas questões internas das granjas e passaram a influenciar diretamente a capacidade de frigoríficos e produtores alcançarem novos compradores.

Mato Grosso do Sul também ampliou sua estrutura industrial. Unidades instaladas no Estado vêm aumentando a capacidade de abate, movimento necessário para acompanhar o crescimento das granjas e evitar um desequilíbrio entre a oferta de animais e a capacidade de processamento.

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A expansão da suinocultura cria ainda uma demanda adicional para a agricultura estadual. Cada aumento no alojamento de animais significa maior consumo de milho e farelo de soja, estabelecendo uma relação direta entre o crescimento das granjas e o mercado regional de grãos.

Esse movimento pode ser especialmente importante para regiões com grande produção de milho segunda safra. A instalação de unidades de produção animal permite transformar parte do grão dentro do próprio Estado em proteína de maior valor agregado, reduzindo a necessidade de transportar toda a produção agrícola por longas distâncias até outros centros consumidores.

O crescimento, entretanto, exige investimentos elevados. Construção e modernização de granjas, climatização, tratamento de dejetos, biossegurança, armazenagem de ração e adequações ambientais aumentam a necessidade de capital e tornam a expansão dependente de planejamento financeiro e acesso ao crédito.

Consolidado como um dos principais encontros da suinocultura no Centro-Oeste, o Fórum ocorre justamente quando Mato Grosso do Sul tenta transformar o forte crescimento dos últimos anos em uma cadeia maior, mais tecnificada e com maior participação nos mercados nacional e internacional.

Serviço

VIII Fórum de Desenvolvimento da Suinocultura de Mato Grosso do Sul
Data: 17 de setembro de 2026
Horário: 7h às 18h
Local: Unigran – Dourados (MS)

Fonte: Pensar Agro

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