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Curitiba recebe o Alimenta 2025, congresso internacional que destaca liderança do Paraná na produção de proteína animal

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Curitiba será palco da primeira edição do Alimenta 2025 – Congresso e Feira Internacional de Proteína Animal, evento que reunirá os principais especialistas, empresários e autoridades do setor agroindustrial brasileiro. De 16 a 18 de junho, no Centro de Eventos da FIEP, o encontro discutirá temas essenciais para o futuro da cadeia produtiva de aves, suínos, bovinos e peixes, fortalecendo a posição do Paraná como protagonista na produção e exportação de proteínas animais.

Paraná consolida liderança na produção e exportação de proteínas animais

O Paraná se destaca como líder nacional na produção de proteínas animais, respondendo por 39,47% da carne de frango e 21,9% da carne suína produzidas no Brasil, segundo dados do Relatório Anual da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Em 2024, o estado liderou as exportações brasileiras de carne de frango, com 2,17 milhões de toneladas embarcadas pelas indústrias locais, o que corresponde a 16% das exportações globais da proteína. Dessa forma, o Paraná se posiciona como o segundo maior exportador mundial, atrás apenas do Brasil como um todo, que detém 38% da participação global. O estado também está entre os três maiores exportadores de carne suína no país.

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Alimenta 2025: evento que amplia e une forças do setor agroindustrial

O congresso que acontecerá em Curitiba surge da união de eventos consagrados na região Oeste do Paraná, como o Congresso dos Suinocultores e Avicultores e os workshops do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar). Com abrangência ampliada e periodicidade bienal, o Alimenta 2025 tem como objetivo posicionar o Paraná no centro dos debates globais da agroindústria de proteínas animais.

Tema e público-alvo: inovação, sustentabilidade e mercados internacionais

Durante os três dias de evento, especialistas, técnicos, empresários e autoridades discutirão temas estratégicos como inovação tecnológica, sustentabilidade, sanidade animal e tendências dos mercados internacionais nas cadeias produtivas de aves, suínos, bovinos e peixes. O encontro pretende fortalecer a troca de conhecimento e fomentar negócios para o setor.

Liderança e visão estratégica do Paraná no setor

Roberto Kaefer, presidente do Alimenta 2025 e do Sindiavipar, destaca o papel do evento para consolidar a força do Paraná no segmento. “O Paraná é referência mundial em proteína animal, com cooperativas e empresas que são exemplos em tecnologia, gestão e sustentabilidade. O Alimenta surge para reafirmar essa liderança, oferecendo um espaço permanente para inovação e negócios”, afirma. Segundo ele, o congresso chega em um momento crucial, marcado por desafios globais, como as mudanças nos mercados e a crescente demanda por alimentos seguros e sustentáveis.

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Apoio institucional e participação do setor

O idealizador do evento, Selmar Marquesin, diretor da editora O Presente, reforça a importância do Paraná como maior produtor e exportador de aves no país, segundo maior em suínos, e sede do maior frigorífico de abate de suínos da América Latina. Marquesin ressalta que o Alimenta 2025 pretende dar ao estado o protagonismo que merece no setor agroindustrial. O evento conta com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), cooperativas agroindustriais e empresas líderes do setor.

Estrutura e organização do congresso

Além das palestras técnicas e debates, o congresso oferecerá uma ampla feira de negócios, reunindo expositores, investidores e especialistas nacionais e internacionais, com espaços dedicados ao networking. A organização é responsabilidade do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Jornal O Presente Rural, Hollus Comunicação e Eventos, e Fundação de Apoio ao Ensino, Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação (Fundep).

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Preço baixo do arroz ameaça sustentabilidade da cadeia e acende alerta para produtores e indústrias

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A redução do preço do arroz ao consumidor tem ampliado as preocupações sobre o equilíbrio econômico da cadeia produtiva. Apesar de beneficiar temporariamente os consumidores, valores muito baixos podem pressionar produtores, indústrias e distribuidores quando deixam de acompanhar os custos acumulados ao longo do processo de produção e comercialização.

Segundo Sergio Cardoso, diretor de operações da Itaobi Representações, o principal desafio do setor arrozeiro não está em vender cada vez mais barato, mas em garantir uma cadeia sustentável, capaz de manter qualidade, investimentos e segurança no abastecimento.

“O preço baixo nas prateleiras pode esconder desequilíbrios importantes entre o valor recebido pelo produto e todos os custos envolvidos até a chegada ao consumidor final”, avalia o executivo.

Custos de produção e processamento pressionam margens do arroz

O arroz beneficiado envolve uma série de etapas antes de chegar ao varejo. O processo inclui aquisição do arroz em casca, beneficiamento, classificação, embalagem, transporte, impostos, armazenagem e despesas comerciais.

Quando o preço final não cobre adequadamente esses custos, a pressão financeira acaba sendo distribuída entre os diferentes elos da cadeia, reduzindo margens e limitando investimentos.

De acordo com a avaliação do setor, o problema não está nas empresas que conseguem reduzir custos por meio de tecnologia, gestão eficiente e ganhos de produtividade. O alerta está relacionado a disputas comerciais baseadas exclusivamente em preços baixos, sem considerar a estrutura necessária para manter a atividade.

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Arroz depende de uma cadeia produtiva estruturada

Antes de chegar à mesa do consumidor, o arroz percorre uma longa trajetória que envolve diversas etapas:

  • preparo e manejo das lavouras;
  • irrigação e tratos culturais;
  • colheita;
  • secagem;
  • armazenagem;
  • classificação dos grãos;
  • beneficiamento;
  • embalagem;
  • transporte e distribuição.

Cada fase exige investimentos, mão de obra, equipamentos e planejamento para garantir qualidade e regularidade no fornecimento.

A redução contínua da rentabilidade pode comprometer a capacidade das empresas de modernizar instalações, investir em tecnologia e manter padrões elevados de produção.

Margens menores podem afetar inovação e competitividade do setor

A perda de rentabilidade por períodos prolongados representa um risco para a estrutura da cadeia arrozeira. Empresas com histórico de atuação no mercado podem enfrentar dificuldades para renovar equipamentos, ampliar eficiência operacional e acompanhar novas demandas dos consumidores.

Além disso, produtores rurais podem ser impactados pela menor capacidade de investimento em tecnologia, manejo e aumento de produtividade.

Para especialistas, a sustentabilidade do setor depende de um equilíbrio entre preço competitivo e remuneração adequada para todos os participantes da cadeia.

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Mudança no consumo aumenta desafios para o mercado de arroz

A pressão sobre o setor ocorre em um cenário de transformação dos hábitos alimentares dos consumidores.

O avanço dos alimentos ultraprocessados, mudanças nas preferências nutricionais e a redução do consumo de carboidratos associada ao uso crescente de medicamentos para controle de peso também influenciam a demanda por arroz.

Diante desse ambiente, o setor busca alternativas para estimular o consumo e fortalecer o posicionamento do produto no mercado.

Eficiência e agregação de valor são caminhos para o futuro do arroz

A avaliação da cadeia produtiva é que a competitividade do arroz não deve depender apenas da redução de preços, mas principalmente de ganhos de eficiência, diferenciação e valorização do produto.

Estratégias como inovação, melhoria da produtividade, fortalecimento das marcas e comunicação com o consumidor podem contribuir para recuperar demanda e garantir maior estabilidade ao mercado.

O desafio do setor arrozeiro é construir um modelo sustentável, no qual produtores, beneficiadores, varejistas e consumidores sejam atendidos sem comprometer a continuidade da cadeia produtiva.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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