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Cuiabá celebra o Mês do Idoso com atividades especiais e homenagens

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O mês dedicado à pessoa idosa está repleto de atividades preparadas pela Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão. A semana começa com palestras sobre autocuidado, oficinas de macramê e ações educativas em parceria com o Detran, que acontecem nos Centros de Convivência de Idosos (CCIs) Padre Firmo, Maria Ignês e Aidee Pereira. A programação segue até o fim do mês com feira de empreendedorismo, passeio no Sesc Balneário, caminhada no Parque das Águas e diversas oficinas voltadas à convivência e bem-estar.

O mês foi aberto no dia 1º de outubro, com uma manhã de muita alegria e integração no CCI Padre Firmo, onde mais de 150 idosos participaram de atividades como baile, hidroginástica, ginástica laboral, oficina de macramê e lanche coletivo. O evento marcou o início das celebrações em homenagem ao Dia Internacional da Pessoa Idosa.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou a importância do momento. “Esse mês é uma oportunidade de celebrar a vida, reconhecer a contribuição de cada idoso e reforçar o compromisso da Prefeitura em oferecer espaços de convivência e acolhimento. Nossos CCIs são ambientes de afeto, inclusão e alegria. Convido toda a população a participar e prestigiar as atividades preparadas com tanto carinho”, afirmou.

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Segundo Hélida, o trabalho voltado à terceira idade é contínuo durante todo o ano. “Cuiabá conta com CCIs ativos, projetos de fisioterapia, oficinas, rodas de conversa e piscinas aquecidas, além de novas iniciativas como o centro de convivência que será instalado na antiga Escola Maria Eliza Bocaiúva. É uma rede que valoriza o envelhecimento com dignidade e participação social”, ressaltou.

No ritmo da dança, dos encontros e das histórias compartilhadas, o Mês do Idoso em Cuiabá reforça que envelhecer é sinônimo de vitalidade e pertencimento.

Programação – Mês do Idoso 2025

06/10 – Palestra “A importância do Autocuidado na 3ª Idade” – CCI Aidee Pereira
07/10 – Palestra “Detran Blitz Educativa” – CCI Padre Firmo
08/10 – Palestra “Detran Blitz Educativa” – CCI Maria Ignês
09/10 – Palestra “Detran Blitz Educativa” – CCI Aidee Pereira
13/10 – Palestra “A importância do Autocuidado na 3ª Idade” – CCI Padre Firmo
15/10 – Feira do Empreendedor Idoso – Praça Alencastro
20/10 – Palestra “A importância do Autocuidado na 3ª Idade” – CCI Maria Ignês
21/10 – Passeio e atividades recreativas – SESC Balneário
22/10 – Oficina de Macramê – CCI Maria Ignês
23/10 – Palestra “A importância do Autocuidado na 3ª Idade” – CCI João Guerreiro
27/10 – Oficina de Macramê – CCI Padre Firmo
30/10 – Oficina de Macramê – CCI João Guerreiro
31/10 – Oficina de Macramê – CCI Aidee Pereira

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Fonte: Prefeitura de Cuiabá – MT

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AGRONEGÓCIO

Inteligência artificial transforma o agronegócio brasileiro e impulsiona produtividade no campo

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A inteligência artificial (IA) vem ganhando espaço de forma acelerada no agronegócio brasileiro e já se consolida como ferramenta estratégica para elevar produtividade, reduzir desperdícios e melhorar a gestão das propriedades rurais.

Em meio a um cenário marcado por custos elevados de produção, pressão sobre as margens e maior instabilidade climática, produtores rurais passam a investir cada vez mais em soluções tecnológicas capazes de antecipar problemas e otimizar decisões no campo.

O avanço da agricultura digital ocorre em um momento em que a produção agrícola brasileira segue elevada, mas enfrenta desafios crescentes relacionados à irregularidade do clima, aumento dos custos logísticos e volatilidade do mercado.

Inteligência artificial deixa de ser tendência e entra na rotina do campo

A aplicação da inteligência artificial já influencia diretamente decisões em lavouras, confinamentos e sistemas de manejo em diferentes regiões do Brasil.

Segundo Leonardo Ribeiro Dalben, desenvolvedor de software especializado em IA, a principal transformação está na capacidade de antecipação proporcionada pelo uso de dados em tempo real.

