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Cuiabá discute elaboração do orçamento com presença de populares

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A Prefeitura de Cuiabá, por intermédio da Secretaria de Planejamento, concluiu na quinta-feira (25) duas audiências públicas destinadas a debater a elaboração do orçamento para 2026.

A primeira ocorreu às 9h no auditório do Cuiabá-Prev, localizado no bairro Lixeira, em Cuiabá. A segunda, ocorreu às 19h na Escola Ranulpho Paes de Barros, localizada no bairro Santa Isabel.

Os debates foram liderados pelo secretário de Planejamento, Nivaldo Carvalho, que apresentou a quantia que deverá ser destinada a cada uma das secretarias municipais para a execução de políticas públicas.

Também participaram a diretora de Orçamento, Simone Neves, a diretora de Planejamento, Silvina dos Anjos, a secretária adjunta Patricia Alonço dos Reis e a secretaria adjunta de Planejamento Estratégico e Orçamentário, Thania Zanette. O secretário de Assuntos Estratégicos, Murilo Bianchini, a secretaria adjunta de Mobilidade Urbana, Regivânia Alves Venâncio, e o secretário adjunto de Relações Comunitárias, Amarildo Batista, também marcaram presença nos debates.

“É uma ordem do prefeito Abilio Brunini trabalhar a formulação do orçamento com transparência e legalidade. Por isso, estamos abertos ao diálogo e as sugestões populares”, explica o secretário de Planejamento, Nivaldo Carvalho.

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Nas audiências públicas, presidentes de bairros e outras lideranças comunitárias tiveram a oportunidade de apresentar demandas sociais dos bairros. Um dos exemplos foi a limpeza urbana, construção e reforma em escolas e creches, obras de asfalto e moradia popular.

Por exigência da legislação, a Lei Orçamentária Anual deverá ser encaminhada à Câmara Municipal de Cuiabá até o dia 30 deste mês. Em seguida, cabe aos parlamentares à responsabilidade de patrocinar debates públicos antes de remeter a peça para votação pelo plenário.

Até esta sexta-feira (26) a população poderá enviar sugestões e contribuições pelo e-mail: [email protected] e também pelo WhatsApp da Ouvidoria (65) 9 9263-9779

#PraCegoVer

A foto ilustra o secretário de Planejamento, Nivaldo Carvalho, vestido com traje social, sentado numa cadeira almofadada de cor preta, apoiado numa mesa de madeira. A fotografia foi tirada de lado. No fundo, está a diretora de Planejamento, Simone Neves, vestida com camisa verde de tonalidade escura e também sentada.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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Soja brasileira caminha para safra recorde de 182 milhões de toneladas e reforça liderança global em 2026

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A soja brasileira segue consolidando sua posição como principal protagonista do agronegócio mundial. De acordo com o relatório AgroInfo Junho 2026, divulgado pelo Rabobank, o Brasil deverá colher uma safra histórica de 182 milhões de toneladas na temporada 2025/26, volume que representa um acréscimo de 10 milhões de toneladas em comparação ao ciclo anterior.

O resultado reflete a combinação entre expansão moderada da área cultivada e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras, fortalecendo ainda mais a competitividade do país no mercado internacional.

Produção recorde fortalece oferta brasileira

Segundo a análise do RaboResearch Food & Agribusiness, o desempenho da safra brasileira confirma o elevado potencial produtivo do setor, mesmo em um ambiente global marcado por incertezas geopolíticas e oscilações nos preços das commodities.

Além do crescimento da produção, a demanda pela oleaginosa continua apresentando sinais robustos, sustentando perspectivas positivas para toda a cadeia produtiva.

Exportações seguem em ritmo acelerado

As exportações brasileiras de soja mantêm forte desempenho em 2026. Dados compilados pelo Rabobank mostram que os embarques entre janeiro e maio registraram crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano passado.

A expectativa é que o Brasil exporte aproximadamente 113 milhões de toneladas ao longo do ano, estabelecendo um novo recorde e ampliando em cerca de 5 milhões de toneladas o volume embarcado em comparação a 2025.

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Mesmo diante da valorização do real frente ao dólar e do aumento dos custos logísticos internos, a soja brasileira continua altamente competitiva no mercado global, especialmente em relação aos principais concorrentes internacionais.

Mercado internacional influencia preços

Durante o primeiro semestre de 2026, os preços da soja foram fortemente impactados pelo cenário geopolítico internacional.

A expectativa de exportações expressivas dos Estados Unidos para a China ajudou a sustentar as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT), enquanto o conflito envolvendo Estados Unidos e Irã impulsionou os preços do petróleo e dos óleos vegetais, incluindo o óleo de soja.

Esse movimento levou os contratos da oleaginosa a alcançarem níveis próximos de US$ 12,20 por bushel em março. Entretanto, a valorização observada em Chicago não se refletiu integralmente nos preços recebidos pelos produtores brasileiros.

A combinação entre prêmios mais baixos nos portos e a valorização do real limitou os ganhos no mercado interno, mantendo as cotações em reais relativamente estáveis ao longo do período.

Esmagamento cresce com margens mais atrativas

Outro destaque do relatório é o fortalecimento da indústria de processamento.

Mesmo com o adiamento do aumento da mistura obrigatória de biodiesel ao diesel, as margens de esmagamento foram beneficiadas pela valorização do óleo de soja.

No primeiro trimestre de 2026, o volume processado atingiu 14,3 milhões de toneladas, crescimento de 10% em relação ao mesmo período de 2025.

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A tendência é que a demanda por derivados continue sustentando o avanço do esmagamento ao longo do ano.

Clima nos Estados Unidos e El Niño entram no radar

Nas últimas semanas, os fundamentos de mercado voltaram a assumir protagonismo na formação dos preços globais.

O avanço do plantio e as boas condições das lavouras norte-americanas pressionaram as cotações da soja em Chicago, que registraram queda próxima de 5% durante junho.

Segundo o Rabobank, caso o clima continue favorável nos Estados Unidos, os preços poderão sofrer novas correções no curto prazo.

Por outro lado, após o início da colheita norte-americana, a atenção dos investidores deverá migrar para a América do Sul, especialmente para os possíveis impactos do fenômeno El Niño sobre a safra brasileira 2026/27.

Perspectivas para o produtor

Apesar da volatilidade dos mercados internacionais e das incertezas climáticas para a próxima temporada, o cenário para a soja brasileira permanece amplamente favorável.

A combinação entre safra recorde, crescimento das exportações, aumento do esmagamento e forte demanda global reforça o papel estratégico da cultura para o agronegócio nacional.

No entanto, produtores devem acompanhar atentamente fatores como o comportamento do clima, a evolução da demanda chinesa, os custos logísticos e os movimentos do câmbio, que continuarão exercendo influência direta sobre a rentabilidade do setor nos próximos meses.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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