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Cuiabá realiza mutirão de cirurgias urológicas no Hospital São Benedito

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A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, em parceria com a Central de Regulação, realiza neste sábado (18) um mutirão de urologia no Hospital Municipal São Benedito. A ação tem como objetivo ampliar o acesso da população aos serviços de saúde, reduzindo o tempo de espera por procedimentos e promovendo o diagnóstico precoce de doenças que afetam o sistema urinário e o trato reprodutor masculino.

Ao todo, 14 pacientes serão atendidos durante o mutirão, que contará com a mobilização de 10 profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e equipe de apoio. A iniciativa representa uma importante estratégia da gestão municipal para agilizar a realização de cirurgias eletivas, procedimentos que não têm caráter de urgência, mas são fundamentais para garantir mais qualidade de vida e bem-estar aos pacientes.

Os atendidos neste sábado estavam inseridos na fila de regulação e agora terão a oportunidade de realizar suas cirurgias, resultado do esforço conjunto entre as equipes do Hospital São Benedito, da Secretaria de Saúde e da Central de Regulação.

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Em agosto, a Prefeitura de Cuiabá também iniciou mutirões de cirurgias eletivas no antigo Pronto-Socorro, como parte da mesma força-tarefa. Na ocasião, foram realizados procedimentos de cirurgia geral e urologia, como a vasectomia. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, a força-tarefa seguirá ocorrendo semanalmente, garantindo a continuidade dos atendimentos e a diminuição gradativa da fila de espera por cirurgias eletivas.

A secretária municipal de Saúde, Danielle Carmona, destacou que os mutirões reforçam o compromisso da Prefeitura de Cuiabá em oferecer um atendimento mais humanizado e eficiente.

“Estamos trabalhando constantemente para reduzir as filas e garantir que os pacientes recebam o atendimento de que precisam com agilidade e segurança. Essas ações são fruto de uma gestão comprometida em melhorar o acesso à saúde e devolver a qualidade de vida aos cuiabanos”, pontuou Carmona.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Expocitros encerra debates sobre greening, clima e sustentabilidade

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Responsável por liderar a produção e as exportações globais de suco de laranja, a citricultura brasileira encerrou na última semana um de seus principais fóruns de discussão em meio a desafios que vão do avanço do greening às mudanças climáticas e à necessidade de ampliar a sustentabilidade da produção.

Realizadas entre os dias 26 e 29 de maio, em Cordeirópolis (376 km da capital, São Paulo), a 51ª Expocitros e a 47ª Semana da Citricultura reuniram cerca de 12 mil participantes entre produtores, pesquisadores, consultores, empresas, cooperativas, estudantes e lideranças do agronegócio.

O encontro ocorreu em um momento estratégico para o setor. Apesar de manter a posição de maior produtor e exportador mundial de suco de laranja, a citricultura brasileira convive com pressões sanitárias e climáticas que têm impactado diretamente a produtividade dos pomares.

A safra 2025/26 do cinturão citrícola de São Paulo e do Triângulo/Sudoeste Mineiro foi encerrada em 292,9 milhões de caixas, volume 26,9% superior ao ciclo anterior, mas ainda afetado pelos efeitos do déficit hídrico e da elevada incidência de greening.

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Considerada atualmente a principal ameaça à citricultura mundial, a doença já atinge 47,6% das laranjeiras do cinturão citrícola brasileiro, segundo levantamento do Fundecitrus. Embora o ritmo de crescimento tenha desacelerado nos últimos dois anos, pesquisadores alertam que o avanço do greening continua pressionando a produção e elevando os custos de manejo das propriedades.

Foi justamente diante desse cenário que a programação técnica da Semana da Citricultura concentrou debates sobre sanidade vegetal, irrigação, fertilidade do solo, bioinsumos, manejo fitossanitário, sustentabilidade, mercado internacional e novas tecnologias voltadas ao aumento da eficiência produtiva. O objetivo foi discutir estratégias capazes de aumentar a resiliência dos pomares diante dos desafios sanitários e climáticos que afetam a atividade.

Segundo avaliação do Centro de Citricultura Sylvio Moreira/IAC, a edição de 2026 reforçou a importância da integração entre pesquisa, empresas e produtores para garantir a competitividade do setor nos próximos anos. “Encerramos esta edição com a certeza de que a citricultura brasileira segue forte, conectada à pesquisa, à inovação e às demandas globais”, afirmou.

Outro destaque da edição foi a manutenção do selo de Evento Carbono Neutro, refletindo uma tendência cada vez mais presente na cadeia citrícola. A agenda ambiental ganhou espaço entre produtores e empresas diante das exigências dos mercados internacionais e da crescente demanda por sistemas produtivos alinhados a critérios de sustentabilidade.

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Com mais de cinco décadas de história, a Expocitros e a Semana da Citricultura seguem como os principais espaços de discussão técnica e estratégica da cadeia citrícola brasileira. Em um cenário de transformações sanitárias, climáticas e econômicas, os eventos reforçaram a necessidade de inovação, pesquisa e planejamento como pilares para sustentar a liderança do Brasil no mercado global de citros.

Fonte: Pensar Agro

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