“A inteligência artificial permite antecipar cenários com base em dados reais. Isso ajuda o produtor a agir antes do problema aparecer, seja na lavoura ou na gestão da propriedade”, afirma.

A tecnologia já é utilizada no monitoramento agrícola por meio de sensores, drones, imagens de satélite e sistemas automatizados capazes de identificar:

  • falhas de plantio;
  • estresse hídrico;
  • início de pragas e doenças;
  • necessidade de irrigação;
  • e variações nutricionais das culturas.
Agricultura de precisão amplia eficiência e reduz desperdícios

A adoção de ferramentas digitais ligadas à agricultura de precisão também vem crescendo no país.

Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o uso de tecnologias inteligentes pode elevar a produtividade agrícola em até 20%, além de reduzir significativamente desperdícios de água, fertilizantes e defensivos.

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Na prática, a inteligência artificial permite que o produtor tome decisões mais rápidas e assertivas, melhorando:

  • o aproveitamento de insumos;
  • o planejamento operacional;
  • o controle de custos;
  • e a eficiência da produção.

O avanço dessas ferramentas ocorre principalmente em culturas como soja, milho, café, algodão e cana-de-açúcar, segmentos que já operam com elevado nível de mecanização e monitoramento digital.

Pecuária também avança com sensores e automação

Na pecuária, o uso da inteligência artificial também cresce rapidamente, especialmente em sistemas voltados ao monitoramento do rebanho e gestão operacional.

Atualmente, já existem soluções capazes de acompanhar o comportamento dos animais por meio de sensores inteligentes, permitindo:

  • controle de deslocamento;
  • monitoramento de saúde;
  • identificação de cio;
  • rastreamento de alimentação;
  • e delimitação virtual de áreas de manejo.

Segundo Dalben, a tecnologia reduz custos com infraestrutura tradicional e melhora o controle operacional das fazendas.

“Hoje já existem soluções que utilizam sensores e inteligência artificial para controlar o deslocamento do rebanho, reduzindo custos com infraestrutura e aumentando o controle operacional”, explica.

Gestão financeira se torna novo foco tecnológico do agro

Além do impacto produtivo, a inteligência artificial começa a ganhar relevância na gestão financeira das propriedades rurais, considerada um dos maiores desafios do setor atualmente.

Com aumento do endividamento rural e margens mais apertadas em diversas cadeias produtivas, cresce a busca por ferramentas capazes de melhorar:

  • planejamento financeiro;
  • análise de custos;
  • previsão de fluxo de caixa;
  • controle operacional;
  • e gestão de riscos.

Dados recentes apontam que as dívidas do agronegócio em recuperação extrajudicial já somam cerca de R$ 98 bilhões em 2026, evidenciando a necessidade de maior controle financeiro no campo.

“O produtor que utiliza dados consegue entender melhor seus custos, prever cenários e tomar decisões com mais segurança. Isso faz diferença principalmente em momentos de margem apertada”, ressalta o especialista.

Nova geração acelera digitalização do agronegócio

Outro fator que impulsiona o crescimento da inteligência artificial no campo é a entrada de uma nova geração de produtores rurais, mais conectada à tecnologia e à gestão baseada em dados.

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O movimento acompanha o crescimento do empreendedorismo digital no agronegócio e a expansão das agtechs no Brasil, que desenvolvem soluções voltadas para:

  • monitoramento climático;
  • análise de produtividade;
  • gestão rural;
  • rastreabilidade;
  • automação;
  • e inteligência de mercado.
Conectividade ainda é desafio para expansão da IA no campo

Apesar do avanço acelerado, a ampliação da inteligência artificial no agronegócio ainda enfrenta obstáculos importantes, especialmente relacionados à conectividade rural e ao acesso à tecnologia por pequenos e médios produtores.

Em diversas regiões do país, limitações de internet e infraestrutura dificultam a adoção plena de sistemas inteligentes no campo.

Mesmo assim, especialistas avaliam que a tendência é de crescimento contínuo da digitalização do agro brasileiro, impulsionada pela necessidade de produzir mais com menos recursos e reduzir riscos operacionais.

“A tecnologia não substitui a experiência do produtor, mas amplia a capacidade de decisão. Quem conseguir integrar dados ao dia a dia da produção vai ter mais previsibilidade e competitividade”, conclui Dalben.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